Como funciona o AdWords do Google

O Google Brasil postou ontem no You Tube um vídeo do economista chefe Hal Varian explicando como funciona o sistema de leilões do AdWords e como o CPC Máximo e o Índice de Qualidade determinam quanto você paga por um clique em um anúncio de texto.

Ele explica de forma simples e didática como funciona o serviço, que na minha opinião, deveria ser assistido por todos os publicitários, principalmente os que ainda são estudantes, pois cada dia mais os Links Patrocinados fazem parte do plano de mídia das grandes agências.

Se você é publicitário (ou está ralando pra ser um) deve ver também este vídeo que apresenta como utilizar o AdWords em campanhas publicitárias:

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Vem aí o Google Voice

Quando morei nos EUA em 1997 já trabalhava com internet e desenvolvia projetos web para o Brasil, porém uma das minhas maiores dificuldades era a comunicação por voz. Lembro que na época o software de comunicação mais utilizado era o MIRC, onde através de um chat com uma interface horrível que lembrava o DOS, mantinha contato com minha família e com meu sócio diariamente.

Em pouco mais de 10 anos vejo o futuro desejado naquela época chegando. Fico feliz em participar deste momento! Que venha o Google Voice

GOOGLE ENFRENTA SKYPE E MS E
ENTRA NA “GUERRA” DA TELEFONIA ONLINE

O Google anunciou nesta quinta-feira, 12/03,o lançamento de um serviço de telefonia on-line equivalente ao Skype. O novo produto, batizado de Google Voice, promete criar problemas para as operadoras tradicionais e para às que investiram no mundo IP.

Ao falar do novo serviço, o Google reforça que o objetivo da companhia ao entrar nessa área é o de simplificar as comunicações. O Google Voice se baseia na tecnologia da Grand Central Communications, companhia adquirida em julho de 2007.

Como no software original da Grand Central, o Google Voice oferece aos usuários um número de telefone unificado que pode direcionar os telefonemas recebidos a números domésticos, celulares ou ao escritório.

A nova versão utiliza tecnologia de reconhecimento de fala que o Google desenvolveu para seu serviço de guia telefônico Goog-411, e transcreve automaticamente em forma de texto as mensagens de correio de voz. As mensagens transcritas podem ser encaminhadas como e-mail ou mensagens de texto ao celular de uma pessoa.

O modelo é preocupante para as operadoras tradicionais que já assumem perdas de receitas para as ligações on-line. O Skype, por exemplo, possui cerca de 400 milhões de usuários mundialmente e responde por cerca de 350 mil ligações por dia.

* Matéria publicada no site Convergência Digital. Clica!

Branding puro!

Ctrl V + Ctrl C que vale a pena ter guardado para futuras consultas. Confira o artigo de Monica Sabino, publicado no Mundo do Marketing e que fala porque o Google é uma das marcas mais valiosas do mundo mesmo sem ser um dos maiores anunciantes.

Google, e a abundância
Por Monica Sabino*

No fim de Abril desse ano, quando saiu o resultado do estudo Brandz, da Millward Brown, que apontava Google como a marca mais valiosa do mundo (valendo 86 bilhões de dólares) e com um crescimento de 30% contra o ano anterior, em toda parte surgiram comentários e artigos falando mais uma vez sobre essa suposta “anomalia”. A marca mais poderosa do mundo não investe em propaganda.

A anomalia nesse estudo, pelo meu ponto de vista, é uma outra. A categoria que mais investe em propaganda no mundo, dados da Advertising Age, é a categoria automotiva, que investiu 22 Bilhões de dólares globalmente em 2006. No entanto não há nenhuma marca de automóveis entre as top 10 no estudo da Millward Brown. Nenhuma.

Isso não é propriamente uma novidade. Investir em propaganda nunca foi garantia de resultado. Que o digam os Diretores Financeiros que tantas vezes ouvem dos profissionais de Marketing, que não há como esperar retorno desse investimento em mídia, afinal essa é (supostamente) uma ação de “Branding”. Mas vivem frustados porque os investimentos em propaganda crescem na maior parte das vezes à frente do crescimento das marcas e números de crescimento que vem assim em dígitos duplos, como o do Google, são a exceção e não a regra.

Por que o Google consegue construir a marca mais poderosa do mundo sem estar na lista das marcas que mais investem em propaganda no mundo? Porque a marca Google foi e está sendo construída baseada em um benefício relevante e com uma proposta que atrai os consumidores, ao invés da marca ter que caçá-los. E isso é que é “branding”.

A proposta do Google pode ser articulada claramente pela maior parte dos usuários, incluindo minha filha de dez anos que me responde: “O Google me ajuda a encontrar o que eu preciso na internet”. O nome reforça o conceito. A simplicidade da apresentação e do design idem.

Não é uma logomarca excepcional feita pelo designer da moda. Mas é uma proposta que atrai. Algo que se destacou para nos ajudar a “enxergar” nesse mundo de informações da web. E se tornou quase que a única escolha lógica para o consumidor nessa categoria. Prova é a participação do Google no mercado de buscas, consistentemente acima de 60% e quase três vezes maior que o segundo colocado.

Um caso como o do Google nos ajuda a enxergar claramente o valor do Branding, que é justamente o processo de se chegar a essa proposta que atrai os consumidores e torna a marca a única escolha possível para eles. Trabalhar para achar essa proposta e comunicá-la consistentemente em todos os pontos de contato com o consumidor é seguramente o melhor investimento que um gerente de marca pode fazer para a saúde de sua marca. Um investimento em saber o que dizer antes de começar a dizê-lo.

E por que hoje investir em Branding está cada vez mais crítico???

Sob o risco de repetir o que já estamos cansados de saber, primeiro pela abundância. É incomparável a abundância de opções do consumidor. Tanto em termos de bens e serviços, mas também através da praticidade que oferecem os pontos-de-venda virtuais.

Segundo porque encontrar os consumidores, especialmente os mais jovens, tem estado cada vez mais complicado. Os novos hábitos de consumo e a crescente produção de conteúdo pelo próprio consumidor trazem o cenário de abundância também para a mídia. O consumidor não está mais onde costumava estar, e o velho e bom plano de mídia pode não alcançá-lo mais.

Assim, se uma marca quer nos convencer de seu valor, não será apenas com um belo design ou loja, ou com um plano de mídia milionário na TV. Antes de mais nada, a proposta da marca tem que falar conosco, porque opções, francamente, não faltam. Então é crítico, sim, investir em um profundo entendimento de como o consumidor se relaciona com a categoria em questão, como compra, como usa, onde guarda, o que pensa, o que espera… Que necessidades suas ainda não estão satisfeitas, o que ele gostaria que fosse diferente, quando é que o produto não pode falhar de jeito nenhum e por aí vai. Só assim é que se dirá algo que se destacará nesse oceano de abundância.

Branding se constrói na convivência com o consumidor, e não nos escritórios. Se faz na loja, na rua. Porque as marcas não são nossas ou o que queremos que elas sejam, mas são feitas a cada dia, a cada uso pelos seus consumidores. E é por isso que o Google construiu uma marca de 86 bilhões de dólares. Nem todo gerente de marca tem algo com esse potencial na mão, mas sair de sua mesa e ouvir o consumidor, não apenas em grupos de foco ou através de um relatório de muitas páginas, mas em longas conversas é um ótimo começo para se desenhar o primeiro rascunho do plano de Marketing de 2009.

Ah, a propósito. Quanto à afirmação de tantos profissionais de Marketing de que os planos de mídia não precisam se pagar por serem ações de “branding”… Bem, você e eu sabemos que às vezes eles são, outras não. Algumas vezes o verdadeiro investimento em saber o que se dizer antes de dizê-lo não foi feito. E o bilionário investimento global da indústria automotiva está aí para nos lembrar disso, não é mesmo?


* Monica Sabino é profissional de Marketing com 16 anos de experiência em empresas como Procter & Gamble, TIM/blah! e Novartis. Atualmente é sócia da Consultoria de Estratégia e Branding Brandgame e professora de pós-graduação em Marketing.

Mundo do Marketing: Publicado em 18/8/2008

Isso eu já sabia! Google, melhor empresa pra se trabalhar nos EUA.

Google

Mais uma vez o Google foi eleito como a melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos, mas acho que esse mérito não fica só por aquelas bandas não…

A revista Fortune acaba de publicar o ranking das 100 melhores empresas americanas para se trabalhar, a novidade mesmo foi a colocação da Microsoft que amarga a 86ª posição e o Yahoo na 87ª. De acordo com a revista, uma das razões para a liderança do Google, é a oferta de ações da empresa para 99% dos funcionários, mas será que é só pelo dinheiro? Será que a comida do tipo gourmet grátis, academia 24 horas, aulas de ioga, médico e cabeleireiro no local de trabalho, lavagem do carro uma vez por semana, entre muitos outros não conta?

A lista ainda conta com a Quicken Loans, que trabalha com empréstimos, em segundo lugar, a Starbucks com a 7ª posição, a Nike com a 82ª.


OS 10 PRIMEIROS

1 Google
2 Quicken Loans
3 Wegmans Food Markets
4 Edward Jones
5 Genentech
6 Cisco Systems
7 Starbucks
8 Qualcomm
9 Goldman Sachs
10 Methodist Hospital System

Confira a matéria completa na revista Fortune, Clica!

Google Presentation


Aos poucos a ferramenta “Office” do Google vai chegando perto dos produtos vendidos pela Microsoft, com um diferencial bem interessante: é gratuito.

O Google Presentation ganhou recentemente seu primeiro upgrade, apesar de ter gostado bastante, ainda não é possível exportar para o formato PPT, do PowerPoint, o que para mim é uma enorme desvantagem pois nem sempre estou online. Outra grande diferença é a utilização da conhecida e simples interface já padrão nas ferramentas Google, contra as sombras e elaboradas (e lindas) da Microsoft, principalmente no Vista.

O Google, como sempre, apostando que um dia seremos todos online 24 horas por dia (também acredito nisso), mas ainda não é bem a nossa realidade. De qualquer forma é um enorme avanço em busca da conquista do mundo. Go Google, go! :)