10 Mandamentos do Marketing Pessoal

Liderança
Tenha habilidade para influenciar o próximo, seja pela persuasão ou pela própria confiança que transparece a todos.

Confiança
Seja aquela pessoa na qual buscamos segurança, conforto nas palavras, esperança e admiração.

Visão
Um dos mais importantes quase sempre é aquele que entende o que e por que está fazendo, sugerindo pequenas mudanças para melhorar o próprio trabalho ou o dos colegas. Consegue pensar em táticas e estratégias para ter não só o grande contrato, mas também ter os pequenos pingados. Às vezes, é melhor ter dez clientes pagando R$100,00 que esperar pela oportunidade de, em um único cliente, ganhar R$1.000,00.

Espírito de equipe
Ofereça ajuda aos colegas sem ser solicitado. Vise sempre o melhor do próximo e, é claro, do ambiente de trabalho.

Maturidade
Saiba solucionar conflitos sem criar mais conflitos. Analise cada situação, tente compreendê-la e tomar uma atitude consciente e sábia.

Integridade
Faça seu trabalho sem prejudicar ninguém. Seja ambicioso, mas não a ponto de atropelar quem estiver pela frente para alcançar o objetivo.

Visibilidade
Tenha visão do futuro que almeja, saiba aonde quer chegar com sua carreira.

Empatia
Crie situações agradáveis no ambiente social. Reconhecer o trabalho dos outros e elogiá-los é gratificante para a pessoa elogiada e ótimo para sua imagem pessoal, além de mostrar interesse pelo trabalho dos outros.

Otimismo
Tente, nas piores situações, enxergar um ponto positivo. Saiba lidar com os erros e aprender que, por mais difícil que seja o desafio ou mesmo o momento, ele não é o fim do mundo.

Paciência
Muitos já nascem com ela aflorada, já outros têm de apenas aprender a controlá-la, pois a falta de paciência pode acabar prejudicando caso você não a domine.

Mas afinal de contas, o que é o relacionamento?

Não vamos discutir a relação e sim o relacionamento. Não se deixe influenciar pelo impacto da frase acima. Com certeza, não vai doer nada falar um pouco sobre relacionamento. Aliás, na recente história, nunca se falou tanto sobre o tema, o centro das atenções em tempos de tecnologia digital de informação, interatividade e colaboração. Tanto é que, uma das ações básicas para o sucesso de uma estratégia de marketing digital é desenvolver uma freqüência ativa no relacionamento web com os clientes.

De acordo com o Dicionário Houaiss, os significados para as palavras são: Relação, vinculação de alguma ordem entre pessoas, fatos ou coisas; ligação, conexão. Relacionamento - ato ou efeito de relacionar-se. Já o Marketing de Relacionamento é o “processo de criação, manutenção e aprimoramento de relacionamentos fortes e repletos de valor com clientes e outros interessados” (Kotler & Armstrong, Princípios de Marketing - 9º Edição).

Em essência, é um modelo de negócio centrado no cliente, de forma individual - “um a um”. Baseia-se no fato da empresa já ter uma conexão e conhecer o seu cliente, possibilitando a ele o acesso à informação de melhor qualidade, facilidade de compra e de comunicação. Além da economia de tempo e de dinheiro. Em suma, o benefício de que, seja mais fácil fazer negócio com a sua empresa.

É deste relacionamento que estamos falando, via web, uma mídia extremamente dirigida, que atinge um público formador e multiplicador de opinião. Permite interatividade e colaboração, disponibiliza uma oferta rica de produtos e serviços que visa a competitividade e a lucratividade.

O mundo mudou. A forma como as empresas se relacionam com seus clientes é decisiva para a continuidade do processo de consumo. Com a revolução digital, as pessoas passaram a ter, com o simples clique de um “mouse”, um universo de opções com total mobilidade e sem qualquer comprometimento. A ausência de comunicação, via contato físico, aliado ao surgimento de novas marcas e mídias, pode representar uma ameaça à lealdade. Portanto, a forma como as empresas vão se comunicar e se relacionar com o mercado através dos meios digitais, é que irá garantir o seu sucesso.

A internet possibilita o desenvolvimento e gerenciamento das relações individuais com clientes individuais. Uma série contínua de comunicações e interações colaborativas, muito próximas, com vínculos e contato direto. E qual é o objetivo final? Fidelização em relação à marca.

Para particularizar esta relação com o cliente é preciso identificar, diferenciar, interagir e, por fim, personalizar o relacionamento de forma a ser uma experiência única. A informação precisa sobre suas expectativas, mapeadas via o relacionamento, que é bidirecional, cria uma relação de conveniência e comodidade. Conhecer este cliente e seu perfil único de consumo permite realizar produção e oferta customizada com distribuição, comunicação e incentivos ao consumo personalizado.

Não podemos esquecer que “clientes são o ativo mais valioso de uma empresa”. E mais, é preciso distinguir os clientes de maior valor dos clientes com valor estratégico (potencial) e manter um relacionamento diferenciado com cada um deles.

Vale mencionar também sobre a importância das ferramentas tecnológicas de gestão integrada (Enterprise Resource Planning, CRM, Business Intelligence, Data Warehouse, Data Mining, etc). Além disso, as soluções de métricas e análises web contribuem para transformar dados em informação (qualitativa e quantitativa), que gera conhecimento, de maneira a dispensar tratamento diferenciado. A empresa organiza, facilita e agiliza seu relacionamento com os clientes.

A integração da visão digital, interativa e colaborativa e o uso de soluções eficientes e adequadas aos meios digitais (online) são a garantia do sucesso das ações de relacionamento. Elas devem estar contempladas nos processos de planejamento estratégico, de campanhas e ações promocionais de relacionamento. Isso inclui criação, definição do formato, conteúdo e mídias.

Discutir a relação parece muito mais fácil e pode doer menos! Acredite se quiser.

Maria Elisa Miranda é Gerente Executiva do Virtual Metric, área de métricas e análises web da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de marketing digital.

Campanha Samsung para o Dia das Mães

Samsung

A Samsung lançou sua campanha para o Dia das Mães onde o consumidor deve enviar para o hot site da promoção uma foto com os temas Mãe, Amor e Verdão. Verdão? Ué, e a torcida do curinthia, ou a do São Paulo será que irão participar e concorrer a uma camisa oficial do rival? Como ficam os consumidores do resto do país que não querem nem saber dos times paulistas?

Levando em consideração a pesquisa da Datafolha, realizada em novembro de 2007, que informou que o verdão tinha apenas a quarta maior torcida do Brasil, empatada com o Vasco (6%) e atrás dos conterrâneos São Paulo (8%) em terceiro e o Corinthians (12%) com a segunda posição (o primeiro é o Flamengo que até hoje pega carona na era Zico - 17%), o que você acha da estratégia de grandes empresas patrocinarem apenas um time, sem levar em consideração a paixão dos consumidores pelos times rivais?

E você, participaria de uma campanha pra ganhar ingressos do jogo do time adversário? Deixe aqui sua opinião sobre este assunto. Clica!

Cartão de visita, como usar

A PEÇA BÁSICA DO NETWORKING
Por Marcelo Miyashita

Se o networking é, para as relações profissionais, uma prática necessária e fundamental para a construção de redes de contato, o cartão de visita, seus modos, etiqueta e funcionalidade, torna-se o objeto mais tangível dessa prática. É preciso saber seus significados e sua utilização correta no dia-a-dia. Afinal, materialmente o cartão é o que se entrega e o que se recebe num primeiro contato. Influencia e reforça as opiniões, além de deixar disponíveis informações para abordagens posteriores.

Há várias histórias sobre sua origem, uma delas conta que o cartão de visita surgiu durante o século XIX. Era utilizado pelas senhoras da sociedade vitoriana em suas visitas, para que fossem apresentadas pelos condutores de suas carruagens às pessoas de uma determinada casa. O condutor apresentava um cartão com o nome e título da senhora, que aguardava na carruagem, e, se a dona da casa desejasse sua visita, o condutor abriria a porta da carruagem. Caso contrário, a carruagem iria embora, sem expor sua passageira a uma situação constrangedora.

O cartão de visita, portanto, surgiu como peça identificadora e ele ainda carrega esse significado: diz quem a pessoa é, de onde vem e como pode ser localizada.Além disso, todo seu ritual de entrega também transmite significados. Então, o cartão de visita profissional é, para a prática do networking, parte importante que merece atenção especial. Sobre isso, alguns cuidados:

Ritual da entrega
É costume trocar cartões no início da conversa. Não espere a pessoa entregar o dela, entregue o seu e, se a pessoa não sugerir que irá entregar o dela, peça objetivamente. Não há constrangimento nisso. Se a pessoa não tiver um cartão, tome a iniciativa, pegue uma caneta e anote os dados dela. Isso demonstrará seu interesse em manter a relação e valorizará a pessoa.

Leia e faça comentário
Ao receber um cartão, leia-o. Fique quatro, cinco segundos lendo o cartão - isso demonstrará sua atenção com quem a pessoa é - e busque, nas informações, um assunto para dar continuidade a conversa.

Mantenha o cartão à mão
Não pegue o cartão da pessoa e guarde. Fique com ele, segure junto com o seu porta-cartão. Isso, além de valorizar o cartão da pessoa, ajudará você a memorizar os dados dela e buscar mais facilmente, caso esqueça.

Estabeleça um gancho
Busque sempre levar o diálogo para que possa fazer um contato posterior, por e-mail, prometendo enviar alguma informação para a pessoa. Aí entra a capacidade de buscar ajudar, que é a força motriz do bom networking – “ajudando nos tornamos relevantes, lembrados e queridos”.

Após o contato, anote
Escreva no verso do cartão de cada pessoa palavras-chaves que irão te ajudar a reconhecê-la posteriormente. Num evento ou mesmo numa reunião de trabalho, é possível fazer vários contatos e, também, confundi-los.

Dê feedback em 48 horas
Prometa o acertado em, no máximo, 48 horas. Se, por exemplo, prometeu enviar uma matéria sobre um assunto do interesse da pessoa, faça isso dentro desse prazo. Isso demonstrará sua atenção, ajudará para que seja lembrado e firmará um contato mais relevante entre as partes. Lembre-se que a pessoa também pode ter conhecido outras pessoas no mesmo evento. É preciso, portanto, diferenciar-se para se manter lembrado.

Registre as informações
O último passo é deixar registrado, numa base única, como o MS Excel, as informações dos cartões. É incrível, mas temos dados espalhados em diversos “bancos”: agenda, Outlook, webmail, Palm, celular, cadernos etc. Isso é problemático, pois dificulta nossa busca e facilita a perda de dados. Pois isso, concentre numa única base: isso ajudará a visualizar quem você conhece.

Classifique e pratique networking
Por fim, para manter seus contatos ativos, é fundamental buscar classificá-los e agrupá-los por semelhança. Além disso, é bom compreender quem são seus contatos mais importantes conforme seus objetivos junto ao networking, que podem ser empresariais - como conquistar novos clientes e estabelecer novas parcerias - ou ligados à empregabilidade - como conseguir promoções internas e novos empregos.

Por tudo isso, dê mais atenção ao cartão de visita. Evite seu uso com displicência e transforme-o numa ferramenta de trabalho. Se contato é tudo na vida, precisamos trabalhá-lo com disciplina, mas também com harmonia, empatia e boas intenções. Afinal, pessoas, antes de tudo e de qualquer interesse, são pessoas. E como foi afirmado, é ajudando que somos ajudados. Então, mobilize-se para as pessoas.

Marcelo Miyashita é consultor e palestrante da Miyashita Consulting, professor de MBA e pós-graduação na Cásper Líbero, FGV EAESP GVpec, PUC-SP, Madia Marketing School, IMES, Unip, IBModa e é colunista do Mundo do Marketing.

De onde vêem os nomes das empresas?

Muito legal este capítulo da Wikipedia que mostra de onde surgiram os nomes e marcas mais famosas do mundo. Você sabia que Steve Jobs escolheu a maçã como símbolo da marca Apple porque ele já trabalhou em um pomar e é a fruta que ele mais gosta? Ou que Adobe era o nome do rio que passava atrás da casa dos fundadores da empresa?

É engraçado ver que algumas marcas de sucesso são reconhecidas mundialmente e não precisaram de um estudo de mercado, ou uma pesquisa qualitativa, coisas que fazemos hoje em dia na hora de lançar um novo nome ou produto no mercado. Tudo isso nos faz refletir até que ponto o nome dado a uma empresa influenciará no seu sucesso, e que ele é conquistado pelo que é e não como a chamamos.

Vale a pena uma visita. Clica!

O que é Marketing?

A presença do Marketing na sociedade afeta a quase totalidade dos seus membros através de diversas formas e com mecanismos distintos. Tanto assim é que, frequentemente, conduz a certas confusões entre o que é Marketing e algumas das ferramentas a que recorre para alcançar os seus fins, como os estudos de mercado, a publicidade ou o patrocínio de eventos. Por isso, é importantíssimo identificar o que implica o conceito de Marketing e conhecer as definições que melhor o descrevem.

Numa primeira abordagem, pode-se definir o Marketing como o conjunto dos meios de que dispõe uma empresa para vender os seus produtos aos seus clientes com rentabilidade. Até aqui nada de novo! Todas as empresas, desde que existem, têm tido a preocupação de vender os seus produtos aos seus clientes – e não terão sido levadas a fazer Marketing sem o saber? Num certo sentido, é verdade: desde que os homens tiveram necessidade, para viver, de vender o que produziam, o marketing sempre existiu. Mas o que se modificou, desde há alguns decênios, sob a influência de diversos fatores econômicos, tecnológicos e científicos, foi o modo como as empresas o praticam e a própria concepção que fazem dele.

O Marketing sempre foi definido de muitas formas distintas. Quase, diariamente, são propostas novas definições, cada uma contendo as especificidades que os seus autores consideram necessárias para alcançarem uma melhor compreensão do conceito.

O conhecimento de tais definições é um valor incalculável para compreender a evolução do Marketing bem como aprofundar o seu conhecimento. As mais representativas, pela autoridade de quem as propõe, bem como pelo fato de uma ser concebida nos Estados Unidos da América e outra na Europa, provavelmente são as seguintes:

AMERICAN MARKETING ASSOCIATION

“Marketing é o processo de planificação e execução da concepção, fixação de preços, promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços para criar relações de troca que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais.”

THE CHARTERED INSTITUTE OF MARKETING

“Marketing é o processo de gestão responsável por identificar, antecipar e satisfazer de uma forma rentável as necessidades dos consumidores.”

A estes dois conceitos oficiais podemos acrescentar um sem fim de definições, que podem ser reveladores do aspecto decisivo que o Marketing desempenhou, desempenha e sem dúvida desempenhará no modelo de sociedade futura.

O Marketing poderá mesmo tornar-se numa força catalisadora da sociedade, enquanto princípio nobre de tentar satisfazer as necessidades do ser humano, através da produção de bens e prestação de serviços que a pessoa está interessada em adquirir.

O Marketing aplicado à letra poderá mesmo desencadear a revolução do novo milênio, ao dar o verdadeiro poder à pessoa de decidir de acordo com os seus desejos. Afinal, o cliente é a fonte dos rendimentos das empresas.

DEFINIÇÕES DE MARKETING

“O estudo do público, isto é dos mercados, é de três ordens:
econômico, psicológico e social.”

Fernando Pessoa, 1926

“Não se pode vencer contra o povo. Quem não sentir esta
verdade indubitável não pode ser guerrilheiro.”

Ernesto Che Guevara, 1960

“O Marketing no seu melhor, consiste na criação de valor
e na melhoria dos níveis de vida no mundo.”

Philip Kotler, 1997

“Kotler is marketing.”
Al Ries

“A administração deve pensar em si mesma não como produtora de produtos,
mas como fornecedora de satisfações de valor, criadoras de clientes.”

Theodore Levitt

“Marketing não é uma função; é todo o negócio visto na perspectiva do cliente.”
Peter Drucker

* Publicado inicialmente no site MktOnline. Clica!

Veja também:
- Management TV - 5 vídeos sobre Marketing com Philip Kotler e Jack Welch
- Vídeo aula sobre o conceito básico de Marketing

Leia também:
- Qual o Objetivo do Marketing
- Mas afinal, o que é Marketing?

O consumidor é fiel à marca ou ao ponto-de-venda?

Os fabricantes de produto de consumo estão tendo cada vez mais dor de cabeça para manter seus clientes fiéis. Na Bélgica, a rede de supermercados Delhaize, uma das líderes do varejo com 775 lojas, retirou de suas prateleiras 250 produtos da Unilever em fevereiro. Enquanto as duas empresas não chegam a um acordo sobre os preços de produtos e sobre merchandising nas lojas, os consumidores estão indo atrás dos produtos em outras redes ou trocando a marca Unilever por outras concorrentes.

Um terço dos clientes da Delhaize afirmou, em uma pesquisa on-line, que vão atrás dos produtos da Unilever no Carrefour e na rede de desconto C olruyt. Um terço migrará para produtos iguais ou semelhantes de outras marcas ou comprará marcas próprias, enquanto a outra parte dos clientes da rede belga ainda não sabe que medida vai tomar para suprir suas necessidades e desejos.

Aqui no Brasil, em recente entrevista à revista Exame, o diretor executivo das Casas Bahia, Michael Klein, comentou sobre a mudança que a rede havia feito Read more

Campanhas por e-mail influenciam positivamente a percepção dos consumidores

É o que diz a pesquisa realizada com 1517 consumidores americanos em outubro de 2008 pela empresa Epsilon Corporate e publicada este mês.

Segundo a pesquisa, campanhas online, especialmente as realizadas por e-mail influenciam positivamente na decisão de compra dos consumidores offline, aumenta a reputação da empresa e gera fidelidade à marca.

Principais conclusões:

- 62% afirmaram que tem os hábitos de compra offline
influenciados por campanhas online;
- 57% são mais fiéis a empresas devido as comunicações que
recebem via e-mail, quando autorizadas (opt-in);

“Empresas de produtos de consumo como Procter & Gamble e Johnson & Johnson, enfrentam um grande desafio ao incorporar a comunicação por e-mail em no seu marketing mix. Elas precisam envolver os consumidores e encontrar uma forma que lhes permitam interagir com as marcas e produtos tanto online quanto offline”, afirma Kevin Mabley, Senior Vice President da Epsilon.

Quando questionados quantas vezes os consumidores foram influenciados devido a uma campanha de e-mail marketing os resultados são ainda mais interessantes:

- 91% já imprimiram ou realizaram o download de algum cupom promocional para uso online ou offline;
- 81% já clicaram em um link “saiba mais”;
- 67% pesquisaram qual a loja do varejo mais próxima que vende o produto;
- 66% solicitaram uma amostra grátis do produto;
- 65% encaminharam o e-mail ou o cupom para um amigo;
- 65% compraram o produto online.

Mais informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no site da Epsilon. Clica!

O que é Trade Marketing?

Em tempos de crise financeira, onde empresas anunciam reduções significativas nas verbas de marketing e propaganda, cresce a importância da figura do Trade Marketing, que ainda é muito confundida com a atividade de merchandising, assim como ocorre com o Marketing que, às vezes, é reduzido à atividade de Propaganda.

O Trade Marketing complementa a atividade de Marketing, que é focada principalmente no consumidor final, e a de Vendas, focada principalmente no cliente varejista, estudando as estratégias de ponto-de-venda e os fatores motivacionais do consumidor (shopper) nesse ambiente e a partir daí estabelecendo ações operacionais que atendam esses objetivos estratégicos. O conceito de Trade Marketing entende que o contato do consumidor com o produto e com o ambiente competitivo se dá no ponto-de-venda e que a estratégia de marketing deve estar visível para o consumidor nesse espaço e nesse momento de decisão de compra.

No seu dia-a-dia o Trade Marketing trabalha com assuntos relativos à exposição de produtos, giro de estoques, margem de rentabilidade, motivação da equipe de vendas do cliente (varejo), promoções e campanhas de vendas, dentre outros.

Para entender a abrangência do conceito é necessário analisar o Trade Marketing Mix que assim como no Marketing Mix, é um termo utilizado para descrever a combinação dos elementos e ações que aplicados, constituem as principais ferramentas da empresa na aplicação do conceito de Trade Marketing. As variáveis que fazem parte do Trade Marketing Mix são:

PROMOÇÃO
Onde o principal objetivo é conseguir o balanceamento entre a promoção do produto no ponto-de-venda e as promoções gerais de preço, buscando ainda o equilíbrio com a propaganda dirigida ao consumidor final, para construir a imagem da marca e do produto.

VENDAS
Desenvolvendo opções de ações de ponto-de-venda e de interação com o cliente que permitam concentrar as discussões de vendas na visão de longo prazo do negócio e na estratégia das empresas envolvidas.

SERVIÇO
É o principal elemento de negociação e atendimento, normalmente existirão diferenças entre o que o varejista deseja e demanda e o que o produtor pode efetivamente fornecer.

PRODUTO
Procurar diferenciação por meio da inovação ou de produtos dedicados ou exclusivos que ajudem o varejista a manter seu nível de competitividade e administrando o mix de produto por cliente buscando minimizar o conflito de canais.

PREÇO
A concentração neste item como o principal ponto de negociação deve ser evitado, buscando ampliar o conceito para o valor dos produtos e serviços oferecidos.

PRESENÇA DE MERCADO
Buscar a otimização da presença no ponto-de-venda destinando recursos em função das necessidades demandadas por cada cliente.

RESULTADOS E RENTABILIDADE
O resultado total da empresa é obtido pela somatória dos resultados individuais, e, portanto o custo de atendimento e as margens obtidas em cada cliente devem ser apurados; devendo ainda ser estabelecido objetivo individual de margem e rentabilidade para cada cliente e não apenas de volumes de vendas.

Diante disso, o profissional de Trade Marketing é exigido ao extremo e é preciso ter conhecimentos multidisciplinares, pois em sua atividade diária estará lidando com diversos assuntos relativos à área de marketing tais como; produto, promoção, material de ponto de venda, comportamento do consumidor e preços; tratará ainda de aspectos de logística de entregas, de programação de produção, de finanças, de administração de vendas entre outros.

Embora a atividade mais visível do Trade Marketing seja a de Propaganda, Promoção e Merchandising no PDV, devem ser desenvolvidas atividades relacionadas ao Mix de Produtos, Preços, Vendas, Serviços e Logística, Sistemas de Informações e Rentabilidade. Os objetivos de Trade Marketing só poderão ser alcançados se houver um envolvimento completo em todas as atividades e uma integração entre as mesmas, já que uma atividade promocional ou de merchandising, por exemplo, irá depender do posicionamento de preço e das margens, da disponibilidade dos produtos, da ação de vendas e nos acordos estabelecidos com o cliente, na pronta reação de logística e de serviços no acompanhamento do giro e do abastecimento dos produtos no ponto-de-venda e finalmente só poderá ser avaliado o sucesso da operação se os resultados forem positivos.

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Confira a entrevista de Christopher Montenegro, sócio-diretor da POP Marketing, e um dos especialistas de maior importância no segmento, dada ao site Mundo do Marketing. Ele explica ainda como obter até 30% de aumento nas vendas fazendo apenas uma ação de treinamento e incentivo e fala sobre como ganhar visibilidade no ponto de venda sem gastar toda a verba de marketing.

Fala-se cada vez mais da importância do trade marketing, mas qual é o caminho para se diferenciar.
Olhando para o mercado brasileiro, principalmente nas últimas duas décadas, percebemos que a profissionalização do marketing tomou conta das empresas – já não há mais espaço para quem trabalha de forma empírica e que não conheça o consumidor. Especificamente sobre trade marketing, há três momentos: um primeiro que é de ouvir falar e achar importante porque, através dos canais de vendas, consegue-se Read more

Os consumidores querem uma TV de tela plana e fácil de usar

Aproveitando as festas de fim de ano, data quente no varejo, a Philips publicou a pesquisa Brand Tracking Brazil, onde aponta que quase metade dos consumidores nas classes AB desejam comprar uma TV de tela plana – 98% delas comprarão seu primeiro modelo. A pesquisa apontou ainda que apenas 19% deles já possuem pelo menos um aparelho desse tipo em suas casas, o que nos leva a crer que o mercado ainda tem muito que crescer em 2009.

Nenhum entrevistado manifestou o desejo de adquirir uma TV convencional. Por outro lado, 45% dos consumidores paulistanos e cariocas, das classes AB+, afirmaram que planejam comprar uma TV de LCD (ou Flat TV). Os sistemas de Home Theater aparecem como segundo eletrônico mais desejado, com 24% de intenção de compra.

HÁBITOS DE CONSUMO

Na hora de escolher a marca desejada para produtos eletrônicos, especialmente os televisores, os consumidores levam em conta aspectos como tecnologia, design, qualidade e facilidade de uso.

Os entrevistados revelaram preferência por soluções capazes de simplificar a vida – e também afirmaram valorizar marcas reconhecidas por desenvolver produtos baseados em suas necessidades. Esses atributos foram apontados tanto por quem já possui um produto eletrônico como por quem pretende adquiri-lo, o que mostra que, cada vez mais, os fabricantes devem analisar as necessidades dos consumidores antes de lançar um determinado feature, e no caso do Brasil, um país continental com hábitos completamente diferentes, isso fica ainda mais desafiador.

O desafio para quem trabalha no ponto-de-venda também é grande, provar para o consumidor que uma determinada TV possui muito mais do que tecnologia é fundamental. A experimentação na hora da venda aproxima o consumidor do produto e mostra as facilidades de utilização, um dos pontos mais valorizados por quem está comprando uma TV, segundo a pesquisa.

Ranking dos atributos para as marcas desejadas

1. Ter tecnologia avançada
2. Apresentar design moderno
3. Ter os produtos de melhor qualidade
4. Ser muito comentada
5. Ter produtos fáceis de usar e instalar
6. Simplificar a vida das pessoas
7. Estar na moda
8. Oferecer grande variedade de produtos
9. Desenvolver produtos com base nas necessidades dos consumidores

PERFIL DO CONSUMIDOR DE FLAT TV

Segundo a pesquisa, os homens (63%) da classe A (64%) despontam como o típico consumidor atual do produto. Hoje a TV de LCD (ou Flat TV) está mais presente na casa dos jovens de 25 a 34 anos (55%) do que entre as pessoas de 35 a 45 anos (45%).

A TV DOS SONHOS

Segundo a pesquisa, os consumidores apontaram ainda as tendências para um futuro próximo e o que gostariam de ter nas TVs dos seus sonhos:

Interatividade

− Comandos de voz e sensores que detectem movimento para ligar ou desligar a TV, mudar de canal ou realizar outras funcionalidades.
− Leitor de impressões digitais que permita o bloqueio de canais ou o acesso rápido a opções pré-selecionadas.
− Oferecimento de cardápios com opções variadas de programação, capazes de contemplar os diferentes estados de espírito do espectador, como conteúdo de humor para os momentos mais animados.

Comunicação e relacionamento

− A adição de novas funcionalidades, como a disponibilização do acesso à internet e a instalação de câmera acessória, pode transformar a TV em um portal de videoconferência.
− Telas sensíveis e interativas podem funcionar como lousas digitais, para escrever, desenhar e, depois, transmitir as mensagens.
− A inclusão de memórias especiais faz com que a TV possa armazenar e organizar conteúdos que seriam compartilhados com familiares e amigos.

Diversão

− Aparelhos dotados de Bluetooth capazes de captar o conteúdo de celulares, MP3 players e computadores de maneira simples e direta.
− Telas grandes para permitir a exibição de mais de uma imagem, com boa qualidade, simultaneamente.
− TVs capazes de dividir não apenas os sinais de vídeo na tela, mas também os canais de áudio, para que duas ou mais pessoas, munidas de fones de ouvido sem fio, possam assistir a um programa diferente de forma harmoniosa.

A pesquisa ouviu 400 consumidores apenas de São Paulo e Rio de Janeiro nas classes AB+, o que necessariamente não reflete a realidade de outras regiões do Brasil. Ela descobriu ainda que a TV dos sonhos dos brasileiros tem que proporcionar mais interatividade e fornecer novas formas de comunicação e relacionamento.

A pesquisa completa pode ser acessada em no site da Philips, Clica!

Leia também:
- TV interativa sem Ginga?

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