Comportamento do Consumidor
Uma breve análise sobre o comportamento do consumidor brasileiro no varejo.
A Mesbla pontocom é pontocom.br
A volta da Mesbla ao varejo brasileiro já tem data: novembro. A rede inaugura no próximo mês um novo site de e-commerce. A idéia é reproduzir na internet o mesmo universo de uma loja de departamentos, vendendo roupas, acessórios e utensílios para casa. Com o slogan “a loja da mulher pontocom”, a Mesbla tentará pegar carona no grande recall que a marca ainda tem — apesar da falência da empresa ter sido decretada há 10 anos.
Apesar de estar trabalhando toda a sua comunicação baseando-se no conceito pontocom a empresa esqueceu de um detalhe muito importante, não registou o domínio Mesbla.com, a loja de departamentos online possui apenas o endereço Mesbla.com.br! Que gafe, não? Alguém aí sabe qual a agência de publicidade (in)responsável para que eu um dia não a contrate?
Para quem não lembra da história, a Mesbla foi um grande ícone do varejo nos anos 80, comandada pelo empresário André de Botton. Na década de 90, o fim da inflação expôs uma série de problemas operacionais da rede varejista (que até então ganhava mais dinheiros com operações financeiras do que com sua atividade principal). Atolado em dívidas, De Botton vendeu a Mesbla em 1997 ao polêmico empresário Ricardo Mansur, também dono do Mappin. Dois anos depois as duas redes foram à falência, deixando 10 000 funcionários sem emprego.
Com informações do Portal Exame.
Rio 2016!

Gostaria de deixar registrado aqui a minha satisfação, como profissional de markerting, com a equipe que gerenciou a candidatura do Rio de Janeiro, simplesmente impecável! Soubemos vender o nosso país tomando partido do que ele tem de melhor: a diversidade cultural, a nossa música e sobretudo as nossas belezas naturais, parabéns COB por esta conquista inédita!
Mais do que fazer um acordo com os chefões da violência, o desafio maior agora é vencer a corrupção nas obras públicas e cumprir com o que foi prometido nesta beleza de projeto.
O país Facebook
Todos nós já sabemos que o Facebook está ficando cada dia mais popular entre os amantes de sites de relacionamento de todo o mundo, inclusive no Brasil, mas o que ninguém tinha idéia era que este número chegava a 250 milhões de usuários (em 15 de julho de 2009), segundo a análise da Buzzpoint, empresa especializada em Social Media Marketing.
Você já imaginou se ele fosse um país, seria o quarto mais populoso do planeta! Só perdendo para a China, Índia e Estados Unidos.

O criador do mais bem-sucedido site de relacionamentos do mundo largou a faculdade de Harvard para investir na web, acabou contratando ex-professores e hoje é uma das personalidades mais respeitadas do mundo online. Confira a matéria do programa Mundo S/A:
O atraso das agências diante do “novo” veículo
Ontem estive conversando com uma publicitária, dona de uma grande agência na cidade, que me relatou um sério problema, como montar um núcleo web em uma agência de publicidade?
Bem, antes de tudo, é sempre bom esclarecer que não existem dois tipos de comunicação, o que muda mesmo é se o veículo é interativo ou não, se a sua mensagem receberá uma resposta ou será apenas de mão única! Se o anúncio de um determinado produto chega ao consumidor através de papel, meios digitais, sinalização, ou seja lá qual for o tipo de veículo, o consumidor será sempre o mesmo e a forma de abordá-lo dependerá do tipo de produto e de que segmento ele se encaixa. Em alguns casos a TV será o veículo mais eficiente porque o público daquele produto tem mais acesso a este meio, em outros casos um anúncio só funcionará mesmo através do celular, por exemplo.
Os impulsos de compra, os desejos do consumidor e o poder de venda de um determinado produto ou serviço será sempre o mesmo, independente de como você chegará até ele.
A internet vem abocanhando a fatia do mercado publicitário porque cresce a cada dia o número de usuários conectados, com isso mais tipos de consumidores estarão online. É como na TV, quanto mais audiência tem um programa, mais anunciantes estarão disputando pelo espaço. É claro que isso impacta muito na vida de quem vive de comunicação, o “mundo online” tem que fazer parte da vida dos publicitários (isso já deveria ter acontecido há anos), mesmo dos mais conservadores, pois a internet hoje já faz parte da vida de muita gente. E hoje ela não está presa apenas ao computador, no celular já é uma realidade e muito em breve teremos interatividade na TV também, e ai? Será que as agências estão preparadas para isso?
Voltando a dúvida da minha amiga, acho que o problema é muito mais amplo, não basta criar um núcleo web e tudo estará resolvido, é fundamental que as agências pensem de uma forma diferente do que estão acostumadas, os publicitários tradicionais estão habituados a trabalhar a comunicação de mão única e isso está mudando rapidamente, até o lendário programa Fantástico da Rede Globo se rendeu a interatividade (tímido ainda)! É preciso que TODOS em uma agência pensem de forma interativa e que saibam como explorar ao máximo os recursos de comunicação que a internet oferece, a parte técnica pode deixar com o novo “núcleo web” ou com as agências de internet que eles resolvem!
Complemento com um artigo publicado na Webinsider este mês…
AGÊNCIAS TRADICIONAIS DISTANTES DO CONSUMIDOR ONLINE
Por Felipe Morais, publicado no portal Webinsider
A internet é a pedra no sapato das agências tradicionais e pode ser um grande divisor de águas na carreira de um executivo de marketing. Ele vai ser promovido ou demitido em função do quanto defende internet como ponto de contato.
Uma recente matéria publicada no site BlueBus mostra em números o atraso das agências diante do novo consumidor online.
Trata-se de um pesquisa, realizada pela IBM entre 2007 e 2008, que registra de um ano para o outro o salto de 33% a 60% na proporção dos internautas entrevistados que usam redes sociais. De 2007 a 2008 entre os entrevistados a adesão à internet móvel quase triplicou, chegando a 41%. O acesso a música e vídeo em aparelhos móveis quadruplicou, para 35%. Read more
Campanha Samsung para o Dia das Mães

A Samsung lançou sua campanha para o Dia das Mães onde o consumidor deve enviar para o hot site da promoção uma foto com os temas Mãe, Amor e Verdão. Verdão? Ué, e a torcida do curinthia, ou a do São Paulo será que irão participar e concorrer a uma camisa oficial do rival? Como ficam os consumidores do resto do país que não querem nem saber dos times paulistas?
Levando em consideração a pesquisa da Datafolha, realizada em novembro de 2007, que informou que o verdão tinha apenas a quarta maior torcida do Brasil, empatada com o Vasco (6%) e atrás dos conterrâneos São Paulo (8%) em terceiro e o Corinthians (12%) com a segunda posição (o primeiro é o Flamengo que até hoje pega carona na era Zico - 17%), o que você acha da estratégia de grandes empresas patrocinarem apenas um time, sem levar em consideração a paixão dos consumidores pelos times rivais?
E você, participaria de uma campanha pra ganhar ingressos do jogo do time adversário? Deixe aqui sua opinião sobre este assunto. Clica!
O que é Trade Marketing?
Em tempos de crise financeira, onde empresas anunciam reduções significativas nas verbas de marketing e propaganda, cresce a importância da figura do Trade Marketing, que ainda é muito confundida com a atividade de merchandising, assim como ocorre com o Marketing que, às vezes, é reduzido à atividade de Propaganda.
O Trade Marketing complementa a atividade de Marketing, que é focada principalmente no consumidor final, e a de Vendas, focada principalmente no cliente varejista, estudando as estratégias de ponto-de-venda e os fatores motivacionais do consumidor (shopper) nesse ambiente e a partir daí estabelecendo ações operacionais que atendam esses objetivos estratégicos. O conceito de Trade Marketing entende que o contato do consumidor com o produto e com o ambiente competitivo se dá no ponto-de-venda e que a estratégia de marketing deve estar visível para o consumidor nesse espaço e nesse momento de decisão de compra.
No seu dia-a-dia o Trade Marketing trabalha com assuntos relativos à exposição de produtos, giro de estoques, margem de rentabilidade, motivação da equipe de vendas do cliente (varejo), promoções e campanhas de vendas, dentre outros.
Para entender a abrangência do conceito é necessário analisar o Trade Marketing Mix que assim como no Marketing Mix, é um termo utilizado para descrever a combinação dos elementos e ações que aplicados, constituem as principais ferramentas da empresa na aplicação do conceito de Trade Marketing. As variáveis que fazem parte do Trade Marketing Mix são:
PROMOÇÃO
Onde o principal objetivo é conseguir o balanceamento entre a promoção do produto no ponto-de-venda e as promoções gerais de preço, buscando ainda o equilíbrio com a propaganda dirigida ao consumidor final, para construir a imagem da marca e do produto.
VENDAS
Desenvolvendo opções de ações de ponto-de-venda e de interação com o cliente que permitam concentrar as discussões de vendas na visão de longo prazo do negócio e na estratégia das empresas envolvidas.
SERVIÇO
É o principal elemento de negociação e atendimento, normalmente existirão diferenças entre o que o varejista deseja e demanda e o que o produtor pode efetivamente fornecer.
PRODUTO
Procurar diferenciação por meio da inovação ou de produtos dedicados ou exclusivos que ajudem o varejista a manter seu nível de competitividade e administrando o mix de produto por cliente buscando minimizar o conflito de canais.
PREÇO
A concentração neste item como o principal ponto de negociação deve ser evitado, buscando ampliar o conceito para o valor dos produtos e serviços oferecidos.
PRESENÇA DE MERCADO
Buscar a otimização da presença no ponto-de-venda destinando recursos em função das necessidades demandadas por cada cliente.
RESULTADOS E RENTABILIDADE
O resultado total da empresa é obtido pela somatória dos resultados individuais, e, portanto o custo de atendimento e as margens obtidas em cada cliente devem ser apurados; devendo ainda ser estabelecido objetivo individual de margem e rentabilidade para cada cliente e não apenas de volumes de vendas.
Diante disso, o profissional de Trade Marketing é exigido ao extremo e é preciso ter conhecimentos multidisciplinares, pois em sua atividade diária estará lidando com diversos assuntos relativos à área de marketing tais como; produto, promoção, material de ponto de venda, comportamento do consumidor e preços; tratará ainda de aspectos de logística de entregas, de programação de produção, de finanças, de administração de vendas entre outros.
Embora a atividade mais visível do Trade Marketing seja a de Propaganda, Promoção e Merchandising no PDV, devem ser desenvolvidas atividades relacionadas ao Mix de Produtos, Preços, Vendas, Serviços e Logística, Sistemas de Informações e Rentabilidade. Os objetivos de Trade Marketing só poderão ser alcançados se houver um envolvimento completo em todas as atividades e uma integração entre as mesmas, já que uma atividade promocional ou de merchandising, por exemplo, irá depender do posicionamento de preço e das margens, da disponibilidade dos produtos, da ação de vendas e nos acordos estabelecidos com o cliente, na pronta reação de logística e de serviços no acompanhamento do giro e do abastecimento dos produtos no ponto-de-venda e finalmente só poderá ser avaliado o sucesso da operação se os resultados forem positivos.
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Confira a entrevista de Christopher Montenegro, sócio-diretor da POP Marketing, e um dos especialistas de maior importância no segmento, dada ao site Mundo do Marketing. Ele explica ainda como obter até 30% de aumento nas vendas fazendo apenas uma ação de treinamento e incentivo e fala sobre como ganhar visibilidade no ponto de venda sem gastar toda a verba de marketing.
Fala-se cada vez mais da importância do trade marketing, mas qual é o caminho para se diferenciar.
Olhando para o mercado brasileiro, principalmente nas últimas duas décadas, percebemos que a profissionalização do marketing tomou conta das empresas – já não há mais espaço para quem trabalha de forma empírica e que não conheça o consumidor. Especificamente sobre trade marketing, há três momentos: um primeiro que é de ouvir falar e achar importante porque, através dos canais de vendas, consegue-se Read more
Marketing Experience: o segredo para captar os desejos do consumidor
O consultor do SENAC, Marcos Carvalho, fala ao jornalista Heródoto Barbeiro sobre Marketing Experience e suas diversas formas de utilização no ponto-de-venda.
O que é Merchandising Editorial?
Muitos acreditam que merchandising é caracterizado apenas por ações ou materiais promocionais utilizados no ponto-de-venda que proporcionem informações e melhor visibilidade dos produtos, marcas ou serviços, mas existem outras formas de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores, seja no PDV ou fora dele.
O merchandising editorial se diferencia da propaganda ou da publicidade, por ser veiculado na parte editorial. Os espaços editoriais, ou seja, dentro do conteúdo do programa e não na parte publicitária, são bem mais nobres e caros, justamente por oferecer à mensagem maior credibilidade e menor resistência por parte do receptor.
Pouca gente conhece pelo nome, mas o merchandising editorial é muito conhecido hoje em dia pelas ações nas novelas da Globo, as famosas inserções de produtos ou serviços em programas de TV também é chamado em outros países por “Tie-in”. Esta ação está evoluindo cada vez mais. Em muitas situações podemos observar quadros inteiros com o roteiro todo desenvolvido com foco no consumo do produto ou serviço anunciado.
Empresas como Natura e AVON possuem contratos milionários, e renovados anualmente com a Globo para ações nas novelas do horário nobre. A Natura detém o direito de divulgação de seus produtos nas novelas das 20h, já a AVON nas novelas das 19h, independente do roteiro a ser exibido.
O Merchandising editorial já é utilizado há bastante tempo no Brasil, para se ter uma idéia o programa humorístico Família Trapo, transmitido ao vivo pela TV Record (1967/1971) já utilizava este tipo de divulgação. Transmitido nas noites de domingo, o programa foi líder de audiência durante três anos consecutivos e, portanto, um atrativo a mais para despertar o interesse do mercado anunciante. A São Paulo Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas, foi uma das empresas que apostava no programa, e fez merchandising em alguns episódios.
A primeira experiência de merchandising na TV Brasileira foi em 1969, na TV Tupi, na telenovela Beto Rockfeller, onde um personagem amanhecia das noites de farra com ressaca e tomava um antiácido efervecente Alka Seltzer da Bayer. Mas os primeiros grandes casos de merchandising têm registro com a novela Dancing Day’s, em 1979, onde a atriz Sônia Braga, que fazia papel de Júlia, usava calças jeans Staroup. A década de 80 se consolidou na efetiva ferramenta do merchandising, ampliando o faturamento das emissoras.
Interatividade
Já buscando uma interatividade com o consumidor, algo que em breve teremos com a TV Digial, alguns programas de TV já buscam realizar um merchandising editorial casado com outras mídias. O programa MTV na Rua, comandado pela VJ Penélope Nova, por exemplo, promove a nova linha de câmeras digitais Cyber-shot.
A apresentadora comanda a atração, gravada com a participação de pessoas nas ruas, onde fará demonstrações do produto, cujo recurso especial permite à câmera reconhecer sorrisos e disparar fotos automaticamente até seis vezes seguidas, tornando-se ideal para captar cenas espontâneas. Durante os merchandisings, Penélope também convidará o público a enviar suas próprias fotos para a galeria Cyber-shot, integrada ao site MTV na Rua.
Xbox Live
Mas não é só nos programas de TV que o merchandising editorial faz sucesso, recentemente os organizadores da campanha de um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos compraram espaços no jogo “Burnout: Paradise” da Electronic Arts. Para quem joga online na Xbox Live é possível ver vários anúncios in-game de Barack Obama.

E você, o que acha do merchandising editorial? Será o futuro da propaganda ou fica artificial demais uma atriz passando um creme com a câmera dando close no produto? Deixe aqui seu comentário sobre este assunto.
O que você deve saber antes de comprar uma câmera digital
Já não me lembro mais a última vez que mandei revelar um filme fotográfico, será que estou ficando velho? Minha filha já exige que a foto seja vista segundos após o sorriso, muitos jovens já tiram a foto imaginando como ela ficará no seu álbum do Orkut ou do Flickr, é a geração digital criando uma nova cultura de compartilhamento e consumo.
A “velha” câmera que antes servia para registro dos melhores momentos da família, utilizada apenas em aniversários ou nos almoços dos domingos, hoje é um bem pessoal onde cada membro possui uma câmera para registro das situações mais inusitadas. O que levava dias para ser revelado, hoje em segundos está disponível na internet sendo compartilhado com milhões de pessoas.
Tudo isso faz multiplicar a venda de câmeras digitais a cada ano. Segundo estudo da consultoria de tecnologia IDC publicado em 2007, em 2009, haverá mais câmeras digitais em uso do que as analógicas no mercado norte-americano, caso o ritmo de crescimento anual de 82,8% nas vendas de câmeras digitais seja mantido. No Brasil, a previsão é que a virada aconteça em 2012. Particularmente acredito que isso aconteça bem antes.
Mas você sabe o que realmente faz o diferencial na hora de comprar uma câmera digital?
A falta de uma comunicação eficiente por parte dos fabricantes onde focam na divulgação de termos técnicos ou em inglês faz com que o consumidor final busque a câmera pela capacidade em megapixel, independente de sua necessidade. Um consumidor final de classe média não sabe exatamente o que significa Face Detection, Smile Shutter, Super SteadyShot, por exemplo e acaba comparando megapixels versus preço, o que não é o ideal.
MEGAPIXELS, SAIBA UTILIZAR
Quando um consumidor parte para decidir a compra pela capacidade em megapixels pode estar desperdiçando outros atributos mais importantes para sua necessidade.
De nada adianta uma câmera com muitos megapixels se o usuário não vai precisar de fotos maiores do que 10 x 15 centímetros, grande maioria dos casos, ou se ele simplesmente só publica no seu álbum virtual.
Para registrar aquela viagem em família não é necessário mais do que 3 megapixels, pois geralmente não revelamos este tipo de foto em um formato superior a 18 x 24 centímetros. Para se ter uma idéia, uma câmera com mais de 4 megapixels já pode ser vista em uma LCD TV Full HD com uma resolução nunca vista nas fotos impressas.
A maioria das câmeras mais vendidas (e mais baratas) atualmente se encontra no nível dos 5 megapixels com o que é possível chegar a reproduções de boa qualidade de até 30 x 40 centímetros.
ZOOM, QUAL O MELHOR
O zoom é outro benefício muito importante e que costuma confundir a cabeça do consumidor, mas qual o melhor, zoom óptico ou o digital?
Sempre que possível escolha o zoom óptico, pois não prejudica a resolução e definição da imagem, este tipo de zoom usa lentes especiais antes de bater a fotografia. Porém, caso sua máquina possua muitos megapixels esta perda poderá ser imperceptível em fotos domésticas.
Para citarmos um exemplo, se você estiver utilizando uma câmera de 3 megapixels com zoom digital de 3x, a resolução de sua foto será na verdade de 1 megapixel.
Para escolha das lentes, opte sempre pela do tipo Carl Zeiss, encontradas nas melhores marcas de câmeras do mundo. Também é muito utilizada pela NASA em seus equipamentos.
BATERIA OU PILHA
O terceiro item a ser levado em consideração na hora da compra é o tipo de bateria utilizada pela câmera. Após o celular tudo o que precisa de pilha pra funcionar perdeu seu valor, isso porque os celulares utilizam baterias recarregáveis no lugar das velhas pilhas alcalinas.
As melhores são as que utilizam baterias de Níquel-Cádmio ou Níquel-Metal Hidrato e as de baterias recarregáveis de íon de lítio (similares tecnologicamente às que usam os telefones celulares).
Sabendo destes três itens básicos na hora da compra, procure perguntar ao vendedor o que significa cada ícone geralmente fixado ao lado da câmera, assim você poderá comprar uma máquina que atenda exatamente suas expectativas, evitando desperdício de funções ou de dinheiro.
ALGUMAS FUNCIONALIDADES IMPORTANTES
Face Detection
Capaz de reconhecer o rosto de até oito pessoas e priorizar entre crianças e adultos, o Face Detection regula automaticamente o foco, exposição, controle de flash e o equilíbrio de branco. As irregularidades na cor do rosto, resultado das variações de luz do ambiente, também serão eliminadas com este recurso. Em alguns modelos é possível selecionar as fotos através dos rostos das pessoas.
Smile Shutter
Resultante da análise de diversas características e movimentos do rosto humano ao sorrir, o Smile Shutter identifica o rosto sorridente e, automaticamente, faz a foto.
Super SteadyShot
O estabilizador de imagem Super SteadyShot permite que você tire fotos com nitidez, mesmo em situações de movimento.
CURIOSIDADES
7 MEGAPIXELS
É a resolução de 40% das câmeras digitais brasileiras vendidas em junho/2008.
2,5 POLEGADAS
É o tamanho do visor de câmera digital preferido pelos brasileiros.
R$ 600
É o preço de câmera digital aceito pela maioria dos consumidores como ideal.
1º LUGAR
É a posição do Brasil no ranking de preços de câmeras digitais na América Latina.
US$ 87
É o preço médio de uma câmera no Chile, contra US$ 346 no Brasil.
93% DAS CÂMERAS
Tinham menos de 5 megapixels de resolução em 2005, há 3 anos.
LOJAS DE DEPARTAMENTO
47% das vendas são feitas em lojas de departamentos e não em especializadas.
Boas compras!
[ ]`s, h.
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