Não aguenta mais fazer reunião? Acho bom você ler isto!

Quem nunca participou daquelas reuniões chatíssimas e demoradas onde todos falam ao mesmo tempo, misturando assuntos estratégicos com problemas pontuais do dia-a-dia, todos tratados do mesmo jeito, sem distinção, prioridades e ordem?

Recebi uma indicação muito boa da revista Liderança e gostaria de compartilhar com vocês. Trata-se de algumas dicas do livro de Patrick Lencioni chamado “Nocaute por reunião” da editora Campus.

Assuntos diferentes merecem reuniões diferentes para que a equipe ganhe em eficiência, decisão e tempo. Veja como trocar encontros longos, nos quais não se decide nada, por vários outros pequenos e eficazes:

RELATO DIÁRIO

O autor sugere que esse tipo de reunião seja feito todos os dias, em um canto da empresa, com os participantes em pé e por não mais que 5 minutos. Nele, todos dizem o que esperam fazer no dia ou, se for o caso, se estarão fora, se terão de alterar algo, se precisam falar com fulano logo mais, etc. Atenção: mesmo que o fulano esteja na sua frente, não aproveite a reunião para falar com ele, apenas tenha certeza de que ele estará disponível mais tarde. Lembre-se, só 5 minutos, no máximo. Essa forma de encontro simples poupa dezenas de e-mails, telefonemas, saídas pelas salas à procura de alguma pessoa e, principalmente, evita situações do tipo: “Mas o ciclano não sabia que o material iria chegar hoje?”.

REUNIÃO TÁTICA SEMANAL

Esse tipo de reunião deve durar no máximo 1 hora e ser realizado sempre no mesmo dia, horário e local. Esse encontro serve para definir o que é mais importante para a empresa na próxima semana. Como trata do dia-a-dia, ele não tem pauta. Assim, não se podem analisar os problemas do momento na organização nem desenvolver um cenário preciso do que ocorre. Essas reuniões começam com cada participante dizendo, em 1 minuto, o que fizeram de mais importante na semana e que vai afetar a empresa na próxima.

Depois que todos expuserem suas opiniões, é hora de compará-las com os objetivos de curto e médio prazos de sua equipe. Para facilitar, utilize parâmetros mensuráveis, receitas e despesas, e mais algum dado que faça sentido para seu grupo. Não é preciso demorar muito tempo aqui nem fazer contas exatas. Faça o necessário para ter uma ideia de como vocês estão naquela semana e nada mais. Gaste, nessa análise, uns 5 minutos.

Agora, você sabe onde sua equipe está e pode definir onde ela tem de focar na próxima semana, quais devem ser as prioridades e quem deve fazer o que. Nesse tipo de reunião, também não se decide ou cria algo novo. Não é hora de brainstorming ou decisões sobre o futuro da empresa, e sim sobre como vocês podem fazer a próxima semana produtiva e com o mínimo de estresse para todos. Lógico que vão surgir novas ideias em situações assim, mas guarde-as para a reunião futura, respeitando o tempo e a razão de ser da reunião tática.

REUNIÃO ESTRATÉGICA MENSAL

É aqui que se exploram novas ideias e possibilidades e usa-se o cérebro e a experiência para resolver grandes problemas. É também uma reunião mais longa, que pode, tranquilamente, estender-se para um pouco mais de 2 horas, se necessário. No entanto, não volte a cair na tentação de colocar diversos assuntos em uma só reunião. Limite-se a um ou dois tópicos.

Esse tipo de reunião tende a gerar reclamações: as pessoas acham que ele é longo demais e que deveriam estar lá fora trabalhando. Entretanto, é aqui que se decidem as novas oportunidades da empresa, de onde virá o dinheiro, novas formas de a organização trabalhar, etc. Existe algo mais importante que decidir algo que, nos próximos anos, provavelmente vai ter impacto na empresa?

REUNIÃO TRIMESTRAL FORA DO ESCRITÓRIO

Isso mesmo, mude de ares. Isso ajuda a ver a empresa por outro ângulo e reavaliar a estratégia, panorama competitivo, moral, dinâmica da equipe, colaboradores de melhor e pior desempenho, satisfação do cliente – tudo o que tem impacto no sucesso da equipe e empresa e que não se discute nas reuniões mensais.

Se for preciso, gastem um dia inteiro nessas reuniões. Vocês vão decidir o futuro da empresa e analisar concorrentes ou membros da equipe. Essas coisas não podem ser decididas no grito. Para que esse tipo de reunião se torne ainda mais eficiente, o autor sugere que se contrate um mediador externo de confiança – alguém com capacidade para lidar com gente, egos, geração de respostas criativas, etc. Talvez, um psicólogo amigo seu seja uma boa solução, desde que você se sinta confortável. Não vale a pena resolver o problema da reunião e perder a amizade.

Por favor, encaminhe este post ao seu chefe. Você só tem a ganhar!

* Enviado por e-mail pelo site da revista Liderança. Clica!

Vem aí o Google Voice

Quando morei nos EUA em 1997 já trabalhava com internet e desenvolvia projetos web para o Brasil, porém uma das minhas maiores dificuldades era a comunicação por voz. Lembro que na época o software de comunicação mais utilizado era o MIRC, onde através de um chat com uma interface horrível que lembrava o DOS, mantinha contato com minha família e com meu sócio diariamente.

Em pouco mais de 10 anos vejo o futuro desejado naquela época chegando. Fico feliz em participar deste momento! Que venha o Google Voice

GOOGLE ENFRENTA SKYPE E MS E
ENTRA NA “GUERRA” DA TELEFONIA ONLINE

O Google anunciou nesta quinta-feira, 12/03,o lançamento de um serviço de telefonia on-line equivalente ao Skype. O novo produto, batizado de Google Voice, promete criar problemas para as operadoras tradicionais e para às que investiram no mundo IP.

Ao falar do novo serviço, o Google reforça que o objetivo da companhia ao entrar nessa área é o de simplificar as comunicações. O Google Voice se baseia na tecnologia da Grand Central Communications, companhia adquirida em julho de 2007.

Como no software original da Grand Central, o Google Voice oferece aos usuários um número de telefone unificado que pode direcionar os telefonemas recebidos a números domésticos, celulares ou ao escritório.

A nova versão utiliza tecnologia de reconhecimento de fala que o Google desenvolveu para seu serviço de guia telefônico Goog-411, e transcreve automaticamente em forma de texto as mensagens de correio de voz. As mensagens transcritas podem ser encaminhadas como e-mail ou mensagens de texto ao celular de uma pessoa.

O modelo é preocupante para as operadoras tradicionais que já assumem perdas de receitas para as ligações on-line. O Skype, por exemplo, possui cerca de 400 milhões de usuários mundialmente e responde por cerca de 350 mil ligações por dia.

* Matéria publicada no site Convergência Digital. Clica!

Kaká estrela para a SONY

BRAVIA-Drome

BRAVIA MOTIONFLOW 200Hz

BRAVIA-Drome foi desenvolvido pela MPC, de Londres, com muita tecnologia mas é um filme técnico que o consumidor comum não consegue captar a mensagem de primeira.

A SONY apresentou em fevereiro deste ano o primeiro comercial utilizando seu mais novo garoto propaganda, o mundialmente famoso Kaká, hoje jogador do AC Millan e da seleção brasileira. O vídeo, que só será veiculado na TV em Abril (na Europa), explora conceitualmente a nova tecnologia chamada Motionflow 200Hz - que exalta o movimento através das variações de imagens, nem chega aos pés dos três filmes principais de Bravia: Balls, Paint e Play-Doh.

Para divulgar o recurso o diretor do filme se inspirou em um zoetrope, dispositivo que produz uma ilusão de movimento a partir de uma rápida sucessão de imagens estáticas. O primeiro foi criado na China no ano de 180 DC pelo inventor Ting Huan.

Como estratégia de pré-lançamento a SONY apostou na internet, produziu um site exclusivo da campanha (motionflow.eu) com divulgação de fotos através do Flickr, vídeos pelo YouTube e uma entrevista com o diretor onde ele explica como foi construído o maior zoetrope do mundo e qual o conceito físico por trás deste vídeo, além de um bate-papo com os dois japoneses responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia Motionflow.

ENTENDA A TECNOLOGIA MOTIONFLOW

Outros vídeos sobre o BRAVIA-Drome:

MAKING OFF

CHEGADA DE KAKÁ NO BRAVIA-DROME

“O que me atraiu para esta campanha e para a SONY é que ela é a número um do mundo no que faz. Sempre que assino um contrato tenho certeza de que posso compartilhar meus valores com a empresa”. Diz o jogador.

Confira as fotos do zoetrope gigante no Flickr. Clica!

O que é Marketing?

A presença do Marketing na sociedade afeta a quase totalidade dos seus membros através de diversas formas e com mecanismos distintos. Tanto assim é que, frequentemente, conduz a certas confusões entre o que é Marketing e algumas das ferramentas a que recorre para alcançar os seus fins, como os estudos de mercado, a publicidade ou o patrocínio de eventos. Por isso, é importantíssimo identificar o que implica o conceito de Marketing e conhecer as definições que melhor o descrevem.

Numa primeira abordagem, pode-se definir o Marketing como o conjunto dos meios de que dispõe uma empresa para vender os seus produtos aos seus clientes com rentabilidade. Até aqui nada de novo! Todas as empresas, desde que existem, têm tido a preocupação de vender os seus produtos aos seus clientes – e não terão sido levadas a fazer Marketing sem o saber? Num certo sentido, é verdade: desde que os homens tiveram necessidade, para viver, de vender o que produziam, o marketing sempre existiu. Mas o que se modificou, desde há alguns decênios, sob a influência de diversos fatores econômicos, tecnológicos e científicos, foi o modo como as empresas o praticam e a própria concepção que fazem dele.

O Marketing sempre foi definido de muitas formas distintas. Quase, diariamente, são propostas novas definições, cada uma contendo as especificidades que os seus autores consideram necessárias para alcançarem uma melhor compreensão do conceito.

O conhecimento de tais definições é um valor incalculável para compreender a evolução do Marketing bem como aprofundar o seu conhecimento. As mais representativas, pela autoridade de quem as propõe, bem como pelo fato de uma ser concebida nos Estados Unidos da América e outra na Europa, provavelmente são as seguintes:

AMERICAN MARKETING ASSOCIATION

“Marketing é o processo de planificação e execução da concepção, fixação de preços, promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços para criar relações de troca que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais.”

THE CHARTERED INSTITUTE OF MARKETING

“Marketing é o processo de gestão responsável por identificar, antecipar e satisfazer de uma forma rentável as necessidades dos consumidores.”

A estes dois conceitos oficiais podemos acrescentar um sem fim de definições, que podem ser reveladores do aspecto decisivo que o Marketing desempenhou, desempenha e sem dúvida desempenhará no modelo de sociedade futura.

O Marketing poderá mesmo tornar-se numa força catalisadora da sociedade, enquanto princípio nobre de tentar satisfazer as necessidades do ser humano, através da produção de bens e prestação de serviços que a pessoa está interessada em adquirir.

O Marketing aplicado à letra poderá mesmo desencadear a revolução do novo milênio, ao dar o verdadeiro poder à pessoa de decidir de acordo com os seus desejos. Afinal, o cliente é a fonte dos rendimentos das empresas.

DEFINIÇÕES DE MARKETING

“O estudo do público, isto é dos mercados, é de três ordens:
econômico, psicológico e social.”

Fernando Pessoa, 1926

“Não se pode vencer contra o povo. Quem não sentir esta
verdade indubitável não pode ser guerrilheiro.”

Ernesto Che Guevara, 1960

“O Marketing no seu melhor, consiste na criação de valor
e na melhoria dos níveis de vida no mundo.”

Philip Kotler, 1997

“Kotler is marketing.”
Al Ries

“A administração deve pensar em si mesma não como produtora de produtos,
mas como fornecedora de satisfações de valor, criadoras de clientes.”

Theodore Levitt

“Marketing não é uma função; é todo o negócio visto na perspectiva do cliente.”
Peter Drucker

* Publicado inicialmente no site MktOnline. Clica!

Veja também:
- Management TV - 5 vídeos sobre Marketing com Philip Kotler e Jack Welch
- Vídeo aula sobre o conceito básico de Marketing

Leia também:
- Qual o Objetivo do Marketing
- Mas afinal, o que é Marketing?

Bookmarks de 11.03.09

O consumidor é fiel à marca ou ao ponto-de-venda?

Os fabricantes de produto de consumo estão tendo cada vez mais dor de cabeça para manter seus clientes fiéis. Na Bélgica, a rede de supermercados Delhaize, uma das líderes do varejo com 775 lojas, retirou de suas prateleiras 250 produtos da Unilever em fevereiro. Enquanto as duas empresas não chegam a um acordo sobre os preços de produtos e sobre merchandising nas lojas, os consumidores estão indo atrás dos produtos em outras redes ou trocando a marca Unilever por outras concorrentes.

Um terço dos clientes da Delhaize afirmou, em uma pesquisa on-line, que vão atrás dos produtos da Unilever no Carrefour e na rede de desconto C olruyt. Um terço migrará para produtos iguais ou semelhantes de outras marcas ou comprará marcas próprias, enquanto a outra parte dos clientes da rede belga ainda não sabe que medida vai tomar para suprir suas necessidades e desejos.

Aqui no Brasil, em recente entrevista à revista Exame, o diretor executivo das Casas Bahia, Michael Klein, comentou sobre a mudança que a rede havia feito Read more

Campanhas por e-mail influenciam positivamente a percepção dos consumidores

É o que diz a pesquisa realizada com 1517 consumidores americanos em outubro de 2008 pela empresa Epsilon Corporate e publicada este mês.

Segundo a pesquisa, campanhas online, especialmente as realizadas por e-mail influenciam positivamente na decisão de compra dos consumidores offline, aumenta a reputação da empresa e gera fidelidade à marca.

Principais conclusões:

- 62% afirmaram que tem os hábitos de compra offline
influenciados por campanhas online;
- 57% são mais fiéis a empresas devido as comunicações que
recebem via e-mail, quando autorizadas (opt-in);

“Empresas de produtos de consumo como Procter & Gamble e Johnson & Johnson, enfrentam um grande desafio ao incorporar a comunicação por e-mail em no seu marketing mix. Elas precisam envolver os consumidores e encontrar uma forma que lhes permitam interagir com as marcas e produtos tanto online quanto offline”, afirma Kevin Mabley, Senior Vice President da Epsilon.

Quando questionados quantas vezes os consumidores foram influenciados devido a uma campanha de e-mail marketing os resultados são ainda mais interessantes:

- 91% já imprimiram ou realizaram o download de algum cupom promocional para uso online ou offline;
- 81% já clicaram em um link “saiba mais”;
- 67% pesquisaram qual a loja do varejo mais próxima que vende o produto;
- 66% solicitaram uma amostra grátis do produto;
- 65% encaminharam o e-mail ou o cupom para um amigo;
- 65% compraram o produto online.

Mais informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no site da Epsilon. Clica!