Sony Japan Recycle Project: Anúncios viram calças

A cada mês a SONY Japão troca a comunicação do outdoor gigante que fica em uma das paredes do Sony Building, edifício da sede da empresa, em Tokio. Já virou uma tradição anunciar seus lançamentos, eventos e promoções em uma das paredes do suntuoso prédio, mas o que acontece com estes banners gigantes após o uso?
Os painéis em lona são normalmente reciclados, mas a Sony que está sempre empenhada nos eco-projetos decidiu transformar esses anúncios em calças, em um projeto chamado Sony Recycle Project. A mensagem principal é mostrar que tudo na vida pode ser reciclado e que a empresa está empenhada em aumentar a sensibilização para os recursos naturais.
Esta ação foi realizada em setembro de 2009 com uma produção limitada, foram apenas 120 calças de material reciclado, vendidas por cerca de R$ 300,00 em uma ação que chamou bastante atenção de quem passava em frente ao prédio sede da empresa.
Eu não usaria uma calça dessas (risos), mas tenho que aplaudir a iniciativa e principalmente a ação realizada em uma das paredes do Sony Building.
Já o comercial de divulgação da ação…
make.believe
Acredite que a curiosidade é a chave para criatividade.
Acredite, tudo que imaginar você pode realizar.
“make.believe” (make dot believe) é uma mensagem que une as iniciativas de comunicação de todo o grupo SONY Corporation, com sede no Japão, desde os negócios em eletrônicos, jogos, filmes, música, telefonia celular até serviços de rede. A nova mensgem traduz o espírito de criatividade e inovação da companhia, além de marcar um movimento inédito de adotar um discurso único para suas áreas de entretenimento e eletrônicos.
A diversidade de negócios do Grupo Sony vai desde o desenvolvimento e produção de equipamentos eletrônicos, incluindo produtos voltados a segmentos profissionais e domésticos, além de celulares, até entretenimento, como filmes, música, jogos, além de serviços de rede como a PlayStation Network. Ao alinhar todos seus esforços em comunicação externa em uma mensagem única e consistente aos seus clientes, a companhia busca aumentar sua força e alcance de suas marcas a diferentes países e culturas, continuando a transformar a experiência que as pessoas têm do mundo através de seu amplo espectro de produtos e serviços.
“A Sony é uma empresa de tecnologia com um entendimento íntimo das possibilidades criativas do conteúdo. A Sony é uma empresa de conteúdo com uma pegada intuitiva da tecnologia. Nenhum outra empresa tem ambos.”
Sir Howard Stringer
Chairman e CEO
A Mesbla pontocom é pontocom.br
A volta da Mesbla ao varejo brasileiro já tem data: novembro. A rede inaugura no próximo mês um novo site de e-commerce. A idéia é reproduzir na internet o mesmo universo de uma loja de departamentos, vendendo roupas, acessórios e utensílios para casa. Com o slogan “a loja da mulher pontocom”, a Mesbla tentará pegar carona no grande recall que a marca ainda tem — apesar da falência da empresa ter sido decretada há 10 anos.
Apesar de estar trabalhando toda a sua comunicação baseando-se no conceito pontocom a empresa esqueceu de um detalhe muito importante, não registou o domínio Mesbla.com, a loja de departamentos online possui apenas o endereço Mesbla.com.br! Que gafe, não? Alguém aí sabe qual a agência de publicidade (in)responsável para que eu um dia não a contrate?
Para quem não lembra da história, a Mesbla foi um grande ícone do varejo nos anos 80, comandada pelo empresário André de Botton. Na década de 90, o fim da inflação expôs uma série de problemas operacionais da rede varejista (que até então ganhava mais dinheiros com operações financeiras do que com sua atividade principal). Atolado em dívidas, De Botton vendeu a Mesbla em 1997 ao polêmico empresário Ricardo Mansur, também dono do Mappin. Dois anos depois as duas redes foram à falência, deixando 10 000 funcionários sem emprego.
Com informações do Portal Exame.
Rio 2016!

Gostaria de deixar registrado aqui a minha satisfação, como profissional de markerting, com a equipe que gerenciou a candidatura do Rio de Janeiro, simplesmente impecável! Soubemos vender o nosso país tomando partido do que ele tem de melhor: a diversidade cultural, a nossa música e sobretudo as nossas belezas naturais, parabéns COB por esta conquista inédita!
Mais do que fazer um acordo com os chefões da violência, o desafio maior agora é vencer a corrupção nas obras públicas e cumprir com o que foi prometido nesta beleza de projeto.
O país Facebook
Todos nós já sabemos que o Facebook está ficando cada dia mais popular entre os amantes de sites de relacionamento de todo o mundo, inclusive no Brasil, mas o que ninguém tinha idéia era que este número chegava a 250 milhões de usuários (em 15 de julho de 2009), segundo a análise da Buzzpoint, empresa especializada em Social Media Marketing.
Você já imaginou se ele fosse um país, seria o quarto mais populoso do planeta! Só perdendo para a China, Índia e Estados Unidos.

O criador do mais bem-sucedido site de relacionamentos do mundo largou a faculdade de Harvard para investir na web, acabou contratando ex-professores e hoje é uma das personalidades mais respeitadas do mundo online. Confira a matéria do programa Mundo S/A:
O atraso das agências diante do “novo” veículo
Ontem estive conversando com uma publicitária, dona de uma grande agência na cidade, que me relatou um sério problema, como montar um núcleo web em uma agência de publicidade?
Bem, antes de tudo, é sempre bom esclarecer que não existem dois tipos de comunicação, o que muda mesmo é se o veículo é interativo ou não, se a sua mensagem receberá uma resposta ou será apenas de mão única! Se o anúncio de um determinado produto chega ao consumidor através de papel, meios digitais, sinalização, ou seja lá qual for o tipo de veículo, o consumidor será sempre o mesmo e a forma de abordá-lo dependerá do tipo de produto e de que segmento ele se encaixa. Em alguns casos a TV será o veículo mais eficiente porque o público daquele produto tem mais acesso a este meio, em outros casos um anúncio só funcionará mesmo através do celular, por exemplo.
Os impulsos de compra, os desejos do consumidor e o poder de venda de um determinado produto ou serviço será sempre o mesmo, independente de como você chegará até ele.
A internet vem abocanhando a fatia do mercado publicitário porque cresce a cada dia o número de usuários conectados, com isso mais tipos de consumidores estarão online. É como na TV, quanto mais audiência tem um programa, mais anunciantes estarão disputando pelo espaço. É claro que isso impacta muito na vida de quem vive de comunicação, o “mundo online” tem que fazer parte da vida dos publicitários (isso já deveria ter acontecido há anos), mesmo dos mais conservadores, pois a internet hoje já faz parte da vida de muita gente. E hoje ela não está presa apenas ao computador, no celular já é uma realidade e muito em breve teremos interatividade na TV também, e ai? Será que as agências estão preparadas para isso?
Voltando a dúvida da minha amiga, acho que o problema é muito mais amplo, não basta criar um núcleo web e tudo estará resolvido, é fundamental que as agências pensem de uma forma diferente do que estão acostumadas, os publicitários tradicionais estão habituados a trabalhar a comunicação de mão única e isso está mudando rapidamente, até o lendário programa Fantástico da Rede Globo se rendeu a interatividade (tímido ainda)! É preciso que TODOS em uma agência pensem de forma interativa e que saibam como explorar ao máximo os recursos de comunicação que a internet oferece, a parte técnica pode deixar com o novo “núcleo web” ou com as agências de internet que eles resolvem!
Complemento com um artigo publicado na Webinsider este mês…
AGÊNCIAS TRADICIONAIS DISTANTES DO CONSUMIDOR ONLINE
Por Felipe Morais, publicado no portal Webinsider
A internet é a pedra no sapato das agências tradicionais e pode ser um grande divisor de águas na carreira de um executivo de marketing. Ele vai ser promovido ou demitido em função do quanto defende internet como ponto de contato.
Uma recente matéria publicada no site BlueBus mostra em números o atraso das agências diante do novo consumidor online.
Trata-se de um pesquisa, realizada pela IBM entre 2007 e 2008, que registra de um ano para o outro o salto de 33% a 60% na proporção dos internautas entrevistados que usam redes sociais. De 2007 a 2008 entre os entrevistados a adesão à internet móvel quase triplicou, chegando a 41%. O acesso a música e vídeo em aparelhos móveis quadruplicou, para 35%. Read more
Campanha Samsung para o Dia das Mães

A Samsung lançou sua campanha para o Dia das Mães onde o consumidor deve enviar para o hot site da promoção uma foto com os temas Mãe, Amor e Verdão. Verdão? Ué, e a torcida do curinthia, ou a do São Paulo será que irão participar e concorrer a uma camisa oficial do rival? Como ficam os consumidores do resto do país que não querem nem saber dos times paulistas?
Levando em consideração a pesquisa da Datafolha, realizada em novembro de 2007, que informou que o verdão tinha apenas a quarta maior torcida do Brasil, empatada com o Vasco (6%) e atrás dos conterrâneos São Paulo (8%) em terceiro e o Corinthians (12%) com a segunda posição (o primeiro é o Flamengo que até hoje pega carona na era Zico - 17%), o que você acha da estratégia de grandes empresas patrocinarem apenas um time, sem levar em consideração a paixão dos consumidores pelos times rivais?
E você, participaria de uma campanha pra ganhar ingressos do jogo do time adversário? Deixe aqui sua opinião sobre este assunto. Clica!
O que é Trade Marketing?
Em tempos de crise financeira, onde empresas anunciam reduções significativas nas verbas de marketing e propaganda, cresce a importância da figura do Trade Marketing, que ainda é muito confundida com a atividade de merchandising, assim como ocorre com o Marketing que, às vezes, é reduzido à atividade de Propaganda.
O Trade Marketing complementa a atividade de Marketing, que é focada principalmente no consumidor final, e a de Vendas, focada principalmente no cliente varejista, estudando as estratégias de ponto-de-venda e os fatores motivacionais do consumidor (shopper) nesse ambiente e a partir daí estabelecendo ações operacionais que atendam esses objetivos estratégicos. O conceito de Trade Marketing entende que o contato do consumidor com o produto e com o ambiente competitivo se dá no ponto-de-venda e que a estratégia de marketing deve estar visível para o consumidor nesse espaço e nesse momento de decisão de compra.
No seu dia-a-dia o Trade Marketing trabalha com assuntos relativos à exposição de produtos, giro de estoques, margem de rentabilidade, motivação da equipe de vendas do cliente (varejo), promoções e campanhas de vendas, dentre outros.
Para entender a abrangência do conceito é necessário analisar o Trade Marketing Mix que assim como no Marketing Mix, é um termo utilizado para descrever a combinação dos elementos e ações que aplicados, constituem as principais ferramentas da empresa na aplicação do conceito de Trade Marketing. As variáveis que fazem parte do Trade Marketing Mix são:
PROMOÇÃO
Onde o principal objetivo é conseguir o balanceamento entre a promoção do produto no ponto-de-venda e as promoções gerais de preço, buscando ainda o equilíbrio com a propaganda dirigida ao consumidor final, para construir a imagem da marca e do produto.
VENDAS
Desenvolvendo opções de ações de ponto-de-venda e de interação com o cliente que permitam concentrar as discussões de vendas na visão de longo prazo do negócio e na estratégia das empresas envolvidas.
SERVIÇO
É o principal elemento de negociação e atendimento, normalmente existirão diferenças entre o que o varejista deseja e demanda e o que o produtor pode efetivamente fornecer.
PRODUTO
Procurar diferenciação por meio da inovação ou de produtos dedicados ou exclusivos que ajudem o varejista a manter seu nível de competitividade e administrando o mix de produto por cliente buscando minimizar o conflito de canais.
PREÇO
A concentração neste item como o principal ponto de negociação deve ser evitado, buscando ampliar o conceito para o valor dos produtos e serviços oferecidos.
PRESENÇA DE MERCADO
Buscar a otimização da presença no ponto-de-venda destinando recursos em função das necessidades demandadas por cada cliente.
RESULTADOS E RENTABILIDADE
O resultado total da empresa é obtido pela somatória dos resultados individuais, e, portanto o custo de atendimento e as margens obtidas em cada cliente devem ser apurados; devendo ainda ser estabelecido objetivo individual de margem e rentabilidade para cada cliente e não apenas de volumes de vendas.
Diante disso, o profissional de Trade Marketing é exigido ao extremo e é preciso ter conhecimentos multidisciplinares, pois em sua atividade diária estará lidando com diversos assuntos relativos à área de marketing tais como; produto, promoção, material de ponto de venda, comportamento do consumidor e preços; tratará ainda de aspectos de logística de entregas, de programação de produção, de finanças, de administração de vendas entre outros.
Embora a atividade mais visível do Trade Marketing seja a de Propaganda, Promoção e Merchandising no PDV, devem ser desenvolvidas atividades relacionadas ao Mix de Produtos, Preços, Vendas, Serviços e Logística, Sistemas de Informações e Rentabilidade. Os objetivos de Trade Marketing só poderão ser alcançados se houver um envolvimento completo em todas as atividades e uma integração entre as mesmas, já que uma atividade promocional ou de merchandising, por exemplo, irá depender do posicionamento de preço e das margens, da disponibilidade dos produtos, da ação de vendas e nos acordos estabelecidos com o cliente, na pronta reação de logística e de serviços no acompanhamento do giro e do abastecimento dos produtos no ponto-de-venda e finalmente só poderá ser avaliado o sucesso da operação se os resultados forem positivos.
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Confira a entrevista de Christopher Montenegro, sócio-diretor da POP Marketing, e um dos especialistas de maior importância no segmento, dada ao site Mundo do Marketing. Ele explica ainda como obter até 30% de aumento nas vendas fazendo apenas uma ação de treinamento e incentivo e fala sobre como ganhar visibilidade no ponto de venda sem gastar toda a verba de marketing.
Fala-se cada vez mais da importância do trade marketing, mas qual é o caminho para se diferenciar.
Olhando para o mercado brasileiro, principalmente nas últimas duas décadas, percebemos que a profissionalização do marketing tomou conta das empresas – já não há mais espaço para quem trabalha de forma empírica e que não conheça o consumidor. Especificamente sobre trade marketing, há três momentos: um primeiro que é de ouvir falar e achar importante porque, através dos canais de vendas, consegue-se Read more
Marketing Experience: o segredo para captar os desejos do consumidor
O consultor do SENAC, Marcos Carvalho, fala ao jornalista Heródoto Barbeiro sobre Marketing Experience e suas diversas formas de utilização no ponto-de-venda.
O que é Merchandising Editorial?
Muitos acreditam que merchandising é caracterizado apenas por ações ou materiais promocionais utilizados no ponto-de-venda que proporcionem informações e melhor visibilidade dos produtos, marcas ou serviços, mas existem outras formas de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores, seja no PDV ou fora dele.
O merchandising editorial se diferencia da propaganda ou da publicidade, por ser veiculado na parte editorial. Os espaços editoriais, ou seja, dentro do conteúdo do programa e não na parte publicitária, são bem mais nobres e caros, justamente por oferecer à mensagem maior credibilidade e menor resistência por parte do receptor.
Pouca gente conhece pelo nome, mas o merchandising editorial é muito conhecido hoje em dia pelas ações nas novelas da Globo, as famosas inserções de produtos ou serviços em programas de TV também é chamado em outros países por “Tie-in”. Esta ação está evoluindo cada vez mais. Em muitas situações podemos observar quadros inteiros com o roteiro todo desenvolvido com foco no consumo do produto ou serviço anunciado.
Empresas como Natura e AVON possuem contratos milionários, e renovados anualmente com a Globo para ações nas novelas do horário nobre. A Natura detém o direito de divulgação de seus produtos nas novelas das 20h, já a AVON nas novelas das 19h, independente do roteiro a ser exibido.
O Merchandising editorial já é utilizado há bastante tempo no Brasil, para se ter uma idéia o programa humorístico Família Trapo, transmitido ao vivo pela TV Record (1967/1971) já utilizava este tipo de divulgação. Transmitido nas noites de domingo, o programa foi líder de audiência durante três anos consecutivos e, portanto, um atrativo a mais para despertar o interesse do mercado anunciante. A São Paulo Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas, foi uma das empresas que apostava no programa, e fez merchandising em alguns episódios.
A primeira experiência de merchandising na TV Brasileira foi em 1969, na TV Tupi, na telenovela Beto Rockfeller, onde um personagem amanhecia das noites de farra com ressaca e tomava um antiácido efervecente Alka Seltzer da Bayer. Mas os primeiros grandes casos de merchandising têm registro com a novela Dancing Day’s, em 1979, onde a atriz Sônia Braga, que fazia papel de Júlia, usava calças jeans Staroup. A década de 80 se consolidou na efetiva ferramenta do merchandising, ampliando o faturamento das emissoras.
Interatividade
Já buscando uma interatividade com o consumidor, algo que em breve teremos com a TV Digial, alguns programas de TV já buscam realizar um merchandising editorial casado com outras mídias. O programa MTV na Rua, comandado pela VJ Penélope Nova, por exemplo, promove a nova linha de câmeras digitais Cyber-shot.
A apresentadora comanda a atração, gravada com a participação de pessoas nas ruas, onde fará demonstrações do produto, cujo recurso especial permite à câmera reconhecer sorrisos e disparar fotos automaticamente até seis vezes seguidas, tornando-se ideal para captar cenas espontâneas. Durante os merchandisings, Penélope também convidará o público a enviar suas próprias fotos para a galeria Cyber-shot, integrada ao site MTV na Rua.
Xbox Live
Mas não é só nos programas de TV que o merchandising editorial faz sucesso, recentemente os organizadores da campanha de um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos compraram espaços no jogo “Burnout: Paradise” da Electronic Arts. Para quem joga online na Xbox Live é possível ver vários anúncios in-game de Barack Obama.

E você, o que acha do merchandising editorial? Será o futuro da propaganda ou fica artificial demais uma atriz passando um creme com a câmera dando close no produto? Deixe aqui seu comentário sobre este assunto.
http://www.mesbla.com.br