Sony lança campanha de 007

A Sony iniciou ontem sua campanha utilizando a imagem do filme “Quantum Of Solace”, o novo filme da franquia James Bond que estréia em novembro.

A campanha milionária chamada de “Mission for a Million” promete premiar com 1 milhão de dólares (apenas residentes nos Estados Unidos) aquele de desvendar primeiro os enigmas do site que mistura dicas on-line e off-line, via e-mail e SMS.

Parece de depois do enorme sucesso da campanha de pré-lançamento do filme do Batman, The Dark Knight este tipo de ação virou moda!

Bom para a Sony que divulga seus produtos juntamente com o filme.

Com informações do blog Brainstorm #9.

Marketing de Experiência

O marketing de experiência oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer e experimentar um pouco do mundo fantástico que as marcas oferecem aos que a consomem e aos empresários a chance de interagir com o seu target, a ponto de fazer sua marca tomar forma e criar vida. Isso funciona muito mais do que a comunicação de apenas uma via feita pela TV ou por qualquer outra mídia de mão única.

Através da experiência você faz com que o ato da compra seja prazeroso, agradável e principalmente inesquecível para o consumidor. Quando ele entende realmente aquele benefício que o anúncio de TV não consegue explicar (ou até consegue, mas ele não acredita muito), a compra do produto é muito mais segura. Dificilmente o consumidor irá se arrepender e o melhor de tudo é que com uma boa experiência o consumidor instintivamente indicará o produto aos amigos.

Vender um produto ou serviço qualquer um pode fazer, mas vender um sonho requer estratégias bem mais elaboradas, é aí que entra o marketing de experiência, chamado também de marketing sensorial. É ele que pode, por exemplo, tangibilizar a marca através de um ambiente e atendimento adequado, proporcionado uma experiência única de comprar um determinado produto. Isso é mais que fidelização, já que o consumidor leva para casa um produto e a boa experiência da compra.

APELO ÀS SENSAÇÕES É A NOVA FERRAMENTA DO MARKETING
Folha SP

Se sua empresa está interessada em galgar um espacinho cativo no coração dos clientes, saiba que é necessário oferecer-lhes um elemento além do preço competitivo: o sonho.

Independentemente de ser o caso de um desejo bem baratinho ou o de dar a volta ao mundo, o marketing de experiências -que aos poucos está sendo rebatizado de sensorial- ganha terreno ao possibilitar que consumidores que tenham os sentidos “acarinhados” tornem-se escudeiros da marca.

“Não é um processo só de fidelização, trata-se de tangibilidade da marca. O cliente, ao entender tudo o que a loja oferece, fica leal”, diz Heloísa Omine, professora da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia da Shopfitting. “As experiências vão além da compra. As lojas são bonitas, mas todas iguais. O consumidor vai se lembrar daquela que lhe oferecer algo diferente”, diz Silvana Bastian, da consultoria gaúcha Mais Criativa. “Mas elas ainda são poucas.”

Heloísa Omine cita quatro variáveis do marketing de experiências e afirma que mesmo as empresas de pequeno porte podem adotar medidas voltadas para o estímulo sensorial. “O objetivo é fazer com que o cliente sinta algo diferente. Pode ser via diversão, estética, momentos de escapismo ou treinamento”, explica.

Para todos

Apesar de algumas ações incluírem gastos consideráveis -como ao “perseguir” tornados ou ao conhecer uma unidade espacial-, pequenas empresas também podem lançar mão de estratégias desse marketing.

Para Silvana Bastian, um primeiro passo é tornar a loja mais aconchegante e preparar todos os funcionários para que ajam de forma mais receptiva. “Não importa o tamanho: o foco é saber quem é o seu cliente e como esse segmento pode ser envolvido”, sugere Bastian.

Sem limite

Do outro lado do balcão, a Immaginare, criada há um ano, aposta que “os sonhos [dos parceiros] não têm limites”. “Percebemos, há três anos, que o conceito de marketing de experiências estava crescendo muito na Europa e nos Estados Unidos”, conta Sonia Werblowsky, diretora da empresa.

Ela acrescenta que, depois das “primeiras grandes ondas do incentivo, nos anos 1980 e 1990″, com a premiação em produtos, vales e viagens, surge a terceira: “Ela começa agora, em que reinarão as sensações”. A empresa oferece experiências que vão de R$ 40 a US$ 20 milhões. Hoje, sua clientela divide-se igualmente entre empresas e pessoas físicas.

Segundo Werblowsky, um dos segmentos mais agressivos na área é o financeiro, que busca promover cada vez mais a fidelização de clientes de cartões; outro é o farmacêutico.

E esse será, para os envolvidos, um terreno de vida longa. “Quanto mais afluente a sociedade, quanto mais os grandes clientes se encontrarem abastecidos de produtos de toda a ordem, mais a roda girará na direção do sonho, do que é “priceless” [que não tem preço]. E é nisso em que apostamos.”

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Leia mais sobre o assunto:
Como atingir todos os sentidos do consumidor na hora da compra
O Poder do Marketing Sensorial
Marketing que atrai pelo sentido
Como conquistar o consumidor através da experiência

Cliente oculto. Como avaliar de forma eficiente o atendimento de sua empresa

Trabalho há muito tempo com marketing e sou apaixonado pela análise do comportamento do consumidor, sempre falo que se você não conhece seu cliente, não sabe como ele age no ponto de venda, e nunca saberá a forma certa de comunicar e conquistá-lo, com isso procurei sempre analisar o atendimento, seja lá onde eu esteja, analiso o serviço prestado e a forma com que a empresa trata seus clientes, acho até que já virou uma obsessão!

É engraçado, estou em uma empresa há pouco mais de quatro meses e desde a minha primeira entrevista, antes mesmo de ser contratado, fui à campo fazer “cliente oculto”, visitei mais de dez lojas simulando diferentes tipos de cliente, o chato, o indeciso, o que apenas está querendo conhecer o produto e por aí vai… O que foi muito enriquecedor, porque logo que fui contratado, e assumi a equipe de PDV, convoquei uma reunião para apresentar minha percepção do atendimento da equipe. Naturalmente todos ficaram surpresos, ninguém nunca imagina que está sendo constantemente avaliado.

Geralmente nas empresas as notícias correm na rádio corredor e a equipe acaba sabendo quando acontecerá uma visita ou até mesmo uma checagem de atendimento, mas com o cliente oculto isso é diferente, ele consegue pegar o funcionário que presta o atendimento sempre de surpresa, como ele é no dia-a-dia, sem “maquiagem”. Acredito que uma das formas mais eficientes de avaliação do atendimento e serviços prestados pela sua empresa esteja neste recurso que, se você for avaliar o custo x benefício é um investimento baixo.

A seguir segue um artigo publicado no site Mundo do Marketing sobre este assunto que acho que vale a pena ler…

CLIENTE OCULTO. ELES ESTÃO DE OLHO NO ATENDIMENTO
Por Bruno Mello

Sherlock Homes está na área. Empresas prestadoras de serviços, restaurantes, hotéis, em muitos outros, estão usando cada vez mais um tipo de consumidor que é semelhante a um detetive. É uma pessoa comum, mas que num hotel, por exemplo, analisa as instalações, o atendimento dos funcionários, as refeições, tudo. Nada passa despercebido pelo cliente oculto. Toda a experiência dele serve como um retrato do serviço oferecido que é mostrado para as empresas, que corrigem falhas e replicam os casos de sucesso.

O Mundo do Marketing conversou com um cliente misterioso, que pediu para não ter a sua identidade revelada. Ele trabalha há três anos nesta área e estava hospedado em um hotel com um nome falso, para dificultar a sua identificação por outros estabelecimentos. “Minha missão é avaliar o maior número de serviços no menor tempo possível sem que o hotel desconfie. Avalio tudo, os quesitos de limpeza e conservação, quarto, banheiro, academia, sauna, corredores e as interações com os funcionários, como o check-in, o check-out” explica. “Noventa e cinco por cento do meu relatório são fatos e não opiniões pessoais, pois vivencio os fatos e relato o que aconteceu”, completa.

Também conhecido como shopper, o objetivo destes clientes é identificar as boas práticas e eliminar as ruins. “O robotismo nas interlocuções é algo que vejo em todos os cantos, além de pequenos detalhes de conservação e limpreza, mas já passei por situações atípicas, quando uma vez não tinha reserva no meu nome e fiquei duas horas esperando na recepção”, conta.


ARMA CONTRA O MAL ATENDIMENTO

Este trabalho é uma tendência em mercados maduros e competitivos, onde o atendimento faz a diferença. A TNS InterScience tem mais de 12 mil shoppers em todo o Brasil avaliando quase que diariamente os serviços para o qual são contratados. “Não basta perguntar ao funcionário se ele está atendendo bem aos clientes, precisa medir isso. E os clientes são as pessoas mais bem indicadas para medir o retorno”, salienta Elizabeth Salmeirão, Diretora de Shopper Insights da InterScience.

Na opinião de Renata Bruno, Diretora da Mr. Mistery, a empresa treina os seus funcionários, cria procedimentos, mas é difícil saber se está tudo sendo cumprindo. “Não pode engessar os processos. Às vezes o funcionário está sendo perfeito no processo, mas não está atendendo bem. A simpatia e um sorriso valem muito mais. O acolhimento fideliza o cliente”, afirma. Para evitar esses problemas, Renata aposta no cliente oculto como uma ferramenta poderosa em que os gestores podem ver e atacar os problemas.

Pensando na fidelização de seus clientes, em minimizar os erros e maximizar os acertos, a rede de hotéis Atlântica contratou a Mr. Mistery há mais de um ano. Em 2006, 10 hotéis foram avaliados em um projeto piloto e no primeiro semestre deste ano os clientes oculto passaram por mais 56. Para Cristina Munt, Diretora de Operações da rede, somente um hóspede comum possibilita uma avaliação imparcial em cima do serviço que é dado para todos os clientes.

Com esta avaliação, a Atlântica Hotels já implementou uma série de mudanças provenientes do olho aguçado de quem vivencia uma experiência. Um deles foi com relação à lavanderia. “O cliente oculto chegava às oito ou nove horas da noite e precisava da roupa lavada para o dia seguinte e muitas lavanderias não disponibilizam este serviço. Por isso, estendemos o horário”, conta Cristina Munt, que também reavaliou a padronização do check-in. “Estávamos tendo um atendimento muito mecânico, focado no procedimento e não no atendimento. Mas, com os relatórios, estamos mudando isso”, garante. O cliente de verdade, agradece.

Eventos como Experiência de Marca


Durante todo o mês de junho acontecem, como de costume, as festas juninas em homenagem a Santo Antonio, São João e São Pedro. Mas é em Campina Grande, na Paraíba, que ocorre a maior e uma das mais importantes, a Festa de São João, um grande forró que reúne milhares de pessoas dos quatro cantos do País.

Casa da Tecnologia Sony

Neste ano, a Sony Brasil patrocina, pela primeira vez, o evento e o resultado são inúmeras atrações que formarão a Casa da Tecnologia Sony. Localizada no Parque do Povo a casa proporciona ao consumidor a experimentação dos mais novos modelos de áudio e vídeo, lançados pela companhia em 2008.

Seguindo este cenário, publico aqui o artigo do Bruno Mello escrito para o site Mundo do Marketing, nele podemos ver a opinião das grandes empresas realizadoras de eventos no Brasil e o que esperar desta forma de marketing.

Eventos como Experiência de Marca
Por Bruno Mello - bruno@mundodomarketing.com.br

Na busca por se diferenciar e promover experiência aos seus consumidores, as empresas estão investindo cada vez mais nos eventos proprietários. A lista é extensa: Skol Beats, Tim Festival, Coca-Cola Vibezone, Planeta Terra, Quatro Rodas Experience, Nokia Trends, V.I.A. Gol, Gas Festival, Land Rover Experience, Motomix, Häagen-Dazs Mix Music, Roda Skol e Red Bull Air Race são apenas alguns.

Os nomes, a proposta e o conteúdo são diferentes. Em comum, a meta é criar laços mais íntimos, aumentar as vendas e, claro, fidelizar os clientes. “O objetivo é fazer uma ação que diferencie e gere uma experiência diferenciada”, conta Marcos Scaldelai, Gerente de Marketing da Häagen-Dazs. “É difícil encontrar uma idéia que tenha diversas ferramentas como um evento”, explica Paulo Octavio, Sócio-Diretor da Dream Factory. “Cada vez mais as marcas estão vendo que quando se cria um conteúdo próprio e oferece isso para poder reforçar o produto que pode ser vendido, ganha-se muito mais força”, ressalta Gaetano Lops, sócio-diretor da Rio360 Comunicação. Read more

Colour Like.no.Other - By Bravia

BRAVIA

Muito legal o artigo de Will Collin, sócio-fundador da Naked Communications, publicado na Meio & Mensagem. Ele explica como podemos inserir a marca na mente dos consumidores, principalmente nos formadores de opinião, sem sermos agressivos ou invasivos, estratégia que é muito bem aceita por este tipo de consumidor.

Como fazer as pessoas
descobrirem a marca por si

14 de Abril de 2008 - Edição 1304
Will Collin

Ao pensar nas recentes campanhas da Sony para seus aparelhos de TV Bravia, você provavelmente pensará nos três comerciais que se tornaram clássicos instantaneamente: “Bolas”, “Tinta” e os coelhinhos Play-Doh fazendo travessuras em Nova York. Merecidamente premiados por júris do mundo todo, os três anúncios conseguiram transmitir a mensagem que as cores são, na TV Sony, “como em nenhuma outra”.

Mas quando se usa a TV para anunciar ou promover a última palavra em tecnologia de telas de TV, permanece sempre um problema: o público vê a campanha através de seus aparelhos antigos, cuja tela é incapaz de exibir a qualidade de imagem que se tenta retratar. Daí a necessidade das marcas de lançar mão de analogias, exageros ou metáforas visuais, como os coelhinhos coloridos da Sony.

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Um jeito diferente de desejar Feliz Natal! ElfYourself.

ElfYourself

Muito legal o hotsite de Natal da loja de informática e suprimentos, OfficeMax. Ao invés de criar aqueles já batidos sites de envio de mensagens a empresa criou um mais interativo e animado, onde você pode colocar a sua foto e a dos amigos e transforma-los em duendes dançarinos. Muito engraçado, garanto que seus amigos vão dar muitas rizadas!

Para ver o que fiz com meus amigos Nojob, Huda e Renata, Clica!

Celular para crianças


A operadora de telefonia móvel TMN de Portugal acaba de lançar o Mo1, um telefone desenhado especialmente para crianças com mais de seis anos.

O principal objetivo da operadora é atingir os pais que, com esta nova ferramenta, podem estabelecer contato direto com o filho a qualquer momento. O aparelho, que custa apenas 69,90 euros, é ergonômico e muito intuitivo, e só permite fazer e receber chamadas das pessoas indicadas pelos pais, garantindo assim uma utilização em total segurança.

Vamos torcer para que as operadoras enxerguem este enorme potencial de mercado e comecem a distribuir este produto por essas bandas. Adoraria dar um aparelho desses para a minha filha!

Mo1

Refrigerante ou suco, o que você prefere?


Acredito que nas próximas décadas o mercado de refrigerantes deva sofrer muito com a crescente onda de “Viva com Saúde”! Principalmente no Brasil, país tropical e com grande abundância de frutas.

No nordeste, por exemplo, o maior concorrente dos sucos prontos para beber são as frutas frescas que se compra em qualquer esquina e, sem muito esforço, se faz um suco fresquinho na hora. Para quem não quer ter tanto trabalho, existe ainda a polpa de frutas congelada, vendida em qualquer supermercado. Só depois disso é que aparecem os sucos de caixinha, como são mais conhecidos os pronto para beber, consumidos por pessoas que levam uma vida mais agitada, não dispondo de muito tempo ou que moram sozinhos.

O mercado de sucos prontos para beber é um dos que mais crescem em bebidas. Segundo dados Nielsen, um dos mais importantes institutos de pesquisas dos EUA, em volume, o mercado de sucos teve uma evolução de 72,8% entre 2002 e 2006, contra 7,4% do setor de refrigerantes. Em valor, a alta foi de 133,1% nesse período e a de refrigerantes, de 55,1%.

Mercado de sucos

Gigantes do mercado de bebidas já percebem isso e investem pesado em bebidas saudáveis, como a Coca-Cola que lançou recentemente mais um produto de seu portfolio de sucos, o Minute Maid Mais Laranja Caseira com 67% de suco natural, a mais alta concentração do mercado.

A campanha busca chamar atenção para a inovação do produto, realçando a presença dos gominhos de laranja, e a experiência emocional que ele proporciona, remetendo à idéia de sentir-se no conforto de casa. O filme ‘Namoro’ foi criado pela agência NBS e produzido pela Vetor Zero.

O mesmo acontece com o Grupo Schincariol que já atua no mercado de sucos com a marca Skinka e recentemente lançou o Fruthos. Embora o volume de vendas e o próprio respaldo da marca ainda esteja muito concentrado em cervejas, a área de não alcoólicos é a que mais cresce na Schincariol: representava 16% em 2004 e saltou para 24% em 2006. “Nosso objetivo é estar entre os três primeiros do mercado de sucos prontos até o final de 2008″, aponta Marcel Sacco, diretor de marketing do grupo em entrevista à Meio & Mensagem em Setembro deste ano.

A Lew Lara é a responsável pela criação da campanha de Fruthos, linha de sucos prontos do Grupo Schincariol. Além de quatro comerciais, alguns já em veiculação, o plano de mídia compreende anúncios em revistas, mídia exterior e on-line.

Particularmente, sou um dos que defendem que o mercado de refrigerantes deveria receber tratamento especial, assim como acontece com os cigarros. E acredito que isso não levará muito tempo para acontecer em alguns países de primeiro mundo. Enquanto isso o mercado de refrigerantes cresce em ritmo mais lento do que há tempos atrás. Nos últimos dez anos, segundo dados Nielsen, as vendas de refrigerantes cresceram em média 2,5% ao ano, abaixo da média de crescimento do Produto Interno Bruto mundial, de 4,1%. No Brasil, no mesmo período, as vendas subiram apenas 1,6%, bem abaixo do crescimento do PIB, de 2,4%. Enquanto isso, as vendas de sucos cresceram 14,9% no Brasil só em 2006.

Para não sofrer com isso, a Coca-Cola, deu início a uma estratégia agressiva de aquisições com o objetivo de diversificar o leque de produtos. Em agosto de 2005, comprou a empresa mineira Sucos Mais, segunda colocada no mercado de sucos prontos, e lançou no país a marca Maid, líder em vendas nos EUA. No fim do ano passado, comprou a Sucos Del Valle, e a Sucos Mais, juntas, detêm 42% do mercado brasileiro de sucos. O restante seria dividido entre Wow! (que fabrica os sucos Sufresh), Kraft (dona da Maguary) e outras empresas menores. É a Coca-Cola correndo atrás da vida saudável!

Ho, ho, ho… Já é Natal


Com o comércio já aquecido para o Natal, é fácil perceber que já chegamos ao final do ano. Para mim, particularmente, 2007 foi de muitas mudanças, de renovação e o início de uma nova rotina de vida. Que esse ano fique para trás e que 2008 venha carregado de coisas boas!

Sempre reconheço que estamos chegando ao final do ano quando vejo o varejo repleto de enfeites natalinos, figura do Papai Noel nas vitrines e promoções “imperdíveis”, o bom velhinho é a verdadeira imagem de que mais um ano se passa. Mas poucos sabem que foi a Coca-Cola a responsável por essa repercussão mundial do Papai Noel que conhecemos hoje, um dos mais importantes símbolos do Natal reconhecido e reverenciado no mundo inteiro.

Um dos maiores cases de marketing que conheço foi a campanha que a gigantesca do mercado de bebidas lançou em 1881 inspirada na imagem criada pelo cartunista Thomas Nast. Em 1866 Nast havia transformado um bispo chamado Nicolau, nascido na Turquia em 280 d.C. e que costumava deixar um saquinho de moedas próximo às chaminés das casas, em um velhinho simpático de barbas brancas, usando um casaco na cor vermelha e branca. Nascia ali a mundialmente conhecida figura do Papai Noel.

Atualmente, o Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durante as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram boas e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa. Graças a Coca-Cola, que sempre investe pesado nas suas campanhas de final de ano.

CAMPANHA
White Christmas, o novo filme de Natal da Coca-Cola criado pela McCann Erickson da Espanha e adaptado para o Brasil pelo time local da agência.

Ele vai desbancar a TV Digital


Quem iria imaginar há alguns anos atrás que você poderia estar passeando no shopping numa bela tarde de sábado quando recebe no seu celular 3G um vídeo anunciando que a sua loja preferida está com uma promoção relâmpago apenas para os próximos 30 minutos?

No passado não muito longe, o melhor lugar para uma propaganda era no rádio, tv, jornal, ou mídia exterior, mas hoje em dia as coisas mudaram, podemos receber propaganda em nosso computador, através de sites e e-mails ou pelo nosso celular, este último ainda pouco explorado no Brasil. No momento em que o mercado da comunicação vive a maior expectativa pela chegada da TV Digital, pouco se fala do potencial do m-marketing, que acredito ser muito melhor do que o da nova TV.

Os celulares hoje em dia servem como câmeras digitais, computador de mão, GPS, MP3 Player, dispositivo para acesso à internet e até para fazer ligações telefônicas! :) Com tudo isso o celular deve, em breve, desbancar os veículos de comunicação tradicionais para virar a mais valiosa mídia, que se comunica 24 horas por dia, 7 dias por semana com o consumidor, e o melhor de tudo, ainda segmentando de acordo com o perfil e localização do cliente no momento do impacto. A TV Digital será um avanço de tecnologia e mudará, sem dúvida, a forma de se fazer propaganda, mas nenhum outro aparelho está disponível com você o dia inteiro, em qualquer lugar à qualquer hora.

A operadora Blyk oferece gratuitamente para clientes entre 16 e 24 anos, 43 minutos de voz e 217 mensagens de texto em troca do envio de 6 anúncios por dia. A operadora da Grã-Bretanha já conta com patrocinadores como Coca-Cola e L’Oréal e está de olho num mercado de cerca de 4,5 milhões de jovens.

A Média Contacts desenvolveu uma ação muito legal no aeroporto de Madri para a Wolkswagen. Para divulgar o lançamento de um veículo foram espalhadas antenas bluetooth próximo aos pontos onde o passageiro fica ocioso como filas de check-in ou esteiras de bagagens. Quando detectados pelas antenas os aparelhos recebiam uma mensagem com uma pergunta prévia, após aceitar o m-marketing o passageiro recebia um vídeo de demonstração do carro em 3D.

No EUA, país onde 76% dos lares têm pelo menos um celular, o m-marketing tende a transformar-se num valioso e eficiente canal de comunicação para agências e anunciantes. No Brasil esta tecnologia tem muito o que evoluir, mas montadoras como Fiat e Mercedez-Benz já andaram desenvolvendo ações deste tipo.

A última grande campanha lançada exclusivamente em um site móvel, e só depois nos formatos mais tradicionais da internet foi a do Fiat Punto. Desenvolvida pela AgênciaClick e hospedada na Plug In, a campanha foi a primeira grande ação publicitária no Brasil a priorizar os celulares. O site teve mais de 7000 acessos por dia via celular e 40 mil visitas por dia no hotsite da campanha.

Mercado Brasileiro

Atualmente temos 114,69 milhões de celulares e uma densidade de 60,42 cel/100 hab, e o mercado em ritmo acelerado de crescimento.

Quatro Unidades da Federação já apresentam uma densidade maior que 70 cel/100 hab: Distrito Federal (113), Rio de Janeiro (76), Rio Grande do Sul (73) e Mato Grosso do Sul (73). A quantidade de áreas locais com densidade maior que 70 cel/100 hab está crescendo, sendo Salvador (71) a mais densa com 104,7 cel/100 hab. Recife está na 19 posição com 68,21 cel/100 hab, permanecendo atrás de Fortaleza que ocupa a 16 posição.

Com informações da revista UpDate, número 444.

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