Os consumidores querem uma TV de tela plana e fácil de usar
Aproveitando as festas de fim de ano, data quente no varejo, a Philips publicou a pesquisa Brand Tracking Brazil, onde aponta que quase metade dos consumidores nas classes AB desejam comprar uma TV de tela plana – 98% delas comprarão seu primeiro modelo. A pesquisa apontou ainda que apenas 19% deles já possuem pelo menos um aparelho desse tipo em suas casas, o que nos leva a crer que o mercado ainda tem muito que crescer em 2009.
Nenhum entrevistado manifestou o desejo de adquirir uma TV convencional. Por outro lado, 45% dos consumidores paulistanos e cariocas, das classes AB+, afirmaram que planejam comprar uma TV de LCD (ou Flat TV). Os sistemas de Home Theater aparecem como segundo eletrônico mais desejado, com 24% de intenção de compra.
HÁBITOS DE CONSUMO
Na hora de escolher a marca desejada para produtos eletrônicos, especialmente os televisores, os consumidores levam em conta aspectos como tecnologia, design, qualidade e facilidade de uso.
Os entrevistados revelaram preferência por soluções capazes de simplificar a vida – e também afirmaram valorizar marcas reconhecidas por desenvolver produtos baseados em suas necessidades. Esses atributos foram apontados tanto por quem já possui um produto eletrônico como por quem pretende adquiri-lo, o que mostra que, cada vez mais, os fabricantes devem analisar as necessidades dos consumidores antes de lançar um determinado feature, e no caso do Brasil, um país continental com hábitos completamente diferentes, isso fica ainda mais desafiador.
O desafio para quem trabalha no ponto-de-venda também é grande, provar para o consumidor que uma determinada TV possui muito mais do que tecnologia é fundamental. A experimentação na hora da venda aproxima o consumidor do produto e mostra as facilidades de utilização, um dos pontos mais valorizados por quem está comprando uma TV, segundo a pesquisa.
Ranking dos atributos para as marcas desejadas
1. Ter tecnologia avançada
2. Apresentar design moderno
3. Ter os produtos de melhor qualidade
4. Ser muito comentada
5. Ter produtos fáceis de usar e instalar
6. Simplificar a vida das pessoas
7. Estar na moda
8. Oferecer grande variedade de produtos
9. Desenvolver produtos com base nas necessidades dos consumidores
PERFIL DO CONSUMIDOR DE FLAT TV
Segundo a pesquisa, os homens (63%) da classe A (64%) despontam como o típico consumidor atual do produto. Hoje a TV de LCD (ou Flat TV) está mais presente na casa dos jovens de 25 a 34 anos (55%) do que entre as pessoas de 35 a 45 anos (45%).
A TV DOS SONHOS
Segundo a pesquisa, os consumidores apontaram ainda as tendências para um futuro próximo e o que gostariam de ter nas TVs dos seus sonhos:
Interatividade
− Comandos de voz e sensores que detectem movimento para ligar ou desligar a TV, mudar de canal ou realizar outras funcionalidades.
− Leitor de impressões digitais que permita o bloqueio de canais ou o acesso rápido a opções pré-selecionadas.
− Oferecimento de cardápios com opções variadas de programação, capazes de contemplar os diferentes estados de espírito do espectador, como conteúdo de humor para os momentos mais animados.
Comunicação e relacionamento
− A adição de novas funcionalidades, como a disponibilização do acesso à internet e a instalação de câmera acessória, pode transformar a TV em um portal de videoconferência.
− Telas sensíveis e interativas podem funcionar como lousas digitais, para escrever, desenhar e, depois, transmitir as mensagens.
− A inclusão de memórias especiais faz com que a TV possa armazenar e organizar conteúdos que seriam compartilhados com familiares e amigos.
Diversão
− Aparelhos dotados de Bluetooth capazes de captar o conteúdo de celulares, MP3 players e computadores de maneira simples e direta.
− Telas grandes para permitir a exibição de mais de uma imagem, com boa qualidade, simultaneamente.
− TVs capazes de dividir não apenas os sinais de vídeo na tela, mas também os canais de áudio, para que duas ou mais pessoas, munidas de fones de ouvido sem fio, possam assistir a um programa diferente de forma harmoniosa.
A pesquisa ouviu 400 consumidores apenas de São Paulo e Rio de Janeiro nas classes AB+, o que necessariamente não reflete a realidade de outras regiões do Brasil. Ela descobriu ainda que a TV dos sonhos dos brasileiros tem que proporcionar mais interatividade e fornecer novas formas de comunicação e relacionamento.
A pesquisa completa pode ser acessada em no site da Philips, Clica!
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Pesquisa revela intenção de compra para o fim de ano
O Provar (Programa de Administração de Varejo) divulgou o resultado de uma pesquisa que revela a intenção de compra do paulistano para o fim do ano.
Dentre os setores avaliados, a categoria “Informática” apresenta o maior índice de intenção de compra, com 13,2%. Na segunda posição está a categoria “Cine e Foto” (que inclui equipamentos como câmeras digitais e produtos relacionados) com 12,8%, seguida dos “Eletro-eletrônicos” com 11% e de “Telefonia e Celular” com 10,6%.
Segundo os índices apresentados, 26,2% dos consumidores não pretendem realizar compras neste último trimestre de 2008. Já em 2007 do mesmo período, 38,8% dos consumidores pesquisados não tinham interesse em comprar, o que desperta uma grande expectativa para os resultados nas vendas deste último trimestre.
Parece que a crise econômica ainda não afetou a vontade de comprar do paulistano, vamos ver se isso reflete a realidade do Brasil! É esperar para ver…
A postura dos consumidores de alta renda no Brasil
Foi divulgada no V Fórum ABA de Pesquisa, que aconteceu recentemente no Rio de Janeiro, algumas informações sobre a postura do consumidor de alta renda no Brasil. Com algumas destas informações fica mais fácil criar estratégias de relacionamento com este tipo de consumidor.
Abaixo destaco alguns pontos importantes que merecem nossa reflexão:
− Os grandes executivos quando não estão focados no trabalho, dedicam seu tempo à família. Nada de badalação e eventos com celebridades, só quando à trabalho!
− Ao contrário das celebridades que ostentam roupas de grifes, relógios milionários e carros importados, os executivos de alta renda preferem muitas vezes não mostrar suas preferências por serem sofisticadas demais para algumas pessoas;
− Para este público, nada de grifes estrangeiras e viagens caríssimas, é cada vez mais comum encontrá-los – quando possível – em grupos seletos onde há pessoas com quem têm alguma afinidade;
− É cada vez mais crescente o aumento na taxa de permanência deles no lar por causa de segurança. Em seu domicílio, é possível ter acesso a todo tipo de informações, sem contar a paixão pela sua vida profissional, já que ele levanta cedo, dorme tarde e curte o seu trabalho.
“A classe C é a fatia que mais vai crescer na internet.”
Já venho falando isso desde o ano passado! Mas a frase desta vez não é minha, foi do diretor-geral do Terra, Paulo Castro que comenta a pesquisa realizada pelo portal e publicada No Estadão no final do mês passado. A pesquisa realizada em São Paulo, Recife e Porto Alegre mostra que a classe C já é responsável por 40% dos acessos e que os hábitos de consumo são os mesmos da classe A/B.
Vale a pena dar uma conferida nos números, Clica!
Ta com pressa? Passa no Drive-Thru
Desenvolvendo um estudo para um dos nossos clientes, descobri esse texto sobre o inventor do Drive-Thru. Nunca imaginei que esse modelo de negócio tão eficiente no mundo apressado que vivemos hoje, tinha sido inventado há mais de 75 anos.
Aproveito para compartilhar alguns números importantes sobre esse modelo de negócios em lanchonetes americanas, segundo pesquisa sobre as preferências do consumidor, realizada pela revista QSR Consumer:
- 46% compraram pelo Drive-Thru entre 1 e 5 vezes nos últimos 60 dias;
- 38% levam a comida para comer em casa;
- 35% consomem no carro;
- 57% costumam passar no Drive-Thru na hora do almoço;
- 60% compram para consumo próprio;
- 39% não aceitam esperar mais do que 5 minutos pelo pedido;
- 51% compram preferencialmente hambúrgueres;
- 52% pagam com o cartão de crédito;
- 72% afirmaram que escolhem a lanchonete/restaurante pela qualidade da comida mais do que pela velocidade do seu atendimento;
Mais alguns números interessantes para quem compra e para quem oferece este tipo de serviço:

Royce Hailey, o inventor do Drive-Thru
O ano era 1931. Royce Hailey acabara de ser promovido a gerente de uma lanchonete tradicional de Dallas, no Texas, a Pig Stands. Aos 21 anos, mesmo sem saber dirigir, seu sonho era o de todo jovem americano da época: comprar um carro. Mas os Estados Unidos viviam os anos duros da recessão, depois da quebra da bolsa em 1929, e o Pig Stands estava às moscas. Os ombros do jovem gerente doíam pela pesada responsabilidade de fazer que os clientes voltassem a ocupar as mesas do restaurante. Read more
O comportamento do consumidor em Farmácias e Drogarias
Saiu mais uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Ibope Solutions a pedido da Popai Brasil – The Global Association for Marketing at Retail, especializada em merchandising no ponto-de-venda. A pesquisa nos mostra que as mulheres são as que mais freqüentam as farmácias, cerca de 65%. Outros dados interessantes são que 42% estão em busca de produtos que não são medicamentos, 3% dos que visitam esses estabelecimentos compram barrinhas de cereal, e 2%, águas e refrigerantes. A maioria dos consumidores, 86%, pagam o produto à vista.
Uma dica dos pesquisadores é que o material de merchandising deve ser colocado na entrada e no balcão da farmácia. Segundo Vânnia Parma, diretora da Múltipla PHD Estudos Comportamentais,”Os itens comprados por impulso atraem mais o consumidor se estiverem nesses locais. O lojista pode cativar o cliente com alimentos energéticos e nutritivos, como barrinhas de cereais, biscoitos, amendoim e leite de soja”. Read more