Lições de um Headhunter
No ambiente selvagem do mercado de trabalho, é preciso acertar o alvo: encontrar o emprego certo na empresa certa. Quando Nick A. Corcodilos começou sua carreira como headhunter há aproximadamente 20 anos, tinha um olho aguçado para descobrir talentos, mas nem sempre era bem-sucedido. Read more
Sony anuncia novo PS3 e reduz preço em US$ 100
A Sony anunciou nesta terça-feira (18) o novo modelo Slim do Playstation 3, durante sua conferência na feira alemã GamesCom.
O novo modelo no console não traz novidades quanto a processamento, mas é 33% menor e 36% mais leve e gasta 34% menos energia que o modelo normal do PS3. Ele virá em apenas uma versão, com 120GB de disco rígido.
O console também ganhou um novo preço, com redução de US$ 100 em relação ao PS3 normal. O PS3 Slim chega às lojas na primeira semana setembro, custando US$ 299 (ou 299 euros, ou 29,9 mil ienes).
Os modelos anteriores do PS3 também sofreram redução de US$ 100 no preço. Agora os modelos de 80GB e 160GB custam US$ 299 e US$ 399 respectivamente.
CORTE DE PREÇO DO PS3 DEVE
CAUSAR IMPACTO NAS VENDAS
A introdução de um PlayStation 3 mais barato pela Sony terá forte impacto nas vendas de videogames durante o próximo ano fiscal, depois de estimulá-las de maneira modesta este ano, declarou o presidente da produtora de videogames Square Enix Holdings.
Yoichi Wada, presidente da Square Enix, disse a um grupo de jornalistas na quarta-feira que o corte no preço do PS3 será positivo para as vendas de jogos, mas não é suficiente para justificar revisão nas projeções de vendas e lucro do ano fiscal em curso, que se encerra em março de 2010.
Na semana passada, a Sony anunciou que lançará versão mais compacta e barata do PS3 na primeira semana de setembro, a US$ 299 dólares nos Estados Unidos, 299 euros na Europa e 29,9 mil ienes no Japão, um corte de 25% ante o preço anterior da plataforma.
A decisão deve elevar as vendas do PS3 e apoiar as produtoras de jogos como Electronic Arts, Activision e Capcom.
A Square Enix e sua divisão Eidos, recentemente adquirida, anunciaram três títulos para o PS3, entre os quais a mais recente edição da popular série Final Fantasy, que deve sair no final do ano.
“Em termos de impacto (do corte de preços do PS3) sobre os resultados deste ano fiscal, não creio que vá fazer grande diferença”, disse Wada. “Mas antecipo forte impacto no ano que vem.”
A Square Enix, também conhecida por sua série de jogos Dragon Quest, previu que o lucro operacional dobrará, para 25 bilhões de ienes, no ano fiscal em curso, sobre vendas de 180 bilhões de ienes.
Sob as normas de informação financeira da bolsa de valores, a Square Enix seria forçada a revisar sua projeção de lucros caso determinasse que o novo resultado previsto será pelo menos 30% mais alto do que a projeção mais recente.
As ações da Square Enix fecharam a 2.335 ienes, com alta de 2,4%, superando a alta de 1,4% o no índice Nikkei, depois que o Bank of America Merrill Lynch elevou sua projeção de preço para a Square Enix de 2,53 mil para 2,8 mil ienes e reiterou sua recomendação de compra.
A corretora informou em relatório a clientes que a Square Enix tem uma forte linha de jogos capazes de vender mais de um milhão de cópias, incluindo Batman, da Eidos, e Dragon Quest 9 e Final Fantasy 13, que ela prevê que serão lançados em novembro ou dezembro.
Publicado inicialmente no portal Terra
Mas afinal de contas, o que é o relacionamento?
Não vamos discutir a relação e sim o relacionamento. Não se deixe influenciar pelo impacto da frase acima. Com certeza, não vai doer nada falar um pouco sobre relacionamento. Aliás, na recente história, nunca se falou tanto sobre o tema, o centro das atenções em tempos de tecnologia digital de informação, interatividade e colaboração. Tanto é que, uma das ações básicas para o sucesso de uma estratégia de marketing digital é desenvolver uma freqüência ativa no relacionamento web com os clientes.
De acordo com o Dicionário Houaiss, os significados para as palavras são: Relação, vinculação de alguma ordem entre pessoas, fatos ou coisas; ligação, conexão. Relacionamento - ato ou efeito de relacionar-se. Já o Marketing de Relacionamento é o “processo de criação, manutenção e aprimoramento de relacionamentos fortes e repletos de valor com clientes e outros interessados” (Kotler & Armstrong, Princípios de Marketing - 9º Edição).
Em essência, é um modelo de negócio centrado no cliente, de forma individual - “um a um”. Baseia-se no fato da empresa já ter uma conexão e conhecer o seu cliente, possibilitando a ele o acesso à informação de melhor qualidade, facilidade de compra e de comunicação. Além da economia de tempo e de dinheiro. Em suma, o benefício de que, seja mais fácil fazer negócio com a sua empresa.
É deste relacionamento que estamos falando, via web, uma mídia extremamente dirigida, que atinge um público formador e multiplicador de opinião. Permite interatividade e colaboração, disponibiliza uma oferta rica de produtos e serviços que visa a competitividade e a lucratividade.
O mundo mudou. A forma como as empresas se relacionam com seus clientes é decisiva para a continuidade do processo de consumo. Com a revolução digital, as pessoas passaram a ter, com o simples clique de um “mouse”, um universo de opções com total mobilidade e sem qualquer comprometimento. A ausência de comunicação, via contato físico, aliado ao surgimento de novas marcas e mídias, pode representar uma ameaça à lealdade. Portanto, a forma como as empresas vão se comunicar e se relacionar com o mercado através dos meios digitais, é que irá garantir o seu sucesso.
A internet possibilita o desenvolvimento e gerenciamento das relações individuais com clientes individuais. Uma série contínua de comunicações e interações colaborativas, muito próximas, com vínculos e contato direto. E qual é o objetivo final? Fidelização em relação à marca.
Para particularizar esta relação com o cliente é preciso identificar, diferenciar, interagir e, por fim, personalizar o relacionamento de forma a ser uma experiência única. A informação precisa sobre suas expectativas, mapeadas via o relacionamento, que é bidirecional, cria uma relação de conveniência e comodidade. Conhecer este cliente e seu perfil único de consumo permite realizar produção e oferta customizada com distribuição, comunicação e incentivos ao consumo personalizado.
Não podemos esquecer que “clientes são o ativo mais valioso de uma empresa”. E mais, é preciso distinguir os clientes de maior valor dos clientes com valor estratégico (potencial) e manter um relacionamento diferenciado com cada um deles.
Vale mencionar também sobre a importância das ferramentas tecnológicas de gestão integrada (Enterprise Resource Planning, CRM, Business Intelligence, Data Warehouse, Data Mining, etc). Além disso, as soluções de métricas e análises web contribuem para transformar dados em informação (qualitativa e quantitativa), que gera conhecimento, de maneira a dispensar tratamento diferenciado. A empresa organiza, facilita e agiliza seu relacionamento com os clientes.
A integração da visão digital, interativa e colaborativa e o uso de soluções eficientes e adequadas aos meios digitais (online) são a garantia do sucesso das ações de relacionamento. Elas devem estar contempladas nos processos de planejamento estratégico, de campanhas e ações promocionais de relacionamento. Isso inclui criação, definição do formato, conteúdo e mídias.
Discutir a relação parece muito mais fácil e pode doer menos! Acredite se quiser.
Maria Elisa Miranda é Gerente Executiva do Virtual Metric, área de métricas e análises web da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de marketing digital.
Cartão de visita, como usar
A PEÇA BÁSICA DO NETWORKING
Por Marcelo Miyashita
Se o networking é, para as relações profissionais, uma prática necessária e fundamental para a construção de redes de contato, o cartão de visita, seus modos, etiqueta e funcionalidade, torna-se o objeto mais tangível dessa prática. É preciso saber seus significados e sua utilização correta no dia-a-dia. Afinal, materialmente o cartão é o que se entrega e o que se recebe num primeiro contato. Influencia e reforça as opiniões, além de deixar disponíveis informações para abordagens posteriores.
Há várias histórias sobre sua origem, uma delas conta que o cartão de visita surgiu durante o século XIX. Era utilizado pelas senhoras da sociedade vitoriana em suas visitas, para que fossem apresentadas pelos condutores de suas carruagens às pessoas de uma determinada casa. O condutor apresentava um cartão com o nome e título da senhora, que aguardava na carruagem, e, se a dona da casa desejasse sua visita, o condutor abriria a porta da carruagem. Caso contrário, a carruagem iria embora, sem expor sua passageira a uma situação constrangedora.
O cartão de visita, portanto, surgiu como peça identificadora e ele ainda carrega esse significado: diz quem a pessoa é, de onde vem e como pode ser localizada.Além disso, todo seu ritual de entrega também transmite significados. Então, o cartão de visita profissional é, para a prática do networking, parte importante que merece atenção especial. Sobre isso, alguns cuidados:
Ritual da entrega
É costume trocar cartões no início da conversa. Não espere a pessoa entregar o dela, entregue o seu e, se a pessoa não sugerir que irá entregar o dela, peça objetivamente. Não há constrangimento nisso. Se a pessoa não tiver um cartão, tome a iniciativa, pegue uma caneta e anote os dados dela. Isso demonstrará seu interesse em manter a relação e valorizará a pessoa.
Leia e faça comentário
Ao receber um cartão, leia-o. Fique quatro, cinco segundos lendo o cartão - isso demonstrará sua atenção com quem a pessoa é - e busque, nas informações, um assunto para dar continuidade a conversa.
Mantenha o cartão à mão
Não pegue o cartão da pessoa e guarde. Fique com ele, segure junto com o seu porta-cartão. Isso, além de valorizar o cartão da pessoa, ajudará você a memorizar os dados dela e buscar mais facilmente, caso esqueça.
Estabeleça um gancho
Busque sempre levar o diálogo para que possa fazer um contato posterior, por e-mail, prometendo enviar alguma informação para a pessoa. Aí entra a capacidade de buscar ajudar, que é a força motriz do bom networking – “ajudando nos tornamos relevantes, lembrados e queridos”.
Após o contato, anote
Escreva no verso do cartão de cada pessoa palavras-chaves que irão te ajudar a reconhecê-la posteriormente. Num evento ou mesmo numa reunião de trabalho, é possível fazer vários contatos e, também, confundi-los.
Dê feedback em 48 horas
Prometa o acertado em, no máximo, 48 horas. Se, por exemplo, prometeu enviar uma matéria sobre um assunto do interesse da pessoa, faça isso dentro desse prazo. Isso demonstrará sua atenção, ajudará para que seja lembrado e firmará um contato mais relevante entre as partes. Lembre-se que a pessoa também pode ter conhecido outras pessoas no mesmo evento. É preciso, portanto, diferenciar-se para se manter lembrado.
Registre as informações
O último passo é deixar registrado, numa base única, como o MS Excel, as informações dos cartões. É incrível, mas temos dados espalhados em diversos “bancos”: agenda, Outlook, webmail, Palm, celular, cadernos etc. Isso é problemático, pois dificulta nossa busca e facilita a perda de dados. Pois isso, concentre numa única base: isso ajudará a visualizar quem você conhece.
Classifique e pratique networking
Por fim, para manter seus contatos ativos, é fundamental buscar classificá-los e agrupá-los por semelhança. Além disso, é bom compreender quem são seus contatos mais importantes conforme seus objetivos junto ao networking, que podem ser empresariais - como conquistar novos clientes e estabelecer novas parcerias - ou ligados à empregabilidade - como conseguir promoções internas e novos empregos.
Por tudo isso, dê mais atenção ao cartão de visita. Evite seu uso com displicência e transforme-o numa ferramenta de trabalho. Se contato é tudo na vida, precisamos trabalhá-lo com disciplina, mas também com harmonia, empatia e boas intenções. Afinal, pessoas, antes de tudo e de qualquer interesse, são pessoas. E como foi afirmado, é ajudando que somos ajudados. Então, mobilize-se para as pessoas.
Marcelo Miyashita é consultor e palestrante da Miyashita Consulting, professor de MBA e pós-graduação na Cásper Líbero, FGV EAESP GVpec, PUC-SP, Madia Marketing School, IMES, Unip, IBModa e é colunista do Mundo do Marketing.
A importância do Cartão de Visita
O QUE SEU CARTÃO DE VISITA FALA SOBRE VOCÊ?
Artigo escrito por Ilana Berenholc - Matéria da Revista Você S.A.
Você só existe como negócio quando tem um cartão de visitas. Ele é parte da sua imagem pessoal e corporativa e uma ferramenta para você imprimir sua marca pessoal
O cartão de visita tem várias funções. Ao entregá-lo, você está convidando o outro a manter contato com você. Além disto, ele indica a forma correta de escrever seu nome, define sua ocupação e posição e indica as formas do outro te encontrar. Agora, um bom cartão de visita, além de todas as funções acima, ajuda a destacá-lo dos demais, dá credibilidade a você e ao seu negócio e reflete sua marca pessoal.
O cartão não pode ser apenas bonito. Seu design deve comunicar de forma clara e precisa quem você e sua empresa são.Seu cartão é sua forma de comunicação com seu público-alvo e é uma forma de diferenciação. O formato, cores e fontes escolhidas devem ajudar a transmitir sua marca. Não adianta você gostar do cartão de visita de outra pessoa e copiá-lo para seu negócio se o que o design transmite não estiver de acordo com a imagem e valores de sua empresa e sua área de atuação. É a mesma coisa com o guarda-roupa.
Você pode adorar o figurino de seu amigo publicitário, mas ele não vai funcionar no seu escritório de advocacia. Vale a pena um bom investimento nessa área.Por mais que as papelarias forneçam material para você criar seu próprio cartão, não se aventure nessa área se não for sua especialidade. Você pediria para um mecânico fazer seu tratamento de canal? Pois é.
Contrate um designer ou uma agência de marketing, escritório de design ou branding para desenvolver sua identidade visual.
O que você escolher como design para seu cartão deve ser o padrão para todo o resto de seu material impresso. Existe também toda uma arte no modo de lidar com o cartão de visita de forma a valorizar e fortalecer sua imagem.
Para começar, nada de guardar seus cartões soltos em um bolso qualquer. Guarde-os em um lugar de fácil acesso, em um porta-cartão de qualidade, que combine com seu estilo pessoal e transmita uma imagem profissional e coerente com sua área de atuação. Nada pior do que ficar remexendo em suas coisas em busca do seu próprio cartão e ainda por cima entregá-lo sujo ou amassado. Seu cartão é valioso e deve ser tratado como panfleto.
Ao entregar um cartão para alguém, você está indicando que aquela pessoa vale seu tempo e atenção. Ele não deve ser entregue indiscriminadamente, para qualquer um, como propaganda do seu negócio. Para isto, faça um folder.
A princípio, os cartões devem ser usados apenas em situações profissionais, como reuniões de trabalho. Em eventos sociais, guarde-os apenas para aqueles com que você acha que vale a pena manter o contato. Não vá sacando seu cartão logo de cara. Converse com a pessoa até ter certeza de que você quer ser encontrado. Nunca entregue um cartão de visita com informações desatualizadas.
Sabemos que a empresa de telefonia pode mudar repentinamente seu número de telefone e você se ver com centenas de cartões que perderam a utilidade. Refaça-os imediatamente e jogue os antigos no lixo. Se você souber de antemão sobre quaisquer mudanças, o ideal é correr e ter tudo pronto o quanto antes.
A tolerância é de aproximadamente 30 dias para que você continue entregando os cartões antigos, corrigidos à mão. Ao receber uma cartão, passe os olhos antes de guardá-lo. Se você recebe um cartão e o guarda de qualquer jeito, sem lê-lo, transmite a imagem de alguém que não valoriza o outro e seu negócio.
Como quer que o outro o valorize então? É apenas um pequeno pedaço de papel. Porém pode fazer toda a diferença na sua imagem e a forma como os outros acreditam que conduz seus negócios.
A consultora Ilana Berenholc é especializada em aparência e comunicação não-verbal e membro da AICI – Association of Image Consultants
Natura e Itaú Unibanco, um bate-papo de gigantes na hora do almoço
Muito legal a iniciativa da revista Época Negócios em colocar cara-a-cara poderosos do mundo dos negócios no Brasil para conversar sobre assuntos diversos.
Nesta edição, Luiz Seabra, presidente do Conselho da Natura entrevista Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco. Uma conversa de gigantes poderosos sobre as mudanças impostas pela crise financeira no mundo dos negócios.
PRIMEIRA PARTE
Pré-conceitos econômicos, sustentabilidade e educação são alguns dos assuntos deste almoço divertido e informal.
SEGUNDA PARTE
TERCEIRA PARTE
Eu já sabia! Venda de refrigerantes cai e chega ao nível de 1997
Em dezembro de 2007 publiquei aqui um post falando do declínio do refrigerante frente aos sucos e águas. Lendo a M&M Online desta semana vi uma matéria que ilustra bem o que venho defendendo há muito tempo:
“(…) nas próximas décadas o mercado de refrigerantes deverá sofrer muito com a crescente onda de “Viva com Saúde”!”
CONSUMO DE REFRIGERANTE VOLTA NO TEMPO
Queda de 3% nas vendas em 2008 nos Estados Unidos já deixam patamar de consumo no mesmo nível apontado mais de uma década atrás.
As vendas de refrigerantes decaíram 3% nos Estados Unidos em 2008, seguindo uma tendência de queda que já ocorre há quatro anos consecutivos, segundo dados da Beverage Digest, que incluem bebidas energéticas e capturam as vendas em todos os canais, incluindo desde varejo até máquinas de venda. Com isso, os consumidores estão bebendo a mesma quantidade deste tipo de produto do que faziam em 1997.
“Os refrigerantes estão definitivamente em queda dentro da categoria de bebidas não-alcóolicas”, afirma John Sicher, editor da Beverage Digest. “A categoria é grande, mas as taxas de declínio estão piorando”.
Para ele, a economia tem impacto modesto sobre o mercado, como por exemplo, nos preços altos da gasolina antes da crise, que ocasionaram redução de vendas em lojas de conveniência.
Segundo Sicher, o mercado não dará uma volta tão cedo. “O grande desafio para Coca-Cola, Pepsi e outras é fazer com que seu negócio de refrigerantes ao menos permaneçam no atual status, para que eles não carreguem o mercado ladeira abaixo”, afirma.
Os refrigerantes representam 47,5% da categoria de bebidas não-alcóolicas (que teve queda geral de 2%). O segundo maior segmento é o de águas engarrafadas, com 29%. Na contramão dos refrigerantes, as águas com sabor assistiram suas vendas subirem 8,3%, bem como bebidas energéticas, com 9%.
Dentre as empresas, Coca-Cola e Pepsi perderam share no mercado de bebidas não-alcóolicas, enquanto Dr Pepper e Red Bull ganharam espaço.
Em meio às marcas, Coca-Cola subiu 0,1% no share e Pepsi perdeu 0,4%. Diet Pepsi caiu, enquanto Diet Coke ficou na mesma e a Coca Zero teve grande crescimento, chegando próxima do top ten.
Da AdAge.
Publicado no site Meio & Mensagem em 31/03/2009.
Vem aí o Google Voice
Quando morei nos EUA em 1997 já trabalhava com internet e desenvolvia projetos web para o Brasil, porém uma das minhas maiores dificuldades era a comunicação por voz. Lembro que na época o software de comunicação mais utilizado era o MIRC, onde através de um chat com uma interface horrível que lembrava o DOS, mantinha contato com minha família e com meu sócio diariamente.
Em pouco mais de 10 anos vejo o futuro desejado naquela época chegando. Fico feliz em participar deste momento! Que venha o Google Voice…
GOOGLE ENFRENTA SKYPE E MS E
ENTRA NA “GUERRA” DA TELEFONIA ONLINE
O Google anunciou nesta quinta-feira, 12/03,o lançamento de um serviço de telefonia on-line equivalente ao Skype. O novo produto, batizado de Google Voice, promete criar problemas para as operadoras tradicionais e para às que investiram no mundo IP.
Ao falar do novo serviço, o Google reforça que o objetivo da companhia ao entrar nessa área é o de simplificar as comunicações. O Google Voice se baseia na tecnologia da Grand Central Communications, companhia adquirida em julho de 2007.
Como no software original da Grand Central, o Google Voice oferece aos usuários um número de telefone unificado que pode direcionar os telefonemas recebidos a números domésticos, celulares ou ao escritório.
A nova versão utiliza tecnologia de reconhecimento de fala que o Google desenvolveu para seu serviço de guia telefônico Goog-411, e transcreve automaticamente em forma de texto as mensagens de correio de voz. As mensagens transcritas podem ser encaminhadas como e-mail ou mensagens de texto ao celular de uma pessoa.
O modelo é preocupante para as operadoras tradicionais que já assumem perdas de receitas para as ligações on-line. O Skype, por exemplo, possui cerca de 400 milhões de usuários mundialmente e responde por cerca de 350 mil ligações por dia.
* Matéria publicada no site Convergência Digital. Clica!
Detonautas estrela para Sony

A banda Detonautas é estrela da Sony na campanha “Liberte sua Música”, que tem como objetivo mostrar a conectividade entre os produtos da linha de áudio da marca, como som automotivo, walkman, mini e micro-system.
Produzida pela Dentsu, a ação é composta por mídia impressa e TV. O filme, com direção de Maurício Eça, da Hotel Filmes, será veiculado em novembro e dezembro na MTV e nos cinemas das redes Kinoplex, Rain, Circuito Digital, Rede Cinemark e UCI, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Para fechar a ação, a Sony Electronics, em parceria com a Sony Music, promoverá uma série de shows do Detonautas. O primeiro será em Porto Alegre, no Opinião Bar, em 16 de novembro.
Matéria publicada no site Propmark.
Mobile marketing já representa 10% de serviços de valor agregado de operadoras
Segundo IDC, mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e neste ano esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. Mercado deve explodir com o serviço de localização e a telefonia 3G.
A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC mostram que as mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado dessas operadoras. Em 2008, esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. “Apesar do crescimento, esse mercado ainda está no início no Brasil”, destaca Vinicius Caetano, analista de telecom da IDC. Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, cuja análise foi feita de forma quantitativa considerando o número de mensagens de publicidade e promoções, que hoje está em torno de 1 bilhão por ano entre todas as operadoras.
Já outro estudo correlato, Mobile Marketing, avaliou esse segmento qualitativamente comparando-o com os EUA, onde o mercado está muito mais avançado e movimenta cerca de US$ 105 milhões apenas com mensagens de publicidade. “O mobile marketing teve início mundialmente nesse país e hoje busca maior interatividade, utilizando outros meios como vídeos e patrocínios, da mesma forma em que é feita a propaganda na Internet”, explica Caetano. Ele sinaliza que “à medida que os telefones 3G entrarem no mercado nacional, o Brasil alcançará rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares”.
Para o analista da IDC, o mobile marketing deve crescer bastante nos próximos anos, especialmente em algumas modalidades como a tradicional que abrange apenas a recepção de mensagens, o leilão reverso e a propaganda baseada em localização, que é a grande novidade nessa área e deve se transformar em um segmento importante para o mobile marketing, viabilizado pelo GPS. “A base de celulares com GPS está aumentando e agora é o momento de se discutir a questão da privacidade, uma vez que essa questão se mal resolvida pode inviabilizar a implementação do sistema”, destaca Caetano.
Os custos do mobile marketing que não são de mensagens ainda são altos devido à diversidade de aparelhos celulares que funcionam com sistemas diferentes. “No futuro, a tendência é de consolidação não só do ponto de vista de propaganda como em termos de serviço ao cliente”, prevê o analista, lembrando que o mercado de provedores de conteúdo passa por uma acomodação, as pequenas empresas estão fechando ou estão sendo adquiridas pelas grandes.
De acordo com Caetano, o que ainda impede maior crescimento do mobile marketing no Brasil é justamente a falta de preparo das operadoras para fornecer informações detalhadas aos provedores de conteúdo. “As empresas de telefonia precisam segmentar o mercado e fazer um estudo de suas respectivas bases de clientes para obter maior eficiência no trabalho com os provedores de conteúdo móvel, responsáveis pela criação das propagandas. Essa segmentação evita que usuários recebam mensagens que não se encaixam em seu perfil, reduzindo o efeito spam, bem como os custos de envio” destaca o analista.
Matéria publicada no site IP NEWS - VoIP.