Meu, o quarto tremeu!

Tremor em São Paulo

Esta semana tive a minha primeira (e espero última) experiência em participar de um tremor. Estava no 12° andar do flat onde estou hospedado há mais de um mês, trabalhando no computador quando sinto a luminária da mesa balançar e em questões de segundos noto que não era apenas a luminária e sim o quarto inteiro! Como foi muito rápido, cerca de cinco segundos, não deu pra pensar muito no que fazer.

Assim que passou corri para a varanda pra sentir o clima da população em volta. Como não notei nada fora da rotinha, voltei a trabalhar e fiquei com a sensação de estar ficando louco. Cheguei até mandar um SMS para uma amiga que estava hospedada no mesmo hotel, mas ela não havia percebido nada de estranho, e ainda me veio com gracinhas, tive certeza de estar ficando louco! “Acho que estamos trabalhando demais”, conversei com meu Vaio!

Graças a Deus, Larry Page e Sergey Brin, pude ter a certeza de que não estava pirando. Achei na internet a matéria sobre um tremor de 5,2 graus na escala Richter que acabava de acontecer em São Paulo. De acordo com o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) o tremor ocorreu a 270 km de São Paulo, às 21h e durou cerca de cinco segundos. O epicentro foi localizado no Oceano Atlântico.

Tremores à parte, o que me chamou mais atenção nesta experiência foi a participação da internet no ocorrido. A matéria informando sobre o ocorrido foi publicada 15 minutos após o tremor ter acontecido, ou seja, o poder de disseminação de informações que temos hoje em dia é fantástico! Coisa que há uns 10 anos atrás tínhamos que ficar esperando aquela musiquinha do plantão do Jornal Nacional para saber das coisas…

Enfim, experiência nunca vivida e que espero não ter que participar novamente.

PS: Se você também estava em São Paulo na hora do tremor, mande sua experiência…

Google, a marca mais valiosa do mundo

Google

Para o alto e avante! É com esta famosa frase do Buzz LightYear que comento a eleição da marca Google como a mais valiosa do mundo.

Nomeada pela Millward Brown como a marca mais valiosa do mundo, o Google chega ao topo, mas será que pára por ai? Avaliada em 86 bilhões de dólares esta marquinha colorida e com um nome que surgiu de uma idéia maluca de dois jovens nerds vem crescendo cerca de 30% ao ano e desbancou empresas como GE ($71bi), Microsoft ($70bi) e Coca-Cola ($58bi).

Vale chamar atenção também para o crescimento recorde de empresas como BlackBerry ($13bi), com cerca de 390% e da Apple ($55bi) com 123%.

Para conferir a lista completa, Clica!

Colour Like.no.Other - By Bravia

BRAVIA

Muito legal o artigo de Will Collin, sócio-fundador da Naked Communications, publicado na Meio & Mensagem. Ele explica como podemos inserir a marca na mente dos consumidores, principalmente nos formadores de opinião, sem sermos agressivos ou invasivos, estratégia que é muito bem aceita por este tipo de consumidor.

Como fazer as pessoas
descobrirem a marca por si

14 de Abril de 2008 - Edição 1304
Will Collin

Ao pensar nas recentes campanhas da Sony para seus aparelhos de TV Bravia, você provavelmente pensará nos três comerciais que se tornaram clássicos instantaneamente: “Bolas”, “Tinta” e os coelhinhos Play-Doh fazendo travessuras em Nova York. Merecidamente premiados por júris do mundo todo, os três anúncios conseguiram transmitir a mensagem que as cores são, na TV Sony, “como em nenhuma outra”.

Mas quando se usa a TV para anunciar ou promover a última palavra em tecnologia de telas de TV, permanece sempre um problema: o público vê a campanha através de seus aparelhos antigos, cuja tela é incapaz de exibir a qualidade de imagem que se tenta retratar. Daí a necessidade das marcas de lançar mão de analogias, exageros ou metáforas visuais, como os coelhinhos coloridos da Sony.

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Quem nunca ouviu a frase “Se quer bem feito, faça você mesmo”?

Muitas vezes o problema não está na capacidade do funcionário em executar, de forma satisfatória, a tarefa passada por você. O que pode estar acontecendo é uma falta de orientação correta ou uma explicação clara do que você quer com aquele job.

Donna Genett deixa bem claro no seu livro “If you want it done right, you don’t have to do it yourself” qual o caminho você deve seguir para obter um bom resultado quando repassar um trabalho para alguém:

1. Prepare-se previamente.

2. Defina claramente a tarefa a ser realizada. Seja específico. Peça a pessoa a quem está delegando para repetir as informações para você, a fim de assegurar que ela compreendeu tudo.

3. Estabeleça claramente o prazo de execução da tarefa.

4. Defina o grau de autonomia que deve ser atribuído a quem realizará a tarefa:
- Nível um: Autonomia para recomendar.
Permite ao funcionário pesquisar planos de ação e propor a melhor alternativa.
- Nível dois: Autonomia para informar sobre a ação e colocá-la em prática.
Permite ao funcionário pesquisar e escolher o melhor caminho; reportar o porquê da escolha e começar a agir.
- Nível três: Autonomia para agir.
Confere ao funcionário autonomia plena para agir com respeito à tarefa ou ao projeto.

5. Determine pontos de verificação quando for se reunir com pessoas a quem as tarefas foram delegadas, para acompanhar o progresso do trabalho e, se preciso oferecer orientação ao funcionário. Planeje-os inicialmente com freqüência e torne-os mais espacejados ao notar que a tarefa está sendo executada sem problemas.

6. Faça com o funcionário uma recapitulação completa do trabalho para discutir o que transcorreu bem, o que pode ser aprimorado e o que foi aprendido.

Com isso, antes de reclamar com seu funcionário sobre uma tarefa mal realizada, procure observar se o problema não está na sua forma de passá-lo.

[ ]`s, h.

Bookmarks de 05.03.08 a 03.04.08