Marketing Experience: o segredo para captar os desejos do consumidor
O consultor do SENAC, Marcos Carvalho, fala ao jornalista Heródoto Barbeiro sobre Marketing Experience e suas diversas formas de utilização no ponto-de-venda.
O que é Trade Marketing?
Em tempos de crise financeira, onde empresas anunciam reduções significativas nas verbas de marketing e propaganda, cresce a importância da figura do Trade Marketing, que ainda é muito confundida com a atividade de merchandising, assim como ocorre com o Marketing que, às vezes, é reduzido à atividade de Propaganda.
O Trade Marketing complementa a atividade de Marketing, que é focada principalmente no consumidor final, e a de Vendas, focada principalmente no cliente varejista, estudando as estratégias de ponto-de-venda e os fatores motivacionais do consumidor (shopper) nesse ambiente e a partir daí estabelecendo ações operacionais que atendam esses objetivos estratégicos. O conceito de Trade Marketing entende que o contato do consumidor com o produto e com o ambiente competitivo se dá no ponto-de-venda e que a estratégia de marketing deve estar visível para o consumidor nesse espaço e nesse momento de decisão de compra.
No seu dia-a-dia o Trade Marketing trabalha com assuntos relativos à exposição de produtos, giro de estoques, margem de rentabilidade, motivação da equipe de vendas do cliente (varejo), promoções e campanhas de vendas, dentre outros.
Para entender a abrangência do conceito é necessário analisar o Trade Marketing Mix que assim como no Marketing Mix, é um termo utilizado para descrever a combinação dos elementos e ações que aplicados, constituem as principais ferramentas da empresa na aplicação do conceito de Trade Marketing. As variáveis que fazem parte do Trade Marketing Mix são:
PROMOÇÃO
Onde o principal objetivo é conseguir o balanceamento entre a promoção do produto no ponto-de-venda e as promoções gerais de preço, buscando ainda o equilíbrio com a propaganda dirigida ao consumidor final, para construir a imagem da marca e do produto.
VENDAS
Desenvolvendo opções de ações de ponto-de-venda e de interação com o cliente que permitam concentrar as discussões de vendas na visão de longo prazo do negócio e na estratégia das empresas envolvidas.
SERVIÇO
É o principal elemento de negociação e atendimento, normalmente existirão diferenças entre o que o varejista deseja e demanda e o que o produtor pode efetivamente fornecer.
PRODUTO
Procurar diferenciação por meio da inovação ou de produtos dedicados ou exclusivos que ajudem o varejista a manter seu nível de competitividade e administrando o mix de produto por cliente buscando minimizar o conflito de canais.
PREÇO
A concentração neste item como o principal ponto de negociação deve ser evitado, buscando ampliar o conceito para o valor dos produtos e serviços oferecidos.
PRESENÇA DE MERCADO
Buscar a otimização da presença no ponto-de-venda destinando recursos em função das necessidades demandadas por cada cliente.
RESULTADOS E RENTABILIDADE
O resultado total da empresa é obtido pela somatória dos resultados individuais, e, portanto o custo de atendimento e as margens obtidas em cada cliente devem ser apurados; devendo ainda ser estabelecido objetivo individual de margem e rentabilidade para cada cliente e não apenas de volumes de vendas.
Diante disso, o profissional de Trade Marketing é exigido ao extremo e é preciso ter conhecimentos multidisciplinares, pois em sua atividade diária estará lidando com diversos assuntos relativos à área de marketing tais como; produto, promoção, material de ponto de venda, comportamento do consumidor e preços; tratará ainda de aspectos de logística de entregas, de programação de produção, de finanças, de administração de vendas entre outros.
Embora a atividade mais visível do Trade Marketing seja a de Propaganda, Promoção e Merchandising no PDV, devem ser desenvolvidas atividades relacionadas ao Mix de Produtos, Preços, Vendas, Serviços e Logística, Sistemas de Informações e Rentabilidade. Os objetivos de Trade Marketing só poderão ser alcançados se houver um envolvimento completo em todas as atividades e uma integração entre as mesmas, já que uma atividade promocional ou de merchandising, por exemplo, irá depender do posicionamento de preço e das margens, da disponibilidade dos produtos, da ação de vendas e nos acordos estabelecidos com o cliente, na pronta reação de logística e de serviços no acompanhamento do giro e do abastecimento dos produtos no ponto-de-venda e finalmente só poderá ser avaliado o sucesso da operação se os resultados forem positivos.
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Confira a entrevista de Christopher Montenegro, sócio-diretor da POP Marketing, e um dos especialistas de maior importância no segmento, dada ao site Mundo do Marketing. Ele explica ainda como obter até 30% de aumento nas vendas fazendo apenas uma ação de treinamento e incentivo e fala sobre como ganhar visibilidade no ponto de venda sem gastar toda a verba de marketing.
Fala-se cada vez mais da importância do trade marketing, mas qual é o caminho para se diferenciar.
Olhando para o mercado brasileiro, principalmente nas últimas duas décadas, percebemos que a profissionalização do marketing tomou conta das empresas – já não há mais espaço para quem trabalha de forma empírica e que não conheça o consumidor. Especificamente sobre trade marketing, há três momentos: um primeiro que é de ouvir falar e achar importante porque, através dos canais de vendas, consegue-se Read more
Os consumidores querem uma TV de tela plana e fácil de usar
Aproveitando as festas de fim de ano, data quente no varejo, a Philips publicou a pesquisa Brand Tracking Brazil, onde aponta que quase metade dos consumidores nas classes AB desejam comprar uma TV de tela plana – 98% delas comprarão seu primeiro modelo. A pesquisa apontou ainda que apenas 19% deles já possuem pelo menos um aparelho desse tipo em suas casas, o que nos leva a crer que o mercado ainda tem muito que crescer em 2009.
Nenhum entrevistado manifestou o desejo de adquirir uma TV convencional. Por outro lado, 45% dos consumidores paulistanos e cariocas, das classes AB+, afirmaram que planejam comprar uma TV de LCD (ou Flat TV). Os sistemas de Home Theater aparecem como segundo eletrônico mais desejado, com 24% de intenção de compra.
HÁBITOS DE CONSUMO
Na hora de escolher a marca desejada para produtos eletrônicos, especialmente os televisores, os consumidores levam em conta aspectos como tecnologia, design, qualidade e facilidade de uso.
Os entrevistados revelaram preferência por soluções capazes de simplificar a vida – e também afirmaram valorizar marcas reconhecidas por desenvolver produtos baseados em suas necessidades. Esses atributos foram apontados tanto por quem já possui um produto eletrônico como por quem pretende adquiri-lo, o que mostra que, cada vez mais, os fabricantes devem analisar as necessidades dos consumidores antes de lançar um determinado feature, e no caso do Brasil, um país continental com hábitos completamente diferentes, isso fica ainda mais desafiador.
O desafio para quem trabalha no ponto-de-venda também é grande, provar para o consumidor que uma determinada TV possui muito mais do que tecnologia é fundamental. A experimentação na hora da venda aproxima o consumidor do produto e mostra as facilidades de utilização, um dos pontos mais valorizados por quem está comprando uma TV, segundo a pesquisa.
Ranking dos atributos para as marcas desejadas
1. Ter tecnologia avançada
2. Apresentar design moderno
3. Ter os produtos de melhor qualidade
4. Ser muito comentada
5. Ter produtos fáceis de usar e instalar
6. Simplificar a vida das pessoas
7. Estar na moda
8. Oferecer grande variedade de produtos
9. Desenvolver produtos com base nas necessidades dos consumidores
PERFIL DO CONSUMIDOR DE FLAT TV
Segundo a pesquisa, os homens (63%) da classe A (64%) despontam como o típico consumidor atual do produto. Hoje a TV de LCD (ou Flat TV) está mais presente na casa dos jovens de 25 a 34 anos (55%) do que entre as pessoas de 35 a 45 anos (45%).
A TV DOS SONHOS
Segundo a pesquisa, os consumidores apontaram ainda as tendências para um futuro próximo e o que gostariam de ter nas TVs dos seus sonhos:
Interatividade
− Comandos de voz e sensores que detectem movimento para ligar ou desligar a TV, mudar de canal ou realizar outras funcionalidades.
− Leitor de impressões digitais que permita o bloqueio de canais ou o acesso rápido a opções pré-selecionadas.
− Oferecimento de cardápios com opções variadas de programação, capazes de contemplar os diferentes estados de espírito do espectador, como conteúdo de humor para os momentos mais animados.
Comunicação e relacionamento
− A adição de novas funcionalidades, como a disponibilização do acesso à internet e a instalação de câmera acessória, pode transformar a TV em um portal de videoconferência.
− Telas sensíveis e interativas podem funcionar como lousas digitais, para escrever, desenhar e, depois, transmitir as mensagens.
− A inclusão de memórias especiais faz com que a TV possa armazenar e organizar conteúdos que seriam compartilhados com familiares e amigos.
Diversão
− Aparelhos dotados de Bluetooth capazes de captar o conteúdo de celulares, MP3 players e computadores de maneira simples e direta.
− Telas grandes para permitir a exibição de mais de uma imagem, com boa qualidade, simultaneamente.
− TVs capazes de dividir não apenas os sinais de vídeo na tela, mas também os canais de áudio, para que duas ou mais pessoas, munidas de fones de ouvido sem fio, possam assistir a um programa diferente de forma harmoniosa.
A pesquisa ouviu 400 consumidores apenas de São Paulo e Rio de Janeiro nas classes AB+, o que necessariamente não reflete a realidade de outras regiões do Brasil. Ela descobriu ainda que a TV dos sonhos dos brasileiros tem que proporcionar mais interatividade e fornecer novas formas de comunicação e relacionamento.
A pesquisa completa pode ser acessada em no site da Philips, Clica!
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Detonautas estrela para Sony

A banda Detonautas é estrela da Sony na campanha “Liberte sua Música”, que tem como objetivo mostrar a conectividade entre os produtos da linha de áudio da marca, como som automotivo, walkman, mini e micro-system.
Produzida pela Dentsu, a ação é composta por mídia impressa e TV. O filme, com direção de Maurício Eça, da Hotel Filmes, será veiculado em novembro e dezembro na MTV e nos cinemas das redes Kinoplex, Rain, Circuito Digital, Rede Cinemark e UCI, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Para fechar a ação, a Sony Electronics, em parceria com a Sony Music, promoverá uma série de shows do Detonautas. O primeiro será em Porto Alegre, no Opinião Bar, em 16 de novembro.
Matéria publicada no site Propmark.
Mobile marketing já representa 10% de serviços de valor agregado de operadoras
Segundo IDC, mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e neste ano esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. Mercado deve explodir com o serviço de localização e a telefonia 3G.
A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC mostram que as mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado dessas operadoras. Em 2008, esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. “Apesar do crescimento, esse mercado ainda está no início no Brasil”, destaca Vinicius Caetano, analista de telecom da IDC. Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, cuja análise foi feita de forma quantitativa considerando o número de mensagens de publicidade e promoções, que hoje está em torno de 1 bilhão por ano entre todas as operadoras.
Já outro estudo correlato, Mobile Marketing, avaliou esse segmento qualitativamente comparando-o com os EUA, onde o mercado está muito mais avançado e movimenta cerca de US$ 105 milhões apenas com mensagens de publicidade. “O mobile marketing teve início mundialmente nesse país e hoje busca maior interatividade, utilizando outros meios como vídeos e patrocínios, da mesma forma em que é feita a propaganda na Internet”, explica Caetano. Ele sinaliza que “à medida que os telefones 3G entrarem no mercado nacional, o Brasil alcançará rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares”.
Para o analista da IDC, o mobile marketing deve crescer bastante nos próximos anos, especialmente em algumas modalidades como a tradicional que abrange apenas a recepção de mensagens, o leilão reverso e a propaganda baseada em localização, que é a grande novidade nessa área e deve se transformar em um segmento importante para o mobile marketing, viabilizado pelo GPS. “A base de celulares com GPS está aumentando e agora é o momento de se discutir a questão da privacidade, uma vez que essa questão se mal resolvida pode inviabilizar a implementação do sistema”, destaca Caetano.
Os custos do mobile marketing que não são de mensagens ainda são altos devido à diversidade de aparelhos celulares que funcionam com sistemas diferentes. “No futuro, a tendência é de consolidação não só do ponto de vista de propaganda como em termos de serviço ao cliente”, prevê o analista, lembrando que o mercado de provedores de conteúdo passa por uma acomodação, as pequenas empresas estão fechando ou estão sendo adquiridas pelas grandes.
De acordo com Caetano, o que ainda impede maior crescimento do mobile marketing no Brasil é justamente a falta de preparo das operadoras para fornecer informações detalhadas aos provedores de conteúdo. “As empresas de telefonia precisam segmentar o mercado e fazer um estudo de suas respectivas bases de clientes para obter maior eficiência no trabalho com os provedores de conteúdo móvel, responsáveis pela criação das propagandas. Essa segmentação evita que usuários recebam mensagens que não se encaixam em seu perfil, reduzindo o efeito spam, bem como os custos de envio” destaca o analista.
Matéria publicada no site IP NEWS - VoIP.
O que é Merchandising Editorial?
Muitos acreditam que merchandising é caracterizado apenas por ações ou materiais promocionais utilizados no ponto-de-venda que proporcionem informações e melhor visibilidade dos produtos, marcas ou serviços, mas existem outras formas de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores, seja no PDV ou fora dele.
O merchandising editorial se diferencia da propaganda ou da publicidade, por ser veiculado na parte editorial. Os espaços editoriais, ou seja, dentro do conteúdo do programa e não na parte publicitária, são bem mais nobres e caros, justamente por oferecer à mensagem maior credibilidade e menor resistência por parte do receptor.
Pouca gente conhece pelo nome, mas o merchandising editorial é muito conhecido hoje em dia pelas ações nas novelas da Globo, as famosas inserções de produtos ou serviços em programas de TV também é chamado em outros países por “Tie-in”. Esta ação está evoluindo cada vez mais. Em muitas situações podemos observar quadros inteiros com o roteiro todo desenvolvido com foco no consumo do produto ou serviço anunciado.
Empresas como Natura e AVON possuem contratos milionários, e renovados anualmente com a Globo para ações nas novelas do horário nobre. A Natura detém o direito de divulgação de seus produtos nas novelas das 20h, já a AVON nas novelas das 19h, independente do roteiro a ser exibido.
O Merchandising editorial já é utilizado há bastante tempo no Brasil, para se ter uma idéia o programa humorístico Família Trapo, transmitido ao vivo pela TV Record (1967/1971) já utilizava este tipo de divulgação. Transmitido nas noites de domingo, o programa foi líder de audiência durante três anos consecutivos e, portanto, um atrativo a mais para despertar o interesse do mercado anunciante. A São Paulo Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas, foi uma das empresas que apostava no programa, e fez merchandising em alguns episódios.
A primeira experiência de merchandising na TV Brasileira foi em 1969, na TV Tupi, na telenovela Beto Rockfeller, onde um personagem amanhecia das noites de farra com ressaca e tomava um antiácido efervecente Alka Seltzer da Bayer. Mas os primeiros grandes casos de merchandising têm registro com a novela Dancing Day’s, em 1979, onde a atriz Sônia Braga, que fazia papel de Júlia, usava calças jeans Staroup. A década de 80 se consolidou na efetiva ferramenta do merchandising, ampliando o faturamento das emissoras.
Interatividade
Já buscando uma interatividade com o consumidor, algo que em breve teremos com a TV Digial, alguns programas de TV já buscam realizar um merchandising editorial casado com outras mídias. O programa MTV na Rua, comandado pela VJ Penélope Nova, por exemplo, promove a nova linha de câmeras digitais Cyber-shot.
A apresentadora comanda a atração, gravada com a participação de pessoas nas ruas, onde fará demonstrações do produto, cujo recurso especial permite à câmera reconhecer sorrisos e disparar fotos automaticamente até seis vezes seguidas, tornando-se ideal para captar cenas espontâneas. Durante os merchandisings, Penélope também convidará o público a enviar suas próprias fotos para a galeria Cyber-shot, integrada ao site MTV na Rua.
Xbox Live
Mas não é só nos programas de TV que o merchandising editorial faz sucesso, recentemente os organizadores da campanha de um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos compraram espaços no jogo “Burnout: Paradise” da Electronic Arts. Para quem joga online na Xbox Live é possível ver vários anúncios in-game de Barack Obama.

E você, o que acha do merchandising editorial? Será o futuro da propaganda ou fica artificial demais uma atriz passando um creme com a câmera dando close no produto? Deixe aqui seu comentário sobre este assunto.
Sony anuncia canal oficial de PlayStation no YouTube
A Sony Computer Entertainment America anunciou o lançamento do canal oficial de sua plataforma de jogos eletrônicos PlayStation no portal de vídeos YouTube. Segundo o site GamesIndustry.biz, a novidade lançada no último dia 15 oferecerá trailers e vídeos de demonstração de jogos, entrevistas com desenvolvedores, conteúdo criado por usuários e veiculará promoções.
Para o lançamento, o site já traz mais de 50 vídeos, entre eles de games como Little Big Planet, SOCOM e Resistance 2. O site Videogamer.com afirmou ainda que a empresa planeja o lançamento de um canal dedicado apenas ao jogo colaborativo Little Big Planet para novembro.
Aos interessados em conferir o novo canal de divulgação de games da Sony basta acessar o endereço www.youtube.com/playstation.
Com informações do site Yahoo Notícias - Por Rodrigo Martin de Macedo.
O que você deve saber antes de comprar uma câmera digital
Já não me lembro mais a última vez que mandei revelar um filme fotográfico, será que estou ficando velho? Minha filha já exige que a foto seja vista segundos após o sorriso, muitos jovens já tiram a foto imaginando como ela ficará no seu álbum do Orkut ou do Flickr, é a geração digital criando uma nova cultura de compartilhamento e consumo.
A “velha” câmera que antes servia para registro dos melhores momentos da família, utilizada apenas em aniversários ou nos almoços dos domingos, hoje é um bem pessoal onde cada membro possui uma câmera para registro das situações mais inusitadas. O que levava dias para ser revelado, hoje em segundos está disponível na internet sendo compartilhado com milhões de pessoas.
Tudo isso faz multiplicar a venda de câmeras digitais a cada ano. Segundo estudo da consultoria de tecnologia IDC publicado em 2007, em 2009, haverá mais câmeras digitais em uso do que as analógicas no mercado norte-americano, caso o ritmo de crescimento anual de 82,8% nas vendas de câmeras digitais seja mantido. No Brasil, a previsão é que a virada aconteça em 2012. Particularmente acredito que isso aconteça bem antes.
Mas você sabe o que realmente faz o diferencial na hora de comprar uma câmera digital?
A falta de uma comunicação eficiente por parte dos fabricantes onde focam na divulgação de termos técnicos ou em inglês faz com que o consumidor final busque a câmera pela capacidade em megapixel, independente de sua necessidade. Um consumidor final de classe média não sabe exatamente o que significa Face Detection, Smile Shutter, Super SteadyShot, por exemplo e acaba comparando megapixels versus preço, o que não é o ideal.
MEGAPIXELS, SAIBA UTILIZAR
Quando um consumidor parte para decidir a compra pela capacidade em megapixels pode estar desperdiçando outros atributos mais importantes para sua necessidade.
De nada adianta uma câmera com muitos megapixels se o usuário não vai precisar de fotos maiores do que 10 x 15 centímetros, grande maioria dos casos, ou se ele simplesmente só publica no seu álbum virtual.
Para registrar aquela viagem em família não é necessário mais do que 3 megapixels, pois geralmente não revelamos este tipo de foto em um formato superior a 18 x 24 centímetros. Para se ter uma idéia, uma câmera com mais de 4 megapixels já pode ser vista em uma LCD TV Full HD com uma resolução nunca vista nas fotos impressas.
A maioria das câmeras mais vendidas (e mais baratas) atualmente se encontra no nível dos 5 megapixels com o que é possível chegar a reproduções de boa qualidade de até 30 x 40 centímetros.
ZOOM, QUAL O MELHOR
O zoom é outro benefício muito importante e que costuma confundir a cabeça do consumidor, mas qual o melhor, zoom óptico ou o digital?
Sempre que possível escolha o zoom óptico, pois não prejudica a resolução e definição da imagem, este tipo de zoom usa lentes especiais antes de bater a fotografia. Porém, caso sua máquina possua muitos megapixels esta perda poderá ser imperceptível em fotos domésticas.
Para citarmos um exemplo, se você estiver utilizando uma câmera de 3 megapixels com zoom digital de 3x, a resolução de sua foto será na verdade de 1 megapixel.
Para escolha das lentes, opte sempre pela do tipo Carl Zeiss, encontradas nas melhores marcas de câmeras do mundo. Também é muito utilizada pela NASA em seus equipamentos.
BATERIA OU PILHA
O terceiro item a ser levado em consideração na hora da compra é o tipo de bateria utilizada pela câmera. Após o celular tudo o que precisa de pilha pra funcionar perdeu seu valor, isso porque os celulares utilizam baterias recarregáveis no lugar das velhas pilhas alcalinas.
As melhores são as que utilizam baterias de Níquel-Cádmio ou Níquel-Metal Hidrato e as de baterias recarregáveis de íon de lítio (similares tecnologicamente às que usam os telefones celulares).
Sabendo destes três itens básicos na hora da compra, procure perguntar ao vendedor o que significa cada ícone geralmente fixado ao lado da câmera, assim você poderá comprar uma máquina que atenda exatamente suas expectativas, evitando desperdício de funções ou de dinheiro.
ALGUMAS FUNCIONALIDADES IMPORTANTES
Face Detection
Capaz de reconhecer o rosto de até oito pessoas e priorizar entre crianças e adultos, o Face Detection regula automaticamente o foco, exposição, controle de flash e o equilíbrio de branco. As irregularidades na cor do rosto, resultado das variações de luz do ambiente, também serão eliminadas com este recurso. Em alguns modelos é possível selecionar as fotos através dos rostos das pessoas.
Smile Shutter
Resultante da análise de diversas características e movimentos do rosto humano ao sorrir, o Smile Shutter identifica o rosto sorridente e, automaticamente, faz a foto.
Super SteadyShot
O estabilizador de imagem Super SteadyShot permite que você tire fotos com nitidez, mesmo em situações de movimento.
CURIOSIDADES
7 MEGAPIXELS
É a resolução de 40% das câmeras digitais brasileiras vendidas em junho/2008.
2,5 POLEGADAS
É o tamanho do visor de câmera digital preferido pelos brasileiros.
R$ 600
É o preço de câmera digital aceito pela maioria dos consumidores como ideal.
1º LUGAR
É a posição do Brasil no ranking de preços de câmeras digitais na América Latina.
US$ 87
É o preço médio de uma câmera no Chile, contra US$ 346 no Brasil.
93% DAS CÂMERAS
Tinham menos de 5 megapixels de resolução em 2005, há 3 anos.
LOJAS DE DEPARTAMENTO
47% das vendas são feitas em lojas de departamentos e não em especializadas.
Boas compras!
[ ]`s, h.
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Leia mais sobre o assunto:
− Veja 10 dicas de fotografia digital
− Dicas para tirar melhores fotografias digitais
Pesquisa revela intenção de compra para o fim de ano
O Provar (Programa de Administração de Varejo) divulgou o resultado de uma pesquisa que revela a intenção de compra do paulistano para o fim do ano.
Dentre os setores avaliados, a categoria “Informática” apresenta o maior índice de intenção de compra, com 13,2%. Na segunda posição está a categoria “Cine e Foto” (que inclui equipamentos como câmeras digitais e produtos relacionados) com 12,8%, seguida dos “Eletro-eletrônicos” com 11% e de “Telefonia e Celular” com 10,6%.
Segundo os índices apresentados, 26,2% dos consumidores não pretendem realizar compras neste último trimestre de 2008. Já em 2007 do mesmo período, 38,8% dos consumidores pesquisados não tinham interesse em comprar, o que desperta uma grande expectativa para os resultados nas vendas deste último trimestre.
Parece que a crise econômica ainda não afetou a vontade de comprar do paulistano, vamos ver se isso reflete a realidade do Brasil! É esperar para ver…
Primeiro livro brasileiro sobre Marketing Infantil
O consultor Arnaldo Rabelo lança o primeiro livro de autor brasileiro sobre marketing de produtos infantis. A obra, que tem o título “Marketing Infantil - como conquistar a criança como consumidora”, tem o seu lançamento marcado por uma série de inovações:
− Além da versão tradicional, o livro está disponível online e gratuitamente, no endereço www.marketinginfantil.com.br.
− O autor continuará desenvolvendo o texto do livro pela internet e incluiu um recurso para que os leitores enviem comentários, sugestões e críticas.
− O texto foi publicado sob a licença Creative Commons, com alguns direitos autorais liberados. O leitores poderão copiar e distribuir o texto, desde que citando a autoria.
