Vem aí o Google Voice
Quando morei nos EUA em 1997 já trabalhava com internet e desenvolvia projetos web para o Brasil, porém uma das minhas maiores dificuldades era a comunicação por voz. Lembro que na época o software de comunicação mais utilizado era o MIRC, onde através de um chat com uma interface horrível que lembrava o DOS, mantinha contato com minha família e com meu sócio diariamente.
Em pouco mais de 10 anos vejo o futuro desejado naquela época chegando. Fico feliz em participar deste momento! Que venha o Google Voice…
GOOGLE ENFRENTA SKYPE E MS E
ENTRA NA “GUERRA” DA TELEFONIA ONLINE
O Google anunciou nesta quinta-feira, 12/03,o lançamento de um serviço de telefonia on-line equivalente ao Skype. O novo produto, batizado de Google Voice, promete criar problemas para as operadoras tradicionais e para às que investiram no mundo IP.
Ao falar do novo serviço, o Google reforça que o objetivo da companhia ao entrar nessa área é o de simplificar as comunicações. O Google Voice se baseia na tecnologia da Grand Central Communications, companhia adquirida em julho de 2007.
Como no software original da Grand Central, o Google Voice oferece aos usuários um número de telefone unificado que pode direcionar os telefonemas recebidos a números domésticos, celulares ou ao escritório.
A nova versão utiliza tecnologia de reconhecimento de fala que o Google desenvolveu para seu serviço de guia telefônico Goog-411, e transcreve automaticamente em forma de texto as mensagens de correio de voz. As mensagens transcritas podem ser encaminhadas como e-mail ou mensagens de texto ao celular de uma pessoa.
O modelo é preocupante para as operadoras tradicionais que já assumem perdas de receitas para as ligações on-line. O Skype, por exemplo, possui cerca de 400 milhões de usuários mundialmente e responde por cerca de 350 mil ligações por dia.
* Matéria publicada no site Convergência Digital. Clica!
Kaká estrela para a SONY

BRAVIA MOTIONFLOW 200Hz
BRAVIA-Drome foi desenvolvido pela MPC, de Londres, com muita tecnologia mas é um filme técnico que o consumidor comum não consegue captar a mensagem de primeira.
A SONY apresentou em fevereiro deste ano o primeiro comercial utilizando seu mais novo garoto propaganda, o mundialmente famoso Kaká, hoje jogador do AC Millan e da seleção brasileira. O vídeo, que só será veiculado na TV em Abril (na Europa), explora conceitualmente a nova tecnologia chamada Motionflow 200Hz - que exalta o movimento através das variações de imagens, nem chega aos pés dos três filmes principais de Bravia: Balls, Paint e Play-Doh.
Para divulgar o recurso o diretor do filme se inspirou em um zoetrope, dispositivo que produz uma ilusão de movimento a partir de uma rápida sucessão de imagens estáticas. O primeiro foi criado na China no ano de 180 DC pelo inventor Ting Huan.
Como estratégia de pré-lançamento a SONY apostou na internet, produziu um site exclusivo da campanha (motionflow.eu) com divulgação de fotos através do Flickr, vídeos pelo YouTube e uma entrevista com o diretor onde ele explica como foi construído o maior zoetrope do mundo e qual o conceito físico por trás deste vídeo, além de um bate-papo com os dois japoneses responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia Motionflow.
ENTENDA A TECNOLOGIA MOTIONFLOW
Outros vídeos sobre o BRAVIA-Drome:
MAKING OFF
CHEGADA DE KAKÁ NO BRAVIA-DROME
“O que me atraiu para esta campanha e para a SONY é que ela é a número um do mundo no que faz. Sempre que assino um contrato tenho certeza de que posso compartilhar meus valores com a empresa”. Diz o jogador.
Confira as fotos do zoetrope gigante no Flickr. Clica!
O que é Marketing?
A presença do Marketing na sociedade afeta a quase totalidade dos seus membros através de diversas formas e com mecanismos distintos. Tanto assim é que, frequentemente, conduz a certas confusões entre o que é Marketing e algumas das ferramentas a que recorre para alcançar os seus fins, como os estudos de mercado, a publicidade ou o patrocínio de eventos. Por isso, é importantíssimo identificar o que implica o conceito de Marketing e conhecer as definições que melhor o descrevem.
Numa primeira abordagem, pode-se definir o Marketing como o conjunto dos meios de que dispõe uma empresa para vender os seus produtos aos seus clientes com rentabilidade. Até aqui nada de novo! Todas as empresas, desde que existem, têm tido a preocupação de vender os seus produtos aos seus clientes – e não terão sido levadas a fazer Marketing sem o saber? Num certo sentido, é verdade: desde que os homens tiveram necessidade, para viver, de vender o que produziam, o marketing sempre existiu. Mas o que se modificou, desde há alguns decênios, sob a influência de diversos fatores econômicos, tecnológicos e científicos, foi o modo como as empresas o praticam e a própria concepção que fazem dele.
O Marketing sempre foi definido de muitas formas distintas. Quase, diariamente, são propostas novas definições, cada uma contendo as especificidades que os seus autores consideram necessárias para alcançarem uma melhor compreensão do conceito.
O conhecimento de tais definições é um valor incalculável para compreender a evolução do Marketing bem como aprofundar o seu conhecimento. As mais representativas, pela autoridade de quem as propõe, bem como pelo fato de uma ser concebida nos Estados Unidos da América e outra na Europa, provavelmente são as seguintes:

“Marketing é o processo de planificação e execução da concepção, fixação de preços, promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços para criar relações de troca que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais.”

“Marketing é o processo de gestão responsável por identificar, antecipar e satisfazer de uma forma rentável as necessidades dos consumidores.”
A estes dois conceitos oficiais podemos acrescentar um sem fim de definições, que podem ser reveladores do aspecto decisivo que o Marketing desempenhou, desempenha e sem dúvida desempenhará no modelo de sociedade futura.
O Marketing poderá mesmo tornar-se numa força catalisadora da sociedade, enquanto princípio nobre de tentar satisfazer as necessidades do ser humano, através da produção de bens e prestação de serviços que a pessoa está interessada em adquirir.
O Marketing aplicado à letra poderá mesmo desencadear a revolução do novo milênio, ao dar o verdadeiro poder à pessoa de decidir de acordo com os seus desejos. Afinal, o cliente é a fonte dos rendimentos das empresas.
DEFINIÇÕES DE MARKETING
“O estudo do público, isto é dos mercados, é de três ordens:
econômico, psicológico e social.”
Fernando Pessoa, 1926
“Não se pode vencer contra o povo. Quem não sentir esta
verdade indubitável não pode ser guerrilheiro.”
Ernesto Che Guevara, 1960
“O Marketing no seu melhor, consiste na criação de valor
e na melhoria dos níveis de vida no mundo.”
Philip Kotler, 1997
“Kotler is marketing.”
Al Ries
“A administração deve pensar em si mesma não como produtora de produtos,
mas como fornecedora de satisfações de valor, criadoras de clientes.”
Theodore Levitt
“Marketing não é uma função; é todo o negócio visto na perspectiva do cliente.”
Peter Drucker
* Publicado inicialmente no site MktOnline. Clica!
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Veja também:
- Management TV - 5 vídeos sobre Marketing com Philip Kotler e Jack Welch
- Vídeo aula sobre o conceito básico de Marketing
Leia também:
- Qual o Objetivo do Marketing
- Mas afinal, o que é Marketing?
Bookmarks de 11.03.09
O consumidor é fiel à marca ou ao ponto-de-venda?
Os fabricantes de produto de consumo estão tendo cada vez mais dor de cabeça para manter seus clientes fiéis. Na Bélgica, a rede de supermercados Delhaize, uma das líderes do varejo com 775 lojas, retirou de suas prateleiras 250 produtos da Unilever em fevereiro. Enquanto as duas empresas não chegam a um acordo sobre os preços de produtos e sobre merchandising nas lojas, os consumidores estão indo atrás dos produtos em outras redes ou trocando a marca Unilever por outras concorrentes.
Um terço dos clientes da Delhaize afirmou, em uma pesquisa on-line, que vão atrás dos produtos da Unilever no Carrefour e na rede de desconto C olruyt. Um terço migrará para produtos iguais ou semelhantes de outras marcas ou comprará marcas próprias, enquanto a outra parte dos clientes da rede belga ainda não sabe que medida vai tomar para suprir suas necessidades e desejos.
Aqui no Brasil, em recente entrevista à revista Exame, o diretor executivo das Casas Bahia, Michael Klein, comentou sobre a mudança que a rede havia feito Read more
Campanhas por e-mail influenciam positivamente a percepção dos consumidores
É o que diz a pesquisa realizada com 1517 consumidores americanos em outubro de 2008 pela empresa Epsilon Corporate e publicada este mês.
Segundo a pesquisa, campanhas online, especialmente as realizadas por e-mail influenciam positivamente na decisão de compra dos consumidores offline, aumenta a reputação da empresa e gera fidelidade à marca.
Principais conclusões:
- 62% afirmaram que tem os hábitos de compra offline
influenciados por campanhas online;
- 57% são mais fiéis a empresas devido as comunicações que
recebem via e-mail, quando autorizadas (opt-in);
“Empresas de produtos de consumo como Procter & Gamble e Johnson & Johnson, enfrentam um grande desafio ao incorporar a comunicação por e-mail em no seu marketing mix. Elas precisam envolver os consumidores e encontrar uma forma que lhes permitam interagir com as marcas e produtos tanto online quanto offline”, afirma Kevin Mabley, Senior Vice President da Epsilon.
Quando questionados quantas vezes os consumidores foram influenciados devido a uma campanha de e-mail marketing os resultados são ainda mais interessantes:
- 91% já imprimiram ou realizaram o download de algum cupom promocional para uso online ou offline;
- 81% já clicaram em um link “saiba mais”;
- 67% pesquisaram qual a loja do varejo mais próxima que vende o produto;
- 66% solicitaram uma amostra grátis do produto;
- 65% encaminharam o e-mail ou o cupom para um amigo;
- 65% compraram o produto online.
Mais informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no site da Epsilon. Clica!
Atendimento Publicitário
Visitando os posts antigs do finado Blog do Havro, achei esta pérola! Um comentário muito legal de Márcio Santoro, Diretor de Atendimento da agência África sobre a polêmica da extinção da função de atendimento publicitário. O artigo é antigo, mas super-atual. Vale a pena ler!
UM NOVO PERFIL E POSICIONAMENTO
A-t-e-n-d-i-m-e-n-t-o
Márcio.
Eu não gosto deste nome. A culpa é do médico da minha mãe. Pode parecer estranho, mas foi ele quem me deu esse nome. A história é simples: 30 de agosto de 1970, em alguma maternidade no centro de São Paulo, o pau corria solto. Meu pai querendo me dar o nome de Armando e minha mãe de Rodrigo (fico imaginando como ia me ferrar se me chamasse Rodrigo Santoro…).
De um lado toda a família Santoro e do outro a Miritello, tudo italiano casca grossa brigando para valer. A uma determinada altura a pancadaria atingiu um nível que o doutor teve que entrar. Em um ato impensado deu um palpite …aí veio Márcio!!!
Todo mundo fez cara de árvore e minha mãe, com falta de juízo, aceitou a sugestão. Ela olhou para mim e disse:
“- Você vai se chamar Márcio”.
Foi a primeira e última vez em que ela me chamou assim. Meu apelido foi dado no dia seguinte e virei Meco. O Márcio sumiu.
Passados 17 anos, trabalhando sem ganhar um centavo furado na DPZ (estágio não remunerado), me deparei com um sujeito gente-fina mas com cara de bravo (Daniel Barbará), que me disse: “- Márcio, (caramba…era eu!) pegue essas fitas e um avião e entregue uma cópia na Manchete e outra na Globo lá no Rio. Se não chegar no horário, eu arranco seu saco!”
Pronto! Márcio, ele voltou. O nome tava na roda em caráter irrevogável. Nesses tempos de DPZ, eu comecei a flertar com um departamento chamado “atendimento”. Eu gostava daquele negócio agitado, botando todo mundo na agência para trabalhar, o contato com clientes, a coisa de vender idéias etc. Mas o nome do departamento…Atendimento, mas que m… Dava a idéia de uma coisa limitada.
Mas me apaixonei e fui com tudo. Saí da DPZ, fui estudar fora, voltei e comecei a atender a Lever na Lintas e lá fiquei por oito anos. Depois de mais sete anos na DM9DDB, fui convidado pelo Nizan para abrir a Africa, uma agência modelo de atendimento mais exclusivo, com poucos clientes. Durante esses últimos anos tenho tentado, até pela nossa forma diferenciada de se envolver com o cliente, criar um profissional de atendimento moderno, com visão de negócios.
Um cara que sai a campo toda semana, que tem as vendas na ponta da língua, que corta produtos do portifólio do cliente, que cria serviços, que diz “não” ao cliente com embasamento, que planeja, que dá o “key insight” para a criação, que discute pesquisa, que estimula a mídia a ser criativa, que integra o offline com o online.
Isso está em linha com a matéria de capa do Advertising Age de algumas semanas atrás, que alerta para o fim do profissional de atendimento antigo. A matéria é clara – morreu um perfil de profissional, e não a atividade. A mesma matéria diz que a Amalgamated aboliu o atendimento no começo de suas atividades em 2003 e foi um verdadeiro caos.
Atendimento, assim como Márcio, são nomes de que eu não gosto, mas estão aí. Esse negócio de acabar com o atendimento, tema em discussão hoje em dia, é uma piada ou simplesmente uma forma de ter assunto. Honestamente, eu me sinto desrespeitado com isso. Assim como toda a nossa categoria deveria se sentir.
Pior ainda é diluir as atribuições do atendimento aos outros departamentos. Dar a função de atendimento para planejamento ou criação é acabar com essas áreas, que vão ter que parar de planejar e criar para atender.
A Crispin, Porter & Bogusky de Miami, uma das agências mais modernas e criativas do momento, tem atendimento e dos bons. Pergunte ao Jeff Steinhour, sócio e diretor de atendimento da Crispin.
Reinventar-se é hoje uma atribuição não só do atendimento, mas sim de toda a atividade da propaganda. Eu pensei em mudar o meu nome há alguns anos, mas achei melhor me concentrar e tentar ser um atendimento. Eu pensei em mudar o nome do meu departamento há alguns anos, mas achei melhor me concentrar em reinventá-lo. Extingui-lo seria muito mais fácil.
Dicas de liderança
Para começar bem o ano republico aqui algumas boas dicas compiladas pelo redator-chefe da revista Liderança, Cleverson Uliana.
Comunicação
Para atingir a excelência na gestão de seu ambiente organizacional e promover uma comunicação transparente com seus funcionários, comprometa-se a fazer a gestão do clima da sua área e a escutar seus colaboradores, mudando aquilo que for possível e se posicionando sobre o que e por que não é possível ser alterado.
Decisões
Escolhas sábias levam você e sua empresa para frente. Da mesma forma, decisões pobres limitam sua carreira e prejudicam a performance da sua equipe. Isso mostra que grande parte do seu sucesso como líder depende da sua habilidade em tomar decisões.
Demissão
Trata-se de um momento de extrema sensibilidade emocional para o demitido. Se o líder tiver sido um carrasco, um pedido de desculpas poderá trazer à memória do outro uma lista muito grande de fatos indesculpáveis e a conversa da demissão virar uma exumação de velhos cadáveres. Os pedidos de desculpas e elogios deveriam ter acontecido antes, durante o relacionamento que tiveram, para não tornar o momento da demissão mais delicado ainda.
Desenvolvimento
O que preocupa muitas empresas é investir no desenvolvimento de um funcionário e acabar perdendo-o para a concorrência. Mas é fundamental encarar o turnover com naturalidade e não deixar que isso atrapalhe o desenvolvimento de líderes. Até porque, se você não desenvolve as pessoas, as melhores vão procurar outros desafios. Agora, se desenvolve, tem mais chances de as melhores ficarem com você.
Desmotivação
Determinados comportamentos e atitudes podem ser inversamente proporcionais à motivação de seus funcionários: falta de transparência nas decisões, autoritarismo desnecessário e frequente, condições inadequadas de trabalho e, claro, remuneração defasada em relação ao mercado – todos são aspectos que podem interferir no processo de motivação.
Liderança
Um líder além de se comunicar deve se relacionar bem com as pessoas, vendendo ideias, influenciando, motivando, conduzindo, incentivando, representando o grupo, compartilhando, ouvindo o outro e, acima de tudo, mantendo a sensibilidade para perceber as diferenças individuais e adequando-se ao contexto. A habilidade de comunicação de um líder é o reflexo do poder pessoal de influenciar os liderados.
Motivação
Cada integrante da sua equipe tem necessidades, sonhos e metas diferentes. Cabe a você descobrir o que motiva cada um e tentar, dentro das políticas da empresa, mostrar os caminhos para que ele possa atingir seus objetivos.
Produtividade
Pesquisas mostram que os gerentes passam mais de 70% de seu tempo tentando fazer os improdutivos produzirem. Enquanto isso, a maioria dos produtivos pede demissão e vai procurar outro emprego porque não recebeu atenção suficiente. Esses indivíduos não se sentiam reconhecidos pela empresa nem cresciam em suas posições.
Qualidade de vida
Tanto você quanto seus funcionários precisam zelar por momentos de lazer, assim como necessitam de exercícios e atividades físicas. Nosso organismo precisa desse “respiro”, o que não é novidade alguma. No entanto, por que cada vez mais profissionais vêm ficando doentes? Pense nisso e antecipe-se!
Reconhecimento
Embora o dinheiro seja importante, o reconhecimento cuidadoso e pessoal pela execução primorosa de uma tarefa ou atividade está entre os recursos mais poderosos para elevar o entusiasmo, melhorar o desempenho e aumentar a retenção dos colaboradores. Portanto, não esqueça que motivar sua equipe com reconhecimento – e principalmente dizer aquele “obrigado” de um jeito especial – pode fazer toda a diferença.
Recrutamento
Muito se discute sobre contratar jovens talentosos ou profissionais com certa experiência. A energia e a velocidade dos jovens são indiscutíveis, mas os profissionais mais velhos geralmente pensam mais antes de agir e, por consequência, erram menos. O ideal é utilizar uma mescla de profissionais jovens e maduros, justamente para aproveitar ao máximo essas duas gerações.
Reuniões
A maioria dos problemas com reuniões acontece pela inexistência de planejamento. Entre os mais recorrentes, estão a convocação de pessoas que não precisariam estar presentes, o descumprimento dos horários, a falta de foco e objetivos, etc. Sem contar que muitos dos assuntos poderiam ser tratados por telefone ou e-mail.
Satisfação
Sua equipe está satisfeita e demonstra isso aos consumidores com gentileza, prestatividade e competência? Caso sua resposta seja negativa, está na hora de transformar seus funcionários em pessoas de negócios. Afinal, colaboradores pensam em seus empregos, enquanto pessoas de negócios em criar valor para os clientes.
Sucessão
Hoje, as empresas não têm a quantidade nem qualidade suficiente de líderes dos quais precisam. Entretanto, uma coisa é certa: em todas as instituições ainda existem potenciais a serem desenvolvidos, ou seja, profissionais que podem gerar mais e melhores resultados.
Tecnologia
Talvez você não queira nem precise criar um blog para se comunicar com seus colaboradores, como fez a Microsoft. Então, por que não rever e aprimorar os processos de comunicação de sua empresa? A tecnologia está aí, com inúmeras ferramentas para você transformar informação em comunicação, garantindo uma equipe mais confiante e comprometida.