Crise financeira, o buzz do momento
Hoje o assunto mais comentado na mesa do bar é a tal crise financeira, não se fala em outra coisa. De 10 notícias do Jornal Nacional, 6 são sobre a crise no mundo. Mas graças às heranças do governo anterior (apesar de Lula continuar se vangloriando) o Brasil tem uma economia forte e continuará em crescimento, pelo menos é o que esperamos!
O FMI, anunciou ontem que apensar de tudo a economia brasileira deve desacelerar, 3,5% contra a previsão de 4%, mas ainda deve crescer mais do que a economia mundial, com crescimento estimado em 3% para 2009.
Até a bolsa de Tókio teve a pior queda dos últimos 21 anos, despencando 9,38%. A queda de ontem foi generalizada, mas atingiu com mais intensidade os setores automobilístico, siderúrgico, financeiro e fabricantes de equipamentos eletrônicos. Entre as fabricantes de eletrônicos, a Sony teve queda de 12,3%, a Nikon de 12,9% e a Sharp, de 11%.
A crise não poderia ter vindo em pior hora, estamos iniciando o final do ano, época mais importante para o comércio. Com a redução de crédito o consumo deve diminuir, os juros devem subir ainda mais e para completar, com a alta do dólar alguns produtos, como eletro-eletrônicos por exemplo, devem sofrer reajustes de preços, com isso, quem planejou ter um fim de ano gordo em vendas pode se decepcionar.
Mas nem tudo está perdido, a maior autoridade no Brasil em Marketing Promocional, João De Simoni, disse uma vez:
“As empresas estão muito
mais preocupadas com o fim do mês
do que com o fim do mundo”.
A frase foi dita já faz um tempo, mas não poderia ser mais atual.
O Estadão publicou uma matéria onde especialistas dão dicas do que fazer com seu dinheiro neste momento. Vale à pena seguir os conselhos de quem entende do assunto!
ESPECIALISTAS DÃO DICAS DE COMO AGIR NO MEIO DA CRISE
Consultados pelo ‘Estado’, eles respondem às dúvidas do investidor
brasileiro diante da turbulência
Leandro Modé, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Especialistas consultados pelo Estado respondem a algumas das questões que, no meio da crise, certamente estão na cabeça do investidor brasileiro.
Qual a recomendação para quem tem ações, seja diretamente ou por um fundo?
A maioria dos especialistas recomenda calma. Muitos recorrem ao clichê de que é preciso ter sangue-frio. Mas atenção: isso vale apenas para o investidor que visa ao longo prazo. “Quem entrou pensando no curto ou no médio prazo, errou”, diz o coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), William Eid Júnior. Como o mercado acionário está muito volátil e não deve voltar aos altos níveis nos próximos meses, esse aplicador vai perder dinheiro. “As pessoas de classe média que tentam especular (com ações) sempre entram pelo cano”, afirma Eid Júnior.
Quem tem fundo de previdência privada atrelado a ações deve fazer algo?
Para essas pessoas, a recomendação é unânime: nada. “Esses devem ficar quietinhos, pois transferir o dinheiro agora para outro tipo de fundo implicará assumir um prejuízo que não é mais recuperável”, diz o administrador de investimentos Fábio Colombo. Além do mais, fundo de previdência, como o próprio nome diz, é algo para muitos anos.
É um bom momento para investir em ações?
Para Colombo, sim, desde que o investidor eleve sua exposição gradativamente. Como o cenário ainda é muito nebuloso, ele acredita que o mercado acionário pode ter novas quedas no curto e médio prazos. Eid Júnior está mais animado: “Já estou tentado a comprar”.
Qual a tendência para a bolsa e para o dólar?
Segundo os especialistas, a resposta honesta a essa questão é “ninguém sabe”. “É a pergunta de US$ 1 trilhão”, brinca Eid Júnior. No curto e no médio prazos, a única certeza é que haverá muita volatilidade. Exatamente como nos dois primeiros dias desta semana. Segunda-feira, as bolsas despencaram e ontem subiram. O comportamento do dólar foi parecido. Fechou em R$ 1,967 segunda-feira e em R$ 1,902 ontem. No longo prazo, os especialistas acreditam que as perspectivas para a bolsa são positivas em decorrência do crescimento do Brasil e de outros emergentes. O dólar, diz Colombo, dificilmente voltará aos níveis do fim de julho (abaixo de R$ 1,60), mas tampouco deve ficar nos R$ 2,00.
Dólar e ouro são boas opções?
Aqui os especialistas divergem. “O mercado de câmbio é especulativo e tudo o que é especulativo é veneno para a classe média”, define Eid Júnior. Colombo discorda. “Moeda, seja dólar ou euro, é um seguro para quando as coisas não vão bem, como agora.” Para ele, o investidor que tiver condições pode aplicar até 20% do portfólio nesse ativo. Com relação ao ouro, a divergência persiste. “Também é um seguro (anticrise)”, diz Colombo. “Se o mundo acabar, o que a pessoa vai fazer, comer o ouro?”, indaga Eid Júnior.
Qual investimento é seguro neste momento?
Fundos de renda fixa, DI, caderneta de poupança e CDBs de bancos de grande porte são as opções citadas pelos especialistas.
Como conquistar o consumidor no ponto-de-venda
Segundo Richard Vinic, professor da FAAP, em nosso país, 85% das compras são decididas no ponto-de-venda e 53% das pessoas vão aos supermercados sem lista de compras previamente preparada. Já uma pesquisa recente da agência Ogilvy Action vem derrubar esta teoria, segundo a pesquisa apenas 39,4% das compras feitas pelos consumidores americanos são decididas no ponto-de-venda.
O levantamento foi baseado em uma pesquisa com consumidores americanos antes de eles entrarem na loja em comparação com as compras realizadas pelos mesmos compradores ao saírem. Já a POPAI Brasil – The Global Association For Marketing At Retail, defende o valor de 81%, citando que o consumidor brasileiro decide sua compra no PDV muito mais do que o americano que se planeja melhor, chegando a fechar um budget anual para compras domésticas. O brasileiro é um comprador por impulso e não possui este hábito de planejar seu orçamento doméstico, com isso é muito mais influenciável pelas ações do ponto-de-venda.
De acordo com as informações do último estudo do POPAI, realizado em 2005, o valor investido pelas empresas no ponto-de-venda movimentou mais de R$ 2 bilhões no Brasil. Mas até que ponto podemos ter a certeza de que estamos influenciando de forma plena o consumidor? Será que apenas algumas peças publicitárias como woobler, take ones ou testeiras de gôndolas são suficientes? Ou basta ter um espaço maior na prateleira para obter sucesso de vendas? Isso depende muito do setor que estamos falando. No caso de TVs, por exemplo, vemos todas arrumadas na mesma parede, cada uma com imagens diferentes, mas como saber qual produto é melhor para a necessidade do consumidor?
COMO INFLUENCIAR O CONSUMIDOR
A melhor forma de influenciar positivamente um consumidor na hora da compra é provar para ele que os benefícios do produto se encaixam exatamente com a necessidade do consumidor naquele momento. E para isso não basta apenas ter uma excelente exposição, é necessário seguir três passos básicos:
1. DESPERTAR A ATENÇÃO DO CONSUMIDOR PARA O PRODUTO
Aí sim, entram as peças impressas lindíssimas e que chamam a atenção do consumidor, mas isso não é tudo! É necessário estar com uma boa localização dentro da loja, se possível na vitrine e com bons pontos extras. Uma exposição criativa sempre chama atenção!
2. MOSTRAR PRA ELE QUE O PRODUTO SE ENCAIXA PERFEITAMENTE ÀS SUAS NECESSIDADES
Para isso é necessário o apoio da equipe de vendedores que devem estar sempre bem treinados, estimulados e prontos para utilizarem os argumentos corretos de acordo com o perfil do consumidor.
A presença de um promotor sempre ajuda a incrementar as vendas, justamente porque geralmente é ele quem está bem mais preparado para explicar de forma correta os benefícios daquele produto. Também é de grande valia a utilização de materiais impressos neste momento, como catálogos, manuais de compra etc.
3. DEIXAR O CONSUMIDOR DEGUSTAR O PRODUTO
Nada substitui o teste drive! Deixe o consumidor usar um produto o máximo que conseguir, assim ele pode se sentir dono do equipamento sem desembolsar um real por isso! Isso é um ponto fundamental no sucesso da venda!
É preciso transformar o ponto-de-venda em ponto-de-relacionamento! Para um bom PDR é necessário ter uma boa localização do produto dentro da loja, uma excelente qualidade no atendimento, possibilidade de experimentação a qualquer momento e um bom trabalho de merchandising.
O AMBIENTE
O ambiente da loja, ou seja, a forma com que ela é apresentada ao consumidor é muito importante no sucesso das vendas. Ao entrar o consumidor faz primeiro uma varredura visual de forma rápida e superficial. Nesta primeira impressão já localiza o que é de seu interesse e foca naquilo que ele veio comprar, porém sua mente também é atraída pela boa exposição, ou pelo espaço diferenciado de uma determinada marca.
Aquele rack bonito ou o espaço premium que chama atenção nunca passam despercebidos. Na mente do consumidor ele sempre está buscando no espaço o que ele espera do produto, mesmo que inconscientemente.
Experimente algumas alternativas, não existe uma fórmula de sucesso, a prática mostrará qual o melhor caminho, o aumento das vendas será o termômetro deste trabalho. Coloque-se no lugar do consumidor e pare algumas horas para observar o que ele faz ao entrar na loja, quais as reações dele ao ver uma boa exposição e observe a expressão facial do consumidor ao experimentar um produto.
Boas vendas!
[ ]`s, h.
Marketing de Experiência
O marketing de experiência oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer e experimentar um pouco do mundo fantástico que as marcas oferecem aos que a consomem e aos empresários a chance de interagir com o seu target, a ponto de fazer sua marca tomar forma e criar vida. Isso funciona muito mais do que a comunicação de apenas uma via feita pela TV ou por qualquer outra mídia de mão única.
Através da experiência você faz com que o ato da compra seja prazeroso, agradável e principalmente inesquecível para o consumidor. Quando ele entende realmente aquele benefício que o anúncio de TV não consegue explicar (ou até consegue, mas ele não acredita muito), a compra do produto é muito mais segura. Dificilmente o consumidor irá se arrepender e o melhor de tudo é que com uma boa experiência o consumidor instintivamente indicará o produto aos amigos.
Vender um produto ou serviço qualquer um pode fazer, mas vender um sonho requer estratégias bem mais elaboradas, é aí que entra o marketing de experiência, chamado também de marketing sensorial. É ele que pode, por exemplo, tangibilizar a marca através de um ambiente e atendimento adequado, proporcionado uma experiência única de comprar um determinado produto. Isso é mais que fidelização, já que o consumidor leva para casa um produto e a boa experiência da compra.
APELO ÀS SENSAÇÕES É A NOVA FERRAMENTA DO MARKETING
Folha SP
Se sua empresa está interessada em galgar um espacinho cativo no coração dos clientes, saiba que é necessário oferecer-lhes um elemento além do preço competitivo: o sonho.
Independentemente de ser o caso de um desejo bem baratinho ou o de dar a volta ao mundo, o marketing de experiências -que aos poucos está sendo rebatizado de sensorial- ganha terreno ao possibilitar que consumidores que tenham os sentidos “acarinhados” tornem-se escudeiros da marca.
“Não é um processo só de fidelização, trata-se de tangibilidade da marca. O cliente, ao entender tudo o que a loja oferece, fica leal”, diz Heloísa Omine, professora da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia da Shopfitting. “As experiências vão além da compra. As lojas são bonitas, mas todas iguais. O consumidor vai se lembrar daquela que lhe oferecer algo diferente”, diz Silvana Bastian, da consultoria gaúcha Mais Criativa. “Mas elas ainda são poucas.”
Heloísa Omine cita quatro variáveis do marketing de experiências e afirma que mesmo as empresas de pequeno porte podem adotar medidas voltadas para o estímulo sensorial. “O objetivo é fazer com que o cliente sinta algo diferente. Pode ser via diversão, estética, momentos de escapismo ou treinamento”, explica.
Para todos
Apesar de algumas ações incluírem gastos consideráveis -como ao “perseguir” tornados ou ao conhecer uma unidade espacial-, pequenas empresas também podem lançar mão de estratégias desse marketing.
Para Silvana Bastian, um primeiro passo é tornar a loja mais aconchegante e preparar todos os funcionários para que ajam de forma mais receptiva. “Não importa o tamanho: o foco é saber quem é o seu cliente e como esse segmento pode ser envolvido”, sugere Bastian.
Sem limite
Do outro lado do balcão, a Immaginare, criada há um ano, aposta que “os sonhos [dos parceiros] não têm limites”. “Percebemos, há três anos, que o conceito de marketing de experiências estava crescendo muito na Europa e nos Estados Unidos”, conta Sonia Werblowsky, diretora da empresa.
Ela acrescenta que, depois das “primeiras grandes ondas do incentivo, nos anos 1980 e 1990″, com a premiação em produtos, vales e viagens, surge a terceira: “Ela começa agora, em que reinarão as sensações”. A empresa oferece experiências que vão de R$ 40 a US$ 20 milhões. Hoje, sua clientela divide-se igualmente entre empresas e pessoas físicas.
Segundo Werblowsky, um dos segmentos mais agressivos na área é o financeiro, que busca promover cada vez mais a fidelização de clientes de cartões; outro é o farmacêutico.
E esse será, para os envolvidos, um terreno de vida longa. “Quanto mais afluente a sociedade, quanto mais os grandes clientes se encontrarem abastecidos de produtos de toda a ordem, mais a roda girará na direção do sonho, do que é “priceless” [que não tem preço]. E é nisso em que apostamos.”
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Leia mais sobre o assunto:
− Como atingir todos os sentidos do consumidor na hora da compra
− O Poder do Marketing Sensorial
− Marketing que atrai pelo sentido
− Como conquistar o consumidor através da experiência
Meu, o quarto tremeu!

Esta semana tive a minha primeira (e espero última) experiência em participar de um tremor. Estava no 12° andar do flat onde estou hospedado há mais de um mês, trabalhando no computador quando sinto a luminária da mesa balançar e em questões de segundos noto que não era apenas a luminária e sim o quarto inteiro! Como foi muito rápido, cerca de cinco segundos, não deu pra pensar muito no que fazer.
Assim que passou corri para a varanda pra sentir o clima da população em volta. Como não notei nada fora da rotinha, voltei a trabalhar e fiquei com a sensação de estar ficando louco. Cheguei até mandar um SMS para uma amiga que estava hospedada no mesmo hotel, mas ela não havia percebido nada de estranho, e ainda me veio com gracinhas, tive certeza de estar ficando louco! “Acho que estamos trabalhando demais”, conversei com meu Vaio!
Graças a Deus, Larry Page e Sergey Brin, pude ter a certeza de que não estava pirando. Achei na internet a matéria sobre um tremor de 5,2 graus na escala Richter que acabava de acontecer em São Paulo. De acordo com o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) o tremor ocorreu a 270 km de São Paulo, às 21h e durou cerca de cinco segundos. O epicentro foi localizado no Oceano Atlântico.
Tremores à parte, o que me chamou mais atenção nesta experiência foi a participação da internet no ocorrido. A matéria informando sobre o ocorrido foi publicada 15 minutos após o tremor ter acontecido, ou seja, o poder de disseminação de informações que temos hoje em dia é fantástico! Coisa que há uns 10 anos atrás tínhamos que ficar esperando aquela musiquinha do plantão do Jornal Nacional para saber das coisas…
Enfim, experiência nunca vivida e que espero não ter que participar novamente.
PS: Se você também estava em São Paulo na hora do tremor, mande sua experiência…
Google, a marca mais valiosa do mundo

Para o alto e avante! É com esta famosa frase do Buzz LightYear que comento a eleição da marca Google como a mais valiosa do mundo.
Nomeada pela Millward Brown como a marca mais valiosa do mundo, o Google chega ao topo, mas será que pára por ai? Avaliada em 86 bilhões de dólares esta marquinha colorida e com um nome que surgiu de uma idéia maluca de dois jovens nerds vem crescendo cerca de 30% ao ano e desbancou empresas como GE ($71bi), Microsoft ($70bi) e Coca-Cola ($58bi).
Vale chamar atenção também para o crescimento recorde de empresas como BlackBerry ($13bi), com cerca de 390% e da Apple ($55bi) com 123%.
Para conferir a lista completa, Clica!
Quem nunca ouviu a frase “Se quer bem feito, faça você mesmo”?
Muitas vezes o problema não está na capacidade do funcionário em executar, de forma satisfatória, a tarefa passada por você. O que pode estar acontecendo é uma falta de orientação correta ou uma explicação clara do que você quer com aquele job.
Donna Genett deixa bem claro no seu livro “If you want it done right, you don’t have to do it yourself” qual o caminho você deve seguir para obter um bom resultado quando repassar um trabalho para alguém:
1. Prepare-se previamente.
2. Defina claramente a tarefa a ser realizada. Seja específico. Peça a pessoa a quem está delegando para repetir as informações para você, a fim de assegurar que ela compreendeu tudo.
3. Estabeleça claramente o prazo de execução da tarefa.
4. Defina o grau de autonomia que deve ser atribuído a quem realizará a tarefa:
- Nível um: Autonomia para recomendar.
Permite ao funcionário pesquisar planos de ação e propor a melhor alternativa.
- Nível dois: Autonomia para informar sobre a ação e colocá-la em prática.
Permite ao funcionário pesquisar e escolher o melhor caminho; reportar o porquê da escolha e começar a agir.
- Nível três: Autonomia para agir.
Confere ao funcionário autonomia plena para agir com respeito à tarefa ou ao projeto.
5. Determine pontos de verificação quando for se reunir com pessoas a quem as tarefas foram delegadas, para acompanhar o progresso do trabalho e, se preciso oferecer orientação ao funcionário. Planeje-os inicialmente com freqüência e torne-os mais espacejados ao notar que a tarefa está sendo executada sem problemas.
6. Faça com o funcionário uma recapitulação completa do trabalho para discutir o que transcorreu bem, o que pode ser aprimorado e o que foi aprendido.
Com isso, antes de reclamar com seu funcionário sobre uma tarefa mal realizada, procure observar se o problema não está na sua forma de passá-lo.
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Sony Ericsson Walkman

Ví um post da campanha Sony Ericsson Walkman Enjoy The Silence no Brainstorm #9, o que me levou a publicar aqui minha admiração pela música e principalmente pela revolução que a SONY fez com a marca Walkman, que andava morta desde os tempos da explosão do aparelhinho pessoal de fica cassete.
A evolução da tecnologia permitiu que os celulares agregassem várias funções, uma das mais comuns, principalmente entre os jovens, foi a de MP3 Player. E foi agregando a marca musical Walkman nos aparelhos que a Sony Ericsson conseguiu deslanchar.
Desacreditada no começo, a empresa passou por dificuldades e chegou a ter sua credibilidade questionada por algumas operadoras. Sem dúvida, a responsável pelo crescimento meteórico da joint venture, criada em 2001, foi a implantação das marcas Walkman e CyberShot nos aparelhos de celular que ajudaram a bater as metas, chegando a um crescimento de 90% em seu faturamento já no primeiro trimestre de 2006. Em 2007 a Sony Ericsson já detinha uma boa fatia do mercado sendo a terceira marca mais vendida no Brasil.
Enjoy The Silence
Depeche Mode
Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can´t you understand
Oh my little girl
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm
HISTÓRIA DO WALKMAN
O Walkman original foi criado em 1979 no Japão e levava o nome de Soundabout, no exterior. Foi criado pelo coordenador do setor de áudio da Sony Nobutoshi Kihara para o um dos sócios da empresa, Akio Morita, que queria escutar ópera durante seu trabalho desgastante. Morita teria odiado o nome Walkman e pediu para ser alterado. Mas uma campanha de divulgação com o nome Walkman já tinha sido iniciada e alterar o nome sairia demasiado caro.

Quando o primeiro aparelho ficou pronto, em abril de 1979, os vendedores não ficaram muito entusiasmados com a idéia e afirmaram que o Walkman venderia pouco. Akio Morita que acreditava na idéia, então, propôs um desafio: se o Walkman não vendesse pelo menos 100 mil de unidades em seus dois primeiros anos de mercado, ele renunciaria à presidência da Sony. Akio ganhou a aposta e naquele período cerca de 1,5 milhões de Wakmans foram vendidos.
Fonte Wikipedia
Depois do Oi Paggo vem aí a Tagshop

Em resposta ao Oi Paggo, serviço de pagamento através do celular da operadora Oi, a Vivo e a Claro estão apoiando o lançamento da Tagshop, um novo serviço de compras via SMS.
O melhor deste serviço é que os produtos serão anunciados com uma “tag”, onde o usuário pode adquirir o produto enviando apenas uma mensagem de texto, com isso as agências podem selecionar uma tag de acordo com o tipo de mídia utilizado, facilitando assim a medição dos resultados.
Vejo pela frente não só uma mudança na forma de compra com a popularização do m-commerce, mas uma revolução na aferição de ROI das mídias offline. Vamos torcer pro negócio pegar!
OI PAGGO
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Compra via SMS está chegando ao Brasil
29 de fevereiro de 2008 às 17h29 – Site Consumidor Moderno, Por Jessica O´Callaghan
Segundo o Ibope, no ano passado foram movimentados cerca de R$ 6 bilhões em compras on-line no Brasil. A base de internautas para o cálculo foi de 40 milhões de usuários. Agora imagine 120 milhões de usuários de telefonia celular ávidos por novidades e facilidades para o dia-a-dia.
Pensando nesse filão, a Tagshop desenvolveu um sistema que intermedeia compras entre usuários de telefonia móvel e lojas, grandes magazines e distribuidoras. A nova plataforma integra sistemas de comércio eletrônico de diversos varejistas, atribuindo aos produtos códigos exclusivos e diferenciados por veículo de comunicação, chamados “tags” (etiquetas). Read more
A Influência do Público Feminino no Mercado Consumidor
Apresentando uma palestra esta semana para a equipe de gerentes de uma rede de lojas do segmento de moda, a maioria mulheres, falei um pouco sobre a importância do público feminino no mercado consumidor brasileiro.

Trechos da palestra ministrada por André Havro no dia 26/02/2008
sobre A Influência do Público Feminino no Mercado Consumidor.
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
8 de março de 1857
Protesto seguido de uma greve por uma jornada de 10 horas de trabalho por dia e equiparação salarial com os homens.
129 mulheres mortas por asfixia
Com o intuito de amedronta-las e de dar uma solução rápida ao impasse, os donos da fábrica, agindo em conjunto com a polícia, trancaram as portas de emergência do galpão das máquinas e atearam fogo, num desenfreado desespero de querer mostrar a sua superioridade.
Dia Internacional de Luta Pelos Direitos de Igualdade das Mulheres
Defendido pela alemã Clara Zetkin na II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, em Copenhague/Dinamarca, em 1890.
Escolhida pela UNESCO
Em homenagem às corajosas operárias de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque.
EVOLUÇÃO ECONÔMICA DAS MULHERES
ELAS CONTROLAM CADA VEZ MAIS O DINHEIRO
DE CASA, DAS EMPRESAS E ATÉ DO PAÍS.
44% da população economicamente ativa do Brasil
Um estudo realizado em 2006 pelo Fórum Econômico Mundial concluiu que, quanto maior é a participação das mulheres na vida econômica de um país, mais desenvolvido ele é. Ou seja, lugar de mulher é na economia.
50,2% dos 81 milhões de cartões estão em mãos femininas
Elas devem gastar R$ 86,4 bilhões neste ano com o dinheiro de plástico, porém os homens gastam, em média 20% a mais que as mulheres.
Mulheres estudam mais e ganham menos do que os homens
As mulheres têm mais tempo de estudo: elas estudam, em média, 8,6 anos, quando a média nacional entre a população ocupada é de 7,6 anos.
1 em cada 4 famílias é chefiada por uma mulher
As mulheres, vivem 7,8 anos a mais do que os homens
A INFLUÊNCIA
IMPORTÂNCIA DA MULHER NO PDV:
A consumidora brasileira responde por:
- 80% das decisões de compra no ponto-de-venda
- 34% do consumo total do varejo pertence a Classe C
- 71% dos gastos no varejo se dão no canal supermercado
Fatores determinantes na escolha da loja
A Classe C procura variedade de marca (21%), preço (20%), variedade de tipos de produtos (18%), qualidade e frescor (12%), não ter filas demoradas (10%)
O atendimento é o fator determinante na hora da decisão de compra de uma mulher
Maior responsável pelas compras tipo intralar: Supermercado, vestuário, material escolar, etc.
O PODER DE DECISÃO
AS MULHERES COMPRAM OU INFLUENCIAM A COMPRA DE:
- 94% dos acessórios do lar
- 92% dos pacotes turísticos
- 91% dos imóveis
- 88% dos planos de saúde
- 88% de artigos de luxo
- 80% de vestuário
- 75% de produtos de limpeza
- 72% de artigo de papelaria
- 65% de alimentos
- 50% dos computadores
- 42% dos carros
Abaixo um famoso infográfico que brinca com o roteiro de compras do público feminino. Apesar de bem humorado ele reflete o poder de pesquisa que a mulher possui bem mais do que o homem.

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LEIA TAMBÉM
+ O que elas querem para ficar
+ Empresas devem estimular a ascensão profissional das mulheres
+ Mulheres têm cada vez mais influência nas vendas
Analisar o comportamento humano, ajuda a vender
Segundo uma pesquisa (um pouco antiga, mas válida) realizada pelo POPAI - Point of Purchase Advertising International em 2004, cerca de 85% das decisões sobre o produto e a marca a ser comprada acontece no ponto de venda. Este índice mostra que a comunicação realizada no PDV é fundamental para a conquista do consumidor, que muitas vezes compra o produto por impulso.
Estou realizando um trabalho de planejamento de marketing e comunicação para um Grupo do ramo de varejo de moda popular, que tem como perfil de consumidor, jovens senhoras entre 30 e 49 anos em sua maioria da classe C. Devo confessar que o centro da cidade não era um lugar que costumava freqüentar, porém pude constatar que temos muito que aprender observando as pessoas que freqüentam o centro.
Uma das coisas que mais me incomodava era a gritaria daqueles locutores que ficam na frente das lojas. Detestava aquele “cara” gritando no meu ouvido! Mas como informou a pesquisa do POPAI, é importantíssimo conquistar a atenção do consumidor, principalmente o que freqüenta o centro da cidade. Quem vai ao centro, dificilmente segue para uma loja específica, ele vai entrar de loja em loja até achar um produto que lhe agrade, é aí que entra a comunicação eficiente no PDV. Primeiro temos que atrair a atenção do consumidor que está do lado de fora, depois convencê-lo a entrar na loja, só depois é que começa o trabalho dos vendedores para a realização da venda.
Por isso que o faturamento da loja duplica quando anuncia suas melhores ofertas na rua, através dos locutores. Cabe a nós, que trabalhamos com planejamento, aproveitarmos o máximo desta ferramenta barulhenta, mas muito eficiente! Claro que só o locutor não vai vender, é necessário que toda a cadeia esteja preparada e funcionando perfeitamente.
Percepções do consumidor
Semana passada estive visitando algumas lojas para observar as atitudes dos consumidores, e pude constatar um fato muito interessante. Geralmente as lojas não possuem vitrine, a grande maioria são lojas abertas e posicionadas em ruas de bastante movimento de pedestres. Além de araras, as lojas possuem tabuleiros onde são colocadas roupas de ponta de estoque, ou em promoção.
Realizamos um teste muito interessante para analisar o comportamento do consumidor. Em uma das lojas colocamos um tabuleiro localizado bem na porta de entrada, onde passam milhares de pessoas no horário de pico.
No primeiro momento arrumamos todas as roupas devidamente dobradas e organizadas por tipo de vestimenta, e observamos a postura do consumidor. Poucos paravam, alguns olhavam e a grande maioria seguia para as araras ou simplesmente nem paravam na loja.
Num segundo momento, desarrumamos todas as roupas do tabuleiro, colocamos duas pessoas para ficarem olhando as peças e simulando uma procura frenética por uma peça de seu tamanho. Incrível! Praticamente todas as pessoas paravam para olhar as roupas do tabuleiro e algumas acabavam levando alguma peça. Essa técnica é muito interessante porque você trabalha a essência do comportamento humano. Quem nunca olhou pra cima quando vê duas ou mais pessoas paradas na rua fazendo o mesmo?
Analisar o comportamento humano é fundamental para conquistar consumidores, principalmente no ponto de venda.